publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 24 Janeiro , 2010, 16:16

Jogo terminado aos 5 segundos. Crónica mais tarde


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 24 Janeiro , 2010, 10:30

A proposta veio da Junta, através da sua Presidente, e as várias instituições e colectividades da Freguesia, presentes em reunião ontem realizada, assentiram à ideia sem reservas.

E, perante o confluir de vontades, ficou decidido que nos dias 29 e 30 de Maio, no lugar nobre da Praça, em Vila Cova, se realizará uma Mostra Gastronómica, Artesanal e Cultural que terá como objectivo recriar e consagrar “fabricos e genuidades” que foram correntes no passado e que são ainda, em muitos casos, do quotidiano.  

O acontecimento, que integrará manifestações gastronómicas, artesanais e lúdicas, será intitulado “Mostra de Sabores e Labores” e pretenderá ser um tributo ao passado em algo que foi dos tempos dos nossos avós e em algo que desses tempos se continuou e se tem fixado na cultura e tradição do povo.  

A Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva aderiu ao projecto e tenderá a um papel preponderante na sua concretização.

 

Texto: Nuno Espinal

Tela de Nazaré Pereira (Drª Zita)

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 23 Janeiro , 2010, 00:54

O Carnaval já não tarda. E como já é hábito nesta quadra, a uma Instituição de Solidariedade fica atribuída a organização de uma tarde carnavalesca, em que os utentes do concelho se encontrarão em confraternização e folia. Cabe este ano a organização à IPSS do Barril, procedendo a nossa Santa Casa que foi a organizadora do ano passado.

E porque nos queremos apresentar da melhor maneira, estamos já a preparar máscaras e fantasias.

Pois então, aqui fica uma pequena amostra: a Mini, o Mickey e o Donald.

A coisa promete, acreditem…

 

Trabalhadoras e Utentes do Centro de Dia

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 22 Janeiro , 2010, 14:47

Por Quim Espiñal

Nas conversas que mantemos no seio familiar, deambula-se por vezes para histórias e factos relacionados com o fantástico, ocorrendo-nos à memória episódios distantes de experiências vividas. Uns mais sérios do que outros, o facto é que a imaginação sempre tem tendência a sobrevalorizar as circunstâncias, dando ao narrador o ar de pessoa que passou por experiências terríficas. Numa dessas conversas que surgiu após um jantar com meus filhos, seus cônjuges e netos, contaram-se histórias de que ouvimos falar, todas elas eivadas de profundo mistério e apelo ao Extraordinário e ao Além. Resvalando os relatos para um clima assustador e achando que as coisas estavam a enveredar pelo tenebroso, lembrei-me de relatar um episódio ocorrido em Vila Cova e que foi protagonizado por mim, meu irmão e meu primo Jorge Augusto. Entra ainda nesta história o Sr. Fernando Gabriel, vulgo, então, “Fernando da Loja”.

Os mais velhos decerto se lembram dos célebres Loureiros de Vila Cova, aquele abundante arvoredo sobranceiro à estrada, junto às escadas da Igreja do Convento.

Pois contava-se que aí, em noites de profunda escuridão, logo de Lua Nova, apareciam almas penadas que atormentavam quem ali passasse a altas horas da noite. Criava-se, portanto, em torno dos Loureiros, um clima misterioso e assustador, ainda mais reforçado pela fraca iluminação pública que, há cerca de 50 anos, era apanágio das aldeias de todo o Portugal. O pequeno pedaço de estrada abraçado pela densa vegetação dos frondosos Loureiros e pela profunda escuridão que encerrava, era de facto propício às narrações que os mais velhos nos passavam.

Certa noite, após os nossos passeios nocturnos, estrada abaixo, estrada acima, entre o Barranco e a casa da D. Amélia, que caracterizavam os finais do dia da malta que ali passava as férias de Verão, regressávamos nós a casa vindos das Tílias ou do Café do Vasco, eis senão quando, ao passarmos nos Loureiros, já para lá da meia-noite, nos surge ao caminho um vulto aterrador que, aos uivos, nos queria barrar a passagem. Pernas para que vos quero, em breves segundos nos pusemos no chafariz de S. Sebastião, mal refeitos do susto e das maléficas intenções da alma penada que nos saíra ao caminho. A nossa imaginação juvenil teimava em dizer-nos que algo do outro mundo nos tinha tentado assombrar e que só a nossa boa presença de espírito nos salvara de males que nem queríamos imaginar. O episódio daria pano para mangas se não tivesse sido logo deslindado pela manhã pelo Fernando da Loja. Este bom homem, vendo-nos aproximar dos Loureiros e aproveitando a escuridão envolvente, escondera-se nas escadas da Igreja do Convento sem que nos apercebêssemos e, à nossa passagem, pregara-nos aquele valente susto. E ria-se a bandeiras despregadas, narrando com laivos de orgulho o medo que nos pregara.

Um abraço a todos.

Quim Espiñal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 21 Janeiro , 2010, 09:18

Em grande o Vilacovense! Às boas exibições alia os bons resultados e, à 10ª jornada, é guia incontestado da sua série, a par do Bobadela. Domingo a domingo vai somando os três pontos correspondentes a uma vitória, apenas não integralmente contabilizados devido aos empate e derrota ocorridos, respectivamente, em Alvoco e Vila do Mato.

Ora, como cada série dos vários campeonatos distritais do Inatel classifica duas equipas, é evidente que o Vilacovense tem fortes probabilidades de vir a ser um dos apurados da sua série, a série B, e disputar posteriormente a vitória do Inatel de Coimbra.

Mas isso são contas a fazer noutra altura. Para já, há que continuar a lutar por um lugar entre os dois primeiros classificados no campeonato da série que agora disputa.

Vamos acreditar que sim, que vai ser possível. Para isso há que apoiar toda a equipa. Jogadores, técnico e dirigentes. Bem o merecem.

No próximo Domingo vamos todos estar presentes no nosso campo.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 20 Janeiro , 2010, 10:41

Repugnam-me chauvinismos e, nesta lógica, a exacerbação egoísta de amores pátrios e bairristas, dimensionados que sejam ao país ou ao local de que se é. Mas a verdade é que estes amores existem, são típicos do mundo social a que todos pertencemos e, em doses que não afrontem o olhar solidário que todos os outros nos devem merecer, são absolutamente aceitáveis e até motivadores para uma dinâmica que conduza à realização de obras e melhorias em prol da comunidade.

 

Há dias um vilacovense comentava:  

 

“Não há Domingo de Carnaval, qualquer dia não há nada. Esta terra está sem futuro…Pudera, vai tudo para os outros, a Vila Cova não chega nada, apoios só para os outros…”

 

Prefiro um outro comentário, dito também por um vilacovense:

 

“Não há desfile no Carnaval? Paciência, não se pode ter tudo. Mesmo assim já muito se faz. Tirando Arganil, que outra terra no concelho tem uma equipa sénior a jogar futebol? Ainda por cima ganha que se farta. Ainda no Domingo deu quatro em Santo António do Alva…”

 

Santo António do Alva  1  Vilacovense 4

 

Constituição da Equipa:

 

Guarda-Redes: Paulo Henriques

Defesas: Marco (Bruno Santos aos 62 minutos) António Cruz (capitão), Kikas e Sérgio Gaspar;

Médios: Bruno Carvalho, Wilson, Paulo Sergio e Filipe;

Avançados: Mota (Fábio Leitão aos 40 minutos) e Paulo Ribeiro.

 

Treinador: Wilson

 

Massagista: Fernando Figueiredo

 

Os golos foram apontados por Filipe aos 40 e aos 52 minutos), por Paulo Ribeiro (aos 45 minutos) e por Wilson (aos 75 minutos).

 

O próximo jogo é no Domingo, dia 23 de Janeiro, em Vila Cova de Alva às 15 horas contra a equipa de Aldeia das Dez.

 

Texto: Nuno Espinal

Ficha Técnica: Fábio Leitão

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 18 Janeiro , 2010, 23:49

 

Acreditem que tentei! Ouvi pessoas, registei informações, elaborei um memorial com o relato das várias manifestações que compunham todo o cerimonial da Semana Santa, tal como era realizada em Vila Cova.

Entretanto dispunha-me ainda a outros e mais passos para que a recriação dos vários quadros da teatralização dessa Semana Santa pudesse acontecer.  

Contudo…

- Isso não passa de um sonho… Não há padres…Isso não vai ser possível…

Tau! As palavras do Padre Cintra retiraram-me qualquer veleidade.  

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 17 Janeiro , 2010, 22:50

Crónica do jogo mais tarde.

 

Já agora, e porque estamos domínio do futebol, permitam-me um desabafo: Lucílio Baptista é batoteiro. Viva a Briosa!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 17 Janeiro , 2010, 08:36

Parece estar completamente arredada a possibilidade de ser organizado, no Domingo de Carnaval, o habitual desfile, em Vila Cova, de carros alegóricos e que têm sido motivo de sátira a algumas das situações com mais destaque no quotidiano dos vilacovenses.

O desfile tem sido organizado pela Direcção da “Flor do Alva” que, apesar do interesse do seu Presidente, entendeu, conforme vontade da maioria dos seus membros, não levar a efeito este ano esta manifestação da quadra carnavalesca. Alegam, os referidos membros, para além de cansaço, que a outras instituições da terra  também deve caber o ónus desta organização.

 

NE      

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 15 Janeiro , 2010, 23:52

A chuva persiste e a sua teimosia tem feito com que se multipliquem alguns transtornos que vão molestando gente aqui e ali. Ainda assim, em Vila Cova nada de grande monta, conquanto tenha sucedido o desabar do muro no terreno frontal à Capela de S. Sebastião, o qual relatámos oportunamente, sem que até agora a Fábrica da Igreja desse mostras de grande preocupação. Esperamos que esta passividade se inverta de modo a que os proprietários do terreno, para onde a terra cai, não tenham quer manifestar o seu direito de não serem prejudicados.

Também ontem houve derrocada mas para a estrada, entre a Fonte dos Passarinhos e a Meda. No local é habitual este desmoronamento de terras quando há chuvadas ou a chuva persiste. A ver vamos se a chuva abranda, quando não há a possibilidade de uma derrocada com outra dimensão, a ponto de a estrada poder mesmo ser bloqueada.

 

Nuno Espinal/Manuela Antunes

 


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