publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 18 Outubro , 2009, 23:40

Departamento de Cultura

 

INSCRIÇÕES A DECORRER            

Esperamos por si!...

Visitas-guiadas em Coimbra

 

Irmã Lúcia

Outubro | 20

Novembro | 17

Dezembro | 29

 

Periodicidade mensal: Terça-feira

Horário: 15h00

Necessário inscrição: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

Acesso: 1,00€ (público em geral); 0,50€ (estudantes até ao 12º ano)*

Público-alvo: Geral e Escolar (todos os níveis de ensino)

Mínimo de participantes: 6

Máximo de participantes: 20

Ponto de encontro: Entrada do Memorial Irmã Lúcia (Rua Marnoco e Sousa)

Informações: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

* O pagamento reverte para o Carmelo de Santa Teresa/Memorial Irmã Lúcia.

 

Coimbra – um outro olhar

Outubro | 21

Novembro | 4, 18

Dezembro | 16, 30

 

Periodicidade quinzenal: Quarta-feira

Horário: 15h00

Necessário inscrição: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

Acesso: Gratuito

Público-alvo: Geral

Mínimo de participantes: 6

Máximo de participantes: 35

Ponto de encontro: Junto à entrada do Museu Nacional de Machado de Castro (Largo Dr. José Rodrigues)

Informações: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

 

Mosteiro de Santa Maria de Celas

 

Outubro | 27

Novembro | 10, 24

Dezembro | 22

 

 

Periodicidade quinzenal: Terça-feira

Horário: 15h00

Necessário inscrição: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura, Rua Pedro Monteiro)

Acesso: 1,00€ (público em geral); 0,50€ (estudantes até ao 12º ano)

Público-alvo: Geral e Escolar (todos os níveis de ensino)

Mínimo de participantes: 6

Máximo de participantes: 35

Ponto de encontro: Entrada do Mosteiro de Celas

Informações: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

 

Panteão Nacional

 

Outubro | 21

Novembro | 4, 18

Dezembro | 2, 16, 30

 

 

Periodicidade quinzenal: Quarta-feira

Horário: 15h00

Necessário Inscrição: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura, Rua Pedro Monteiro)

Acesso: Gratuito

Público-alvo: Geral e Escolar (todos os níveis de ensino)

Mínimo de participantes: 6

Máximo de participantes: 25

Ponto de encontro: Adro da Igreja de Santa Cruz (Praça 8 de Maio)

Informações: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

 

Rainha Santa Isabel

Novembro | 5

Dezembro | 17

 

Periodicidade mensal: Quinta-feira

Horário: 15h00

Necessário inscrição: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura, Rua Pedro Monteiro)

Acesso: Gratuito

Público-alvo: Geral e Escolar (todos os níveis de ensino)

Mínimo de participantes: 6

Máximo de participantes: 35

Ponto de encontro: Adro da Igreja (Terreiro)

Informações: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

 

 

 

Santo António

 

Outubro | 15

Novembro | 12

Dezembro | 24

 

 

Periodicidade mensal: Quinta-feira

Horário: 15h00

Necessário inscrição: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura, Rua Pedro Monteiro)

Acesso: Gratuito

Público-alvo: Geral e Escolar (todos os níveis de ensino)

Mínimo de participantes: 6

Máximo de participantes: 35

Ponto de encontro: Escadaria da Igreja de Santo António dos Olivais

Informações: Telef. nº239702630 (Casa Municipal da Cultura)

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 18 Outubro , 2009, 14:24

 

 

Realizou-se ontem, no Piodão, o IV Capítulo da Confraria Gastronómica do Bucho de Arganil. Longe do brilho da Capítulo realizado no ano transacto em Vila Cova, não deixou contudo, este acontecimento, de constituir uma jornada de convívio entre confrades residentes no concelho e vindos de outras partes do país.

Como destaque deste IV Capítulo refira-se a entronização, ou seja a admissão como novos membros da Confraria, de três vilacovenses: Drª Cidalina Lourenço Antunes, Presidente recentemente eleita da Junta de Freguesia de Vila Cova, Dª Elizabete Lourenço Ribeiro e Dª Isabel Lourenço Martinho.

Uma nota negativa à organização: o excesso de discursos que antecederam a cerimónia de entronização, alguns demasiado longos e que atrasaram a hora do almoço, que só foi servido cerca das 16 horas. A tal ponto que o orador oficial deste IV Capítulo, professor Manuel Fernandes, foi forçado a reduzir substancialmente o tempo da sua intervenção, com naturais prejuízos para o que de substancial nos poderia ter dito sobre a história do Piodão..

Não deixou, contudo, o professor Manuel Fernandes, logo no início da sua alocução, de sugerir que o nome da Confraria fosse alterado, “com intenção de maior abrangência”, para Confraria Gastronómica dos Buchos do Concelho de Arganil, com o subentendimento da existência dos buchos de Vila Cova e Folques.

Um breve comentário sobre o “Grupo Cantares do Alva e Alvor”: Muito bons.

 

Nuno Espinal

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 18 Outubro , 2009, 07:32

A propósito das comemorações das aparições em Fátima e da mobilização que estas cerimónias provocam nos portugueses, recordo um episódio, já lá vão vão 54 anos. Se hoje é fácil uma deslocação ao Santuário, vinda de qualquer ponto do país, derivada dos inúmeros IP’s, IC’s e auto-estradas que ilustram os itinerários de Portugal, naquele tempo tal não acontecia. Qualquer deslocação, mesmo em carro próprio, não deixava de ser, nalguns casos, uma autêntica e penosa odisseia. E se fosse em comboio ou camioneta, nem se fala. Claro está que, para além dos elementos rodoviários não terem a fiabilidade que hoje se lhes reconhece, as estradas contribuíam para que uns meros 200 Km se revestissem de uma autêntica e inesperada aventura. Quais IP’s IC’s ou diabo que os valha.

Pois é, já lá vai mais de meio século. Alguns Vilacovenses resolveram no distante ano de 1955 organizar uma ida a Fátima por alturas das comemorações do 13 de Maio. Deitadas mãos à obra, camioneta alugada, deu-se a partida de Vila Cova no dia 12 pelas sete horas da manhã, já que era necessário aproveitar bem o dia. Oportunidades destas não se podiam desperdiçar, não só pela raridade dos passeios como também pela despesa acrescida que tal situação acarretava para a maioria das bolsas. Pessoal sentado nos seus lugares, a preencher a total lotação da camioneta, aí íamos nós, estrada fora, em direcção a Fátima. Creio que durante duas ou três horas tudo se passou na maior das normalidades. Passados esses primeiros momentos de total entusiasmo, começaram então as contrariedades. Um pneu a estoirar e a provocar algum contido susto pelo estrondo que originou. Pessoal fora da camioneta, procede-se a substituição do mesmo ainda que o sobresselente não aparentasse melhores condições. Tarefa árdua esta, já que os meios disponíveis para o efeito não ajudavam por aí além. Perdida cerca de uma hora, retoma-se a viagem já com os planos alterados com vista ao local do almoço. Mas, enfim, desde que se encontrassem umas sombras aprazíveis, aí se montaria o piquenique e se degustariam as iguarias que eram  apanágio destas situações especiais. Por ser o mês de Maio, o calor já começava a dar os primeiros sinais. O conforto do veículo deixava muito a desejar (imaginem as camionetas da época) e a vontade de chegar a Fátima já causava alguma ansiedade. Estrada fora, novamente um estrondo. Novamente um pneu furado. Já com o sobresselente em uso e não havendo meio próprio de o substituir, apelou-se a uma outra excursão para que emprestassem uma roda compatível de forma a podermos prosseguir. Este forçado interregno demorou duas ou três horas, mas tendo aparecido um caridoso motorista, lá se fez a respectiva substituição. A noite aproximava-se a passos largos e, se não houvesse mais nenhuma contrariedade, chegaríamos a tempo da procissão das velas. Recomeçado o percurso, já só se pensava em chegar ao destino. A ansiedade era mais que muita e a desilusão começava a deixar marcas. Uma jornada que à partida prometia ser de alegria e entusiasmo, dava lugar a alguma frustração. A noite aproximava-se e os quilómetros a percorrer não provocavam preocupação de monta. Eis senão quando, já quase com Fátima à vista, novo estrondo, novo pneu esfrangalhado. Nesta altura a excursão tomava foros de odisseia. E agora? O que fazer? As saídas para esta nova emergência já se afiguravam como inultrapassáveis. Aproximava-se a hora da procissão das velas e nós, numa qualquer estrada sobranceira a Fátima, víamos de longe o clarão das velas no Santuário. Não havia já hipótese de chegarmos a tempo. Esvaía-se qualquer centelha de entusiasmo. Alguém, num desabafo a propósito, dizia que era um inferno. Na inocência dos meus poucos anos, e aproveitando a deixa, referia-me ao clarão provocado pelas velas no Santuário para dizer que parecia o fogo do inferno, provocando uma  contida reprovação nalguns dos peregrinos. Só não levei um tabefe da minha avó porque a circunstância era já de si tão caricata e frustrante que lhe reprimiu a ira. Ali passámos a noite dormitando nos assentos que ocupáramos durante a viagem. Depois, pela manhã, lá apareceu uma outra camioneta que nos levou a Fátima. A partir daqui foi tudo tão banal que a memória se perdeu dos pormenores. Só me lembro que, já nas imediações do Santuário, alguém de nós se perdeu e, no emaranhado da multidão gritava a plenos pulmões…”Ó Vila Cova…” Alguém, condoída da pobre senhora perdida terá perguntado. “oh mulherzinha de Deus, vossemecê donde é que é?”. “Sou da terra da música”, foi a resposta.

Odisseias que há meio século atrás não eram assim tão raras.

Abraços.

Quim Espiñal

 


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