publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 19 Fevereiro , 2010, 11:08

Falávamos de liberdade e éramos uns tantos, uma dezena para aí.

Para uns a liberdade parecia ser, no conceito, aquilo que nos deixam ser, um mero resultado de tudo o que nos é permitido, uma mera dependência ocasional de um enquadramento normativo em vigência.

Mas, não chega. Liberdade é algo mais. É muito da nossa autonomia, da nossa espontaneidade, da nossa responsabilidade, desta nossa capacidade de sermos capazes de sacudir pressões, de sermos capazes de formar livremente opiniões, de fazer escolhas, de expressar livremente ideias. A liberdade passa pelo livre arbítrio.

Veja-se a questão da “partidarite” política. A certa altura, na nossa conversa, falou-se das políticas concelhias e de um empréstimo camarário de uns quatro milhões, para presumível apoio a obras da “cerâmica”. As opiniões surgiram acaloradas, expressas com vivacidade e paixão, mas exclusivamente enfeudadas a teses de partidos. Se para uns o oito para outros o oitenta. E, curiosamente, o que antes era para uns deixou de o ser agora.

 

É esta a liberdade de expressão dos enfronhados partidários…

 

Livres?   

 

 

Nuno Espinal

 


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