publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 03 Fevereiro , 2010, 19:26

Mais uma foto antiga.

Data de meados dos anos 20 e nela surge em primeiro plano de gravata o Dr. Júlio Gouveia, preparando-se para acompanhar uma procissão, acabada de sair da Igreja Matriz.

Esta será uma das cerca de quarenta fotos que serão apresentadas numa exposição, que os vilacovenses poderão apreciar na Igreja da Santa Casa de Misericórdia, exposição que estará patente em 29 e 30 de Maio, integrada na “Mostra de Sabores e Lavores”, uma iniciativa da Junta de Freguesia.

A exposição abordará o tema “história social de Vila Cova nos últimos 100 anos” e será apresentada pela Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova.

 

Nuno Espinal  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 02 Fevereiro , 2010, 19:31

Sempre me fascinaram fotografias antigas. Há nelas mística, talvez fruto de todo o imaginário que envolvem, das viagens no tempo a que levam.

Mas, à parte este envolvimento, por vezes, quase sublime e poético, estas imagens antigas são, quantas vezes, bem mais prosaicas pela informação que prestam.

Não sei a data exacta desta foto. Mas, de acordo com a convicção de quem é seu dono, é garantido que não terá menos de oitenta anos. O que nela releva é o número de irmãos que naquela altura incorporavam a Irmandade. Presume-se que esta procissão integrava as comemorações da Festa da Senhora da Natividade a 8 de Setembro. Hoje, nesta procissão, o número de irmãos, já com mulheres incluídas, não é superior a vinte. Naquele tempo, só com homens, era superior a cinquenta.

Não houve quebra de fervor religioso. A razão é outra. A diminuição, acentuada a partir dos anos oitenta, do agregado populacional de Vila Cova.

 

Nuno Espinal           

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 01 Fevereiro , 2010, 15:56

António Gabriel de Almeida (Toneca), Quim Espinal, Nuno Espinal e Jorge Augusto Dias

 

Preservo e sublimo memórias do passado, pelas paixão e conforto que me causam.

Não o escondo.

Mas, é um facto, e dele tenho perfeita consciência, que um acantonamento permanente no acervo de vivências de outros tempos gera um constrangimento ao necessário percurso que o futuro reclama.

Mas que fazer?

Encontrei-me com eles, companheiros de afectos, desses inesquecíveis tempos da Vila Cova dos anos sessenta.

Um desfilar de imagens e acontecimentos de nossas tão gratas recordações.

E será sempre assim.

Vila Cova, entre nós, será sempre o passado, seja neste presente ou em outro qualquer presente do futuro.

 

Nuno Espinal

 


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