publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 11 Março , 2010, 10:25

De pé, da esquerda para a direita: Mota, Paulo Henriques, Wilson, Brito e António Cruz.

Primeiro plano: Sérgio Gaspar, Fábio Leitão, Paulo Ribeiro, Marco, Bruno e Kikas.

 

 

 

 

 

Concretizada a realização do apuramento para a fase seguinte é natural que a motivação dos jogadores do Vilacovense  tenha arrefecido substancialmente e que, nestes jogos derradeiros da actual fase, seja provável uma certa quebra no rendimento global da equipa.

Naturalmente que os adeptos querem sempre vitórias  e os apoios que manifestam com as suas presenças em jogos da equipa são preciosos como incentivos para os jogadores.

Mas no conjunto de objectivos inicialmente traçados ou adquiridos com o desenrolar da época, a passagem à eliminatória seguinte tornou-se o mais pertinente pelo que, atingido este objectivo, só um novo alvo seu substituto poderá conformar um novo anímico nos jogadores.

Daí que o actual contexto possa ser utilizado, sem o afã de resultados, em experiências novas na utilização de jogadores em posições diferenciadas, para que, na fase final do distrital do Inatel, a equipa se possa apresentar na sua melhor forma.

O treinador Wilson tem demonstrado saber e perspicácia na utilização posicional dos jogadores  e, sem a pressão de resultados, poderá experimentar novas soluções tácticas, cingindo-se ao grupo de jogadores disponíveis em cada encontro.

Poderá ser assim no próximo jogo em Alvôco, ainda que os jogadores e os adeptos nunca se alheiem do que os motiva sempre em cada jogo: o desejo de golos e de vitória.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 10 Março , 2010, 16:52

Vamos sabendo do Sr. José Lourenço através de informações das nossas funcionárias de apoio domiciliário. Mas, já há bastante tempo que o não vemos. Seguramente há uns quase dois anos. Contudo, fomos gratificados agora com uma sua imagem, através de uma foto que a nossa técnica de acção social captou em casa do Sr. Lourenço, numa actividade das que, os serviços da santa casa, categorizam de lúdica.

O Sr. José Lourenço, encontrando-se com limitações de locomoção, está confinado ao espaço da sua própria residência. Quanto o lamentamos, tanto mais que estranhamos a ausência daquela sua irreverência sadia, a que o seu temperamento desinibido sempre nos habituou, neste quotidiano de Vila Cova que parece tender, dia após dia, para um certo marasmo e apatia.

 

 

Nuno Espinal

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 09 Março , 2010, 09:13

Ainda que me sinta alheado e crítico destas comemorações dos “dias de qualquer coisa” marcados no calendário, a verdade é que esta aldeia global que inexoravelmente nos envolve e integra não nos permite pontos de fuga para um abrigo totalmente isolante.

E pronto! Eis as comemorações (ontem) em todo o mundo (em todo o mundo - é assim que eles dizem) do Dia Mundial da Mulher.

À noite quis o acaso que assistisse a um documentário, numa das nossas “têvês”, sobre a tragédia na Madeira. Imagens dilacerantes, pungentes. A certa altura do filme a história dramática de um grande homem, bombeiro de profissão que, no afã de salvar vidas, perdeu a sua própria vida.

Surgem imagens em grande plano do rosto da filha órfã, jovem de uns doze anos. Chora convulsivamente e diz: Tenho tantas saudades do meu pai!

Comovi-me e muito. E foi esta ainda tão pequenita mulher que me marcou o dia.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 08 Março , 2010, 02:16

Em boa hora a Câmara, através do seu Departamento de Cultura, trouxe a Arganil uma banda de Jazz formada por estudantes de uma Universidade do Japão que, no Salão Nobre do Edifício do Município, apresentou um concerto que surpreendeu pela alta qualidade musical.

Muitos destes jovens nipónicos exibiram-se em solos de saxofone, demonstrando uma performance admirável, apesar da sua condição de músicos amadores.

Algumas das peças que apresentaram, sempre com o ambiente jazístico a caracterizá-las, tinham uma batida rítmica latina (salsa e samba), que contagiou o público que encheu o salão, seduzido ainda pela empatia criada por todo o grupo.  

Aplaude-se por isso o Departamento de Cultura por esta iniciativa, a qual acaba por provar que há público em Arganil em número que justifica um maior investimento em  manifestações como esta no âmbito do Jazz, consideradas como menos apelativas ao chamado grande público.

 

Nuno Espinal  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 08 Março , 2010, 00:17

Ao “Nas Tílias à Conversa” chegou a seguinte mensagem a propósito do aniversário de uma mãe:

 

mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses

as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.

sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.

 

pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste

tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te

desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.

 

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,

a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia

mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

 

lê isto: mãe, amo-te.

 

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não

escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que

não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não

as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.

 

Com Muito AMOR E CARINHO

Manuel Ribeiro et Laurine

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 07 Março , 2010, 18:42

Crónica do jogo mais tarde


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 07 Março , 2010, 11:34

Passou-se no Domingo passado. Apesar dos trabalhos de desimpedimento das estradas operado pelos serviços públicos, na sequência da tempestade, um ou outro galho ou rama de árvore, presumivelmente caído depois, dificultava e até constituía um potencial perigo nas várias vias estreitas do concelho.

Ora, o que é que acontecia? Carros passavam e nem um dos seus ocupantes se dava ao trabalho de fazer a desobstrução que se impunha.

 Quão longe de uma atitude cívica e solidária!

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 06 Março , 2010, 11:22

O Tempo, nos últimos meses, tem sido uma continuidade de dias chuvosos, escuros, com uma quase ausência de Sol. Dizem os meteorologistas que assim vai continuar no mês de Março.

O quê? Mais chuva até ao final do mês?

É esta a nossa invariável reacção, mostra de algum desencanto. E tantas vezes comentamos: Isto, este ano, tem sido de mais!…

Mas é facto que ainda estamos no Inverno e nada, das ementas servidas pelo Tempo, nestes últimos meses, foge de parâmetros de um qualquer criterioso Borda d’Àgua.  

O curioso é que tivéssemos dias de Sol radioso, nesta altura, não faltariam as sentenças: Isto está tudo mudado. Nem parece que estamos no Inverno!...

Pois é! Estas recriminações perenes, bem à “portuga”...

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 05 Março , 2010, 08:30

Um mero entretém, que põe à prova destrezas, habilidades e que deixa que as horas passem, sem pressas, sem etapas a vencer.

Hoje, ao olhar este quadro, senti que, mau grado pequenos dissabores que por vezes me vacilam o ânimo, vale sempre a pena continuar, permanecer.

E tudo se torna como um imperativo, cumprir esta função de Provedor, nesta tão secular Instituição que é a Santa Casa. 

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 04 Março , 2010, 13:04

Comentário recebido no Miradouro, a propósito do texto "Sábado, homenagem ao Dr. Júlio Gouveia":

 

“Não deixando de respeitar o direito de liberdade de expressão e a opinião que todos cabe - preceito de um país democrático e princípio basilar de toda a civilização permita-me que aqui assinale a minha incredulidade com as palavras que li.
Num evento que julgava ter como único intuito o agradecimento de um povo que teve a felicidade um dia, de poder contar com um grande cotação de um Homem de bem, que dedicou grande parte da sua vida à Vida de outros, não consegui depreender, das suas palavras, quem então terá estado menos bem?... O Povo de Vila Cova (por ter tenra idade?...); a Junta de Freguesia de Lavos (por terquerido visitar a "última morada" do Dr. Júlio Gouveia?) ou o próprio Dr. Júlio Gouveia (por ter vivido tambèm em Lavos?)...
Num momento em que quem sentiu e viveu, achou haver lugar a uma express~so de gratidão e soube estar presente, não fará qualquer sentido pensar em acções ou campanhas de sensibilização.

Não estamos num qualquer comicio onde há lugar a angariação de pessoas para fazer número. A homenagem a um Homem que cuidou um povo de alma e coração não pode ser udada como meio de propaganda do que quer que seja. Em altura alguma se ouviram considerações acerca da beleza da vila de Santa Luzia de Lavos - promotora deste evento- que concerteza também terá as suas.

Nesta homenagem merecida, somente há lugar a 2 participantes- o Dr. Júlio Jorge Gouveia de um lado, e um povo grato que neste dia o quis demonstrar, por outro, e que ficou bem evidente- dispensando-se, assim, o protagonismo de terceiros.

Ass:
familares, amigos, pacientes.”

 

Não me vou perder em grandes considerações ao comentário feito à peça sobre a homenagem ao Dr. Júlio Gouveia e que sugere, na parte final do texto, ter a assinatura de “familiares, amigos e pacientes” (esta última tem a sua comicidade) do distinto médico.

Apenas o abordarei em considerações breves e faço-o para que não restem dúvidas sobre o bom nome, acima de tudo, deste Portal (Miradouro) e da Instituição que o promove.

 

Começa o comentarista por se mostrar um defensor do direito de liberdade de expressão a propósito de não se sabe de quê. Por admitir a minha liberdade (como coordenador e director) de escrever no Miradouro? Sobre essa liberdade o anónimo comentarista nada tem a ver. Essa liberdade está obviamente sempre garantida a quem tem a responsabilidade editorial deste Portal. O que o anónimo comentarista poderá agora considerar é o respeito pela liberdade de expressão que o Miradouro lhe consagra ao publicar o texto pseudo-crítico que nos enviou.

 

Mas deixemos este pormenor quase só académico e passemos ao que de mais importante (para alguns até sem importância) no comentário está exposto.

 

Merece-me o maior respeito e consideração a figura do Dr. Júlio Gouveia, pessoa que não conheci pessoalmente, mas que ultimamente, por via da homenagem, fiquei inteirado do prestígio e estima que granjeou junto dos lavenses, a quem deu tributos que atestam a sua elevação moral e humana. Sobre isto ponto final e nada de interpretações erróneas. O que pretendi dizer no texto e fi-lo, julgo eu, explicitamente, foi sobre a razão da quase nula adesão de vilacovenses nesta homenagem realizada em Vila Cova e, de resto, prestada a um vilacovense de naturalidade. Análise pouco realista e inconsistente a minha? Isso é outra questão, mas não é sobre estas premissas que o comentarista zurze a sua crítica.

 

Nada me move contra o facto de o Dr. Júlio Gouveia ter Lavos e o seu povo no coração (segundo as palavras que ouvi de um lavense). Mal seria que assim fosse, já que os sentimentos pessoais de cada um a cada um devem dizer respeito e furtam-se a quaisquer considerações racionais. Eu próprio nasci nos Açores, mas a minha maior ligação afectiva em termos de “lugares geográficos” prende-se a Vila Cova e Coimbra. O que não significa que não estime a minha terra natal (cidade da Horta) tal como o Dr. Júlio Gouveia estimaria a sua terra natal -  Vila Cova.  

 

Ainda aproveitando as referências de um lavense que comigo falou, ele próprio lamentava que de Vila Cova pouca gente estivesse presente e regozijava-se (e bem) de Lavos ter correspondido com muita gente a esta homenagem. É que afinal a quantidade (que disparate essa do comício!) ajuda a criar a ideia de qualidade e a homenagem ao Dr. Júlip Gouveia foi bem merecedora dessa qualidade.

 

Sobre as belezas naturais de Lavos, claro que as terá e devem ser muitas, a avaliar pelas palavras do comentarista e de outros testemunhos que pude recolher. Mas, a visita foi feita a Vila Cova e foi sobre a oportunidade de os visitantes de Lavos as puderem ter apreciado que se falou.

 

No final do seu texto o comentarista refere e passa-se a citar:

 

Nesta homenagem merecida, somente há lugar a 2 participantes - o Dr. Júlio Jorge Gouveia de um lado, e um povo grato que neste dia o quis demonstrar, por outro, e que ficou bem evidente, dispensando-se, assim, o protagonismo de terceiros.

 

Frase pouco elegante e que não corresponde aos sentimentos do Povo de Lavos, estou em crer, nem das Instituições de Vila Cova – Igreja, Junta de Freguesia, Santa Casa da Misericórdia e Filarmónica Flor do Alva, as quais participaram na homenagem e sentem-se honradas por tal.

Por fim uma última nota. O comentário vem assinado em nome de familiares, amigos e pacientes. Pelo menos um familiar muito próximo, senão o mais próximo, desconhece em absoluto o comentário. Curioso! Outro pormenor: o texto é escrito na primeira pessoa do singular e no fim assinado por uma pretensa imensidade de gente. Mais curioso ainda!

 

Nuno Espinal

 

 


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