publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 13 Junho , 2010, 14:01

Chuva por volta das 7 horas da tarde fazia prever que as sardinhas teriam de procurar poiso coberto para serem assadas. Mas, não foi preciso. O tempo lá arribou e a minha gente compareceu para a comemoração da noite de Santo António.

Os já dois habituais espaços a fumegarem dos assadores e das fogueiras de rosmaninho. No Bairro de S. Sebastião, na rua que sobe para a capela do santo cravejado de setas, vizinhos e alguns amigos na sua habitual confraternização. Na Praça, mais abrangente aos convivas, muita gente dos reinos de Sua Majestade. Os de cá, em menor número de que é habitual, efeitos da saída da Flor do Alva, deslocada para as tasquinhas de Arganil. Mas nem por isso a sardinha teve tréguas. Aquele pessoal chega-lhe e bebe-lhe forte e feio.  

Quanto ao Santo António, esse, na sua função de casamenteiro, para esta banda, ontem, não se governava com o ofício. Gente, na sua maioria grisalha, casada, “recasada” e muitos até “descasados”.

Mas o nosso santinho António é fonte diversificada de usos e costumes. Folia, convívio e confraternização, e a gastronomia de sardinha e chouriço assados, são trivialidades da sua inspiração, nestas noites de 12 de Junho.

E, assim sendo, cumpriu-se a tradição.   

 

Nuno Espinal

 


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