publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 25 Janeiro , 2010, 01:53

 

 

O zum-zum corria no campo. Mal o jogo começasse quase que se jurava que um jogador da equipa de Aldeia das Dez cairia no chão lesionado. E de facto assim foi. O árbitro apitou para o pontapé de saída, a bola corre uns metros e eis um jogador da equipa de "Aldeia", tal como se previa, estendido no chão. Jogador retirado do campo e, acto imediato, o árbitro dá o jogo por concluído. Porquê? Os regulamentos são claros. Uma equipa não pode ter em campo, durante o jogo, menos de sete jogadores. Ora os de “Aldeia” iniciaram o jogo com precisamente sete jogadores. Com menos um por lesão, ou por outro qualquer motivo que fosse, a equipa ficaria reduzida, obviamente a seis e por isso impedida de poder continuar a cumprir o jogo.

Jogo terminado e, sempre de acordo com os regulamentos, a vitória foi atribuída ao Vilacovense pelo marcador de cinco a zero.  

 

Claro que se lamenta a situação. Em especial pelo respeito que devem merecer todos os intervenientes no jogo, pelo muito respeito que deve merecer o próprio público que, em bom número, se deslocou, este Domingo, ao campo João d’Abranches Figueiredo.

 

Mas estamos numa área de equipas integralmente amadoras, condicionadas por plantéis que nem sempre têm um número de jogadores folgado. Daí que um calendário extenso proporciona, ao fim de um certo período, lesões que se somam a impedimentos vários, muitas vezes devidos a ocupações profissionais dos jogadores. O próprio Vilacovense só a muito custo conseguiu reunir, para este encontro, onze jogadores, tendo iniciado o jogo apenas com dez. Há, assim, que compreender a situação de hoje da equipa de Aldeia das Dez.

 

Deveriam, com os sete de que dispunham, continuar em jogo até ao fim? Não o defendo, pelo que entendo o expediente da simulação, já que a desproporção de argumentos, perante a diferença entre o número de jogadores de cada equipa, falsearia a verdade desportiva e poria em causa os próprios respeito e dignidade que todos os jogadores nos merecem.  

 

Constituição da equipa do Vilacovense:

 

Paulo Henriques;

Kikas, Tó Cruz, Marco Oliveira e Hugo Ferreira;

Paulo Sérgio, Wilson, Sérgio Gaspar e Paulo Ribeiro;

Dany e Rui Mota.

 

 

Nuno Espinal

 

 


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