publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 22 Abril , 2010, 23:32

No próximo dia 24 de Abril (sábado), pelas 17h00, o G.D.Vilacovense desloca-se ao Estádio do Nogueirense (Nogueira do Cravo), onde vai defrontar o G.D. Alvoco de Várzeas.

Trata-se de um jogo amigável, que tem como objectivo não só a preparação do G.D.Vilacovense, tendo em vista o jogo da final em Taveiro com o Paradela , mas também a adaptação dos jogadores ao relvado.

 

Carlos Antunes

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 22 Abril , 2010, 11:38

Prosseguem os ensaios dos músicos da Flor do Alva, nas várias componentes que se irão exibir no Concerto do próximo Domingo. O Grupo Coral Infantil tem ensaiado aos Sábados, perante o saber e paciência do Maestro António Simões. O Quinteto de Metais vai burilando o seu repertório, com sucessivos ensaios à noite, na Casa da Música. Depois há a Filarmónica, que promete novas peças, as quais têm sido aprimoradas em ensaios na própria Casa do Povo.

Domingo vai ser dia grande para os Vilacovenses e para a sua “menina bonita”, que é a Flor do Alva. E esta actividade da Flor do Alva, que mais que quantitativa é qualitativa, vai ecoando por tudo o que é sítio. A ponto de o próprio Grupo Coral Infantil já ter agendada uma actuação fora de portas. Será a 6 de Abril, em Arganil, na inauguração da Feira do Livro.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 21 Abril , 2010, 16:29


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 21 Abril , 2010, 11:21

 

15h00 - Actuação do Coro Infantil da Filarmónica Flor do Alva

15h30 - Actuação do Quinteto de metais da Filarmónica Flor do Alva

16h00 - Concerto da Filarmónica Flor do Alva

 

PROGRAMA

 

1. Santiago de Silvalde – Valdemar Sequeira

2. Storie Di Tutti Giorni – Arr: André Waignein

3. Abba Gold – Arr: Ron Sebregts

Solista: Maria Fernanda e Daniela

4. Bourrée – Por: Afonso Alves

Solista: Liliana Vanessa (Flauta) e Joana (Acordeão)

5. Clarinando – Richard Comello

Solista: Dora Cristina, Sérgio Pinto, Inês Pinto, Márcia Silva (Clarinetes)

6. The Cream Of Clapton – Arr: Ron Sebregts

Solista: Nuno Alexandre (Trombone)

7. Santana – Arr: Giancarlo Gazzani

Solista: Rute Andreia (Sax-Alto)

8. Retalhos do Minho – Por: Valdemar Sequeira

Solistas: Fernando Fonseca e Sérgio Simões (Trompete), Artur Fonseca (Sax-Tenor)

9. Cheerio March – Johnnie Vinson

10. Mocidade Junqueirense – Por: Carlos Marques

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 21 Abril , 2010, 10:54

 

   

BIOGRAFIA DO DIRECTOR ARTISTICO

(Conforme Programa)

 

António José Rodrigues Simões iniciou os seus estudos musicais aos nove anos de idade na Banda de Seia, colectividade da sua terra natal.

Durante 25 anos foi executante na Banda de Seia, sendo trompete solista nos últimos 10 anos de actividade, para além de se ter aperfeiçoado noutros instrumentos como autodidacta.

Foi chefe e um dos fundadores da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Seia.

Em 1997 Frequentou o Curso Nacional de Regentes do Inatel (Oeiras); tendo tido como professores: Alberto Roque, José Manuel Ferreira Brito, Paulo Lameiro, Domingos

Caeiro e Tristão Nogueira.

Em 2001 fez uma reciclagem do curso regional de Regentes de Bandas Filarmónicas do Inatel.

Em 2002 dirigiu um concerto em Salamanca, então Capital Europeia da Cultura, em representação de Portugal. Teve ainda aperfeiçoamento de técnica de direcção de Bandas sobe orientação do Professor e Maestro José Manuel Nogueira.

Durante 10 anos desempenhou as funções de Director artístico e de monitor na Escola de Música, na área dos metais e Maestro auxiliar da Banda de Seia até Outubro 2005.

Em Setembro de 2006 é convidado para Director Artístico titular da Filarmónica 1º Janeiro de Carragozela, onde permaneceu até Setembro 2009.

Foi fundador do Coro Infantil da Filarmónica 1º de Janeiro designado pelo nome de (Guto).

Em 2007 inicia o Curso na Escola de Música Sacra no Seminário da Guarda nas áreas Formação Musical, Praxis da Música Sacra, Prática de teclado e ainda Direcção de Coro.

Em Maio 2009 participou num Workshop de Direcção de Orquestra de Sopros com oDr. Leon J. Bly que dirige a Stuttgard Music School Symphonic Youth Wind Orquestra.

Em Outubro de 2009 é convidado para Director Artístico da Filarmónica Flor do Alva

onde actualmente exerce a suas funções.

Em paralelo com a vida profissional frequenta o 1ºano da Licenciatura de Música na Escola Superior de Educação Jean Piaget / Viseu.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 20 Abril , 2010, 10:23

 

Passadas as euforias e festejos que a vitória do Vilacovense provocou, tudo torna à normalidade, a esta pacatez de ramerrame, que preenche os quase trezentos e sessenta e cinco dias do ano. 

Mas, diga-se o que se disser, as coisas, salpicadas que sejam no calendário, lá vão acontecendo.

No próximo Domingo, por exemplo, o Grande Concerto da Flor do Alva, que levará Vila Cova em peso à Casa do Povo. Logo a seguir, no Domingo seguinte, a 2 de Maio, a grande final do Vilacovense em Taveiro. A 16, ainda um Domingo, a celebração da Festa de Santa Cruz, com a solene e tradicional procissão. Ainda em Maio, no fim de semana de 29 e 30, a “Mostra de Lavores e Sabores”. Depois, já em Junho, os tradicionais festejos de S. João, com a possível presença, no fim de semana de 26 e 27 do Grupo “A Malta de 60 e 70”.

Entretanto, estão para breve as obras de ampliação e beneficiação das instalações do Centro de Dia, enquanto o “Miradouro” continua a afirmar-se entre “sites” e “blogues” da região.  

Tudo isto, numa pequena aldeia entalhada nos encraves da Beira Serra, cuja população não chega às duas centenas e com um peso etário já algo elevado.

Dá que pensar…

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 19 Abril , 2010, 10:40

Vilacovense 1  Brasfemes 1

(Vitória do Vilacovense no desempate, através de remates da marca de grande penalidade)

 

Terminado o jogo, perante a alegria e euforia de jogadores e adeptos do Vilacovense, uma jovem exclamava, algo incrédula: “Até parece mentira!”

Mas, vistas as coisas com objectividade, o resultado acaba por nem ser tão surpreendente. O que acontece é que se criou uma auréola em torno da equipa de Brasfemes, que lhe engendrou uma imagem de equipa de outro campeonato, uma espécie de Golias em confronto com o pequeno David que seria o Vilacovense.

Todo este mito deve-se a razões várias. A Freguesia de Brasfemes, pertencente ao concelho de Coimbra, tem quase dois mil habitantes, alguma vida económica e a sua equipa representativa tem um historial, em termos de resultados e projecção, muito acima do modesto historial do Vilacovense. A equipa possui um campo de relva sintética e outras estruturas consolidadas, até porque já militou em campeonatos federados, chegando mesmo a ser clube satélite Académica.

O próprio número de adeptos que fez deslocar a Vila Cova, em dois autocarros e vários automóveis, adeptos esses muito entusiastas, aguerridos e confiantes, poderá ter ajudado a caracterizar uma ideia de desmedida superioridade da equipa vinda de Coimbra.

Mas a realidade foi bem outra e os jogadores do Vilacovense souberam comprová-la categoricamente em campo.

E até numa postura completamente descomplexada, impuseram nos primeiros vinte minutos um futebol que deve ter surpreendido a equipa visitante, dispondo, inclusivamente, de boas oportunidades de golo, desfeiteadas por superiores intervenções do guarda redes de Brasfemes. Depois, o Vilacovense perdeu frescura física e disso se aproveitaram os jogadores visitantes, ainda que nunca tenham traduzido a sua superioridade territorial em jogadas de grande perigo junto da baliza de Vila Cova.   

Daí que o empate verificado, no final dos 90 minutos de jogo, reflicta com exactidão uma igualdade em número de oportunidades criadas por cada equipa, apesar do maior domínio de possa de bola do Brasfemes.

Depois veio a lotaria dos remates da marca de grande penalidade. Um remate menos certo ou uma defesa mais inspirada ditam a sorte neste tipo confronto. Foi o que aconteceu ao sétimo remate contra as redes do Vilacovense. E Paulo Henriques, pela defesa que realizou, tornou-se o herói do momento.

Grande atitude dos jogadores do Vilacovense que realizaram uma exibição de grande entrega e de organização táctica a todos os títulos surpreendente, considerando o seu estatuto de jogadores amadores. A equipa tem jogadores colectiva e individualmente de grande valor, e é, no que pude observar nos últimos dez anos, (antes não me posso pronunciar) o melhor Vilacovense da década.

Uma palavra para a equipa de arbitragem. Excelente trabalho, total imparcialidade.

 

Constituição do Vilacovense:

Guarda-redes: Paulo Henriques

Defesas: Marco, kikas, António Cruz (cap), Filipe (Sérgio Gaspar aos 65 minutos

Médios: Bruno Carvalho, Wilson, Marco Paulo e Paulo Sérgio

Avançados: Mota e Paulo Ribeiro

 

Suplentes não utilizados:

 Damme, Fábio e António Antunes.

 

 

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão

    


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 18 Abril , 2010, 21:30

Jogadores saúdam o guarda redes Paulo Henriques, após defesa deste no desempate através de remates da marca de grande penalidade, na sequência do empate a um golo, verificado no final da partida. O Vilacovense fica, assim, apurado para ir disputar a final, que se realizará no estádio Sérgio Conceição, em Taveiro, no próximo dia 2 de Maio. O adversário será o Paradela e o vencedor conquistará a Taça do Inatel do Distrito de Coimbra. 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 18 Abril , 2010, 21:20

Após empate a um golo, verficado no final da partida, o Vilacovense superiorizou-se ao Brasfemes, através de remates da marca de grande penalidade, para desempate e apurar, assim, a equipa vencedora desta partida.

Parabéns aos jogadores do Vilacovense. Grande partida e forte espírito de luta.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 18 Abril , 2010, 15:38

29 e 30 de Maio são as datas escolhidas para um acontecimento em Vila Cova que poderá ser, assim tudo corra bem, de grande monta.

A Junta e as Instituições da Freguesia estão a trabalhar para isso. Ontem mais uma reunião que aclarou vários aspectos, entre os quais muitas sugestões que pretendem contribuir para que este acontecimento venha a corresponder a objectivos que estão a ser traçados

 A “Mostra de Lavores e Sabores” poderá ser um mostruário do que Vila Cova foi e é no presente, em aspectos envolventes da sua gastronomia, do seu artesanato e de habilidades das suas gentes.

 

Nuno Espinal


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