publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 01 Janeiro , 2010, 10:01

Vila Cova, zero horas, nasce 2010. Foguetório, bater de tachos e panelas, vozearia por todo o lado. Cinco minutos de alarido. Depois, na rua, tudo regressa à calmaria. O festim, a prosseguir, tem os seus espaços da praxe. Ceias, brindes de bom ano, beijos, abraços e siga a música. Nos lares de cada um as “têvês”, invariavelmente, prendem a minha gente com as finalíssimas de concursos, que se arrastam há semanas. Bate a meia noite e todos nós de olho aberto, todos presos ao mesmo.

 Pois é! Minhas senhoras e meus senhores, eis a globalização pura e dura, eis-nos organizados e ligados, planetariamente, à ideia da importância de um mero “tempo de relógio”. Depois o que muda, em alguns casos, é apenas uma razão de dimensão. Dos aparatos sofisticados, no gigantismo das grandes cidades a um simples bater de tachos e estrondear de foguetes, na pequenez de uma simples aldeia.

 

Nuno Espinal

 


comentários recentes
O meu profundo sentir á minha querida amida Sra D....
os azulejos lhe davam valor e beleza. muito perdeu
Pode publicar. Achamos importante que o faça. Obri...
É uma informação muito importante.Espero que não s...
O texto relaciona.se, de facto, com minha tia e ma...
Sim, de facto Maria Espiñal, minha tia, era escrit...
Minha Mãe sempre me disse que a madrinha dela era ...
Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
Janeiro 2010
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2

3
4
5
6
7
8
9

11
16

19




pesquisar neste blog
 
subscrever feeds