publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 08 Junho , 2010, 13:32

 

Eis o reino das quase defuntas antenas da rede analógica. Pululam por todo o lado e serão, em memória futura, ícones de um tempo para lá dos anos 60 do século XX. Mas, de todas as que enxameiam os telhados, já poucas são as que se mantêm em função. A era digital já está aí e, em Portugal, lá para 2013, será senhora absoluta e quase exclusiva do domínio da retransmissão das imagens de TV.

Aos poucos, as velhas antenas, ir-se-ão sumindo do seu habitat e as vistas serão libertas daqueles objectos esqueléticos, comummente tidos como inestéticos.

Curiosamente, há um apelo permanente à plenitude originária da Natureza, à originalidade ambiental, mas, ao mesmo tempo, uma permanente incitação ao progresso. Contradição? Não o julgo. A ciência que progrida, é um desejo geral, mas a natureza que seja ao máximo preservada e a harmonia que os nossos sentimentos almejam do ambiente seja o menos possível defraudada.   

 

Mais tarde, quem sabe se eu, ou alguém, torna a fotografar este mesmo plano. E, então, na comparação que se vejam as diferenças.

 

 

Nuno Espinal      

 

 


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