publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 19:53

O Grupo Karate Arganil representado pelo Treinador Carlos Marques marcou mais uma vez presença numa competição internacional, desta vez, em Postdam – Alemanha, nos passados dias 24 e 25 de Julho, onde decorreu o Campeonato Europeu da modalidade.

O atleta e treinador de Arganil viria a ser fundamental na conquista da medalha de bronze na prova de Kumite (combate) por Equipas para a comitiva Portuguesa, tendo contribuído de forma decisiva no desenrolar das eliminatórias para a eliminação das selecções da Suécia e Grécia, tendo apenas sido vencido, pelo atleta Estoniano, que em parceria com os restantes elementos da equipa, viriam afastar os atletas Lusitanos da luta por um lugar mais elevado do pódio.

Afastados da corrida pelo ouro e prata, os atletas portugueses na repescagem para o 3º lugar enfrentaram a comitiva Alemã, que apesar de “jogar” em casa, não conseguiu enfrentar a força de vontade e o querer dos atletas Lusos, que venceram de forma esmagadora os atletas Alemães, designadamente, o Treinador Arganilense que derrotou o seu adversário pelo resultado máximo de 6 a 0, mesmo antes do término do tempo regulamentar para o final do combate.

A título Individual presente na categoria de Kumite + de 80 Kg, Carlos Marques, ficou-se pelo 4º lugar da geral, que a julgar pela dimensão da competição e o número de atletas presentes foi bastante positivo. Contudo, o atleta Luso, medalha de bronze no último Mundial da modalidade (Suíça 2008), tinha por objectivo um lugar de pódio. Assim, apesar da presente classificação o deixar algo amargurado e incomodado, de acordo com as suas palavras, este resultado ainda lhe deixou mais força de vontade para trabalhar e treinar de forma decisiva e objectiva com vista à participação no próximo Mundial a realizar em Portugal em 2010.

ABM

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 18:03

 

Vou continuar a chamar-lhes veraneantes, ainda que haja quem não goste.

“Veraneante, eu?” – Há quem diga. “Venho a Vila Cova várias vezes ao ano, não venho só no Verão!”

Certo. Mas, a expressão veraneante tem, entre nós, uma semântica que não se aprisiona no seu sentido mais literal. Veraneante “vilacovense” será o que, não sendo radicado cá na terra, aproveita dias de que dispõe para os passar em Vila Cova, qualquer que seja a estação do ano em que nos visita.

Por isso, repito, vou continuar a chamar-lhes veraneantes.

 E, como tal, eis dois que se vão manter por uns dias em Vila Cova: José Costa e Abílio Pereira. Vêm agora que é Verão, como virão noutars épocas do ano. 

Sejam bem-vindos!

 

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 15:52

Vivências do passado, projectadas em manifestações de afectos no presente. Teresa Santos, Toneca Gabriel de Almeida e Maria do Céu Mendes são, nesta imagem, o modelo de um ideal de amizade forjado nas traquinices dos recreios de infância desta nossa tão amada Vila Cova.

 

Nuno Espinal  

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 06 Agosto , 2009, 14:29

A evolução do preço de um mero bilhete de futebol foi, desde 1974 até hoje, de um aumento de 1000 vezes. É verdade, nem mais nem menos de 1000 vezes, num espaço de 35 anos!

Ora, o aumento da quota de associado da Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva foi desde 1929 de 400 vezes. Quatrocentas vezes num espaço de 80 anos.

Há dias alguém, nas Tílias, ufanava-se de no próximo Sábado já ter garantido lugar no Estádio da Luz, para assistir ao Benfica-Milão. Preço do bilhete, gasto de gasolina na deslocação, portagens e outras despesas não será menos de uns cento e cinquenta euros.

Esse mesmo vilacovense que não paga os 6 euros de quota anual da Santa Casa há vários anos.

Para quem, como nós, se esfalfa no dia a dia por garantir o êxito de uma causa tão importante para a comunidade, como são os serviços da Santa Casa, este tipo de atitudes dói um bocado. Ou melhor, dói muito!

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 05 Agosto , 2009, 12:34

É da praxe. Juntam-se para a cavaqueira, ali ao “Café do Albano”, e recordam tempos de outrora. São os casais Jorge e Maria Adelina Ferrão, José e Judite Fonseca, José e Amélia Figueiredo Pinto. Verdadeiros “clássicos” dos meses de Agosto em Vila Cova e, sempre que calha, de outros períodos ao longo do ano.

Também o Toneca (António Gabriel de Almeida) lhes vai no encalço. Nos últimos anos a sua Vila Cova é-lhe destino por esta altura. Mas não está ainda satisfeito. Quer que Vila Cova, no futuro, lhe seja muito mais que um simples recurso de verão. De facto, a idade é, pela experiência, uma grande mestra da vida.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 04 Agosto , 2009, 06:15

 

Hoje todas avós, eram jovens debutantes então. Compunham a frente que agrupava a representação do Bairro de São Sebastião, num cortejo onde ainda se incorporavam representações da Praça, do Adro e da Vila.

Eis os seus nomes, desprovidos, na altura, dos respeitosos epítetos que mais tarde viriam a tomar de Senhora Dona ou de Senhora Doutora: Judite, Ercília, Zaida, Lúcia e Dalila.

Como me dizia uma delas “parece mentira, mas já lá vão mais de cinquenta anos…”.

 Vila Cova tinha, ao tempo e relativamente aos dias de hoje, o triplo da população. A receita do cortejo haveria de reverter a favor de melhoramentos na terra. Cada Bairro engalanava um carro de bois e em panos estendidos eram pregadas notas (dinheiro), ofertadas pela população.

Eram tempos, sem dúvida, de grande fervor regionalista. Não que hoje se tenha dissipado, de todo, o que podemos definir de “sentimento vilacovense”. Mas, há que admitir, nada se compara à devoção daqueles tempos.

As espontâneas organizações populares foram substituídas pelo estatuído poder local. O drama, focalizado ao nível da freguesia de pequena dimensão, é a lógica de partidarismo enviesado que acaba por ocorrer. Impera a “fulanização”, quantas vezes oportunista, mentora de divisões da colectividade e envolta em interesses de índole pessoal.

Querem melhor? Ainda faltam mais de dois meses para as “autárquicas” e eis que já se sente um invólucro de crispação.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 08:19

 

 

 

Depois de Sábado ter actuado numa vila do distrito da Covilhã, Domingo à noite a Flor do Alva esteve bem mais pertinho. Precisamente na zona da Ponte do Barril, para participar na Feira de Artesanato promovida pela junta de Freguesia daquela nossa povoação vizinha. É a terceira vez que a nossa Flor do Alva participa naquele evento, arrastando sempre muito público, em especial vilacovenses. A actuação foi bastante conseguida, com destaque para um solo de Liliana Lourenço, que mereceu os maiores elogios dos muitos espectadores presentes.

O Presidente da Junta de Freguesia do Barril, Sr. Rogério Leal, fez uma alocução para agradecer a presença da Flor do Alva, que nestes eventos tem actuado gratuitamente, e referiu a qualidade musical da Filarmónica, endereçando-lhe os Parabéns.

 

Nuno Espinal        

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 02 Agosto , 2009, 07:40

Um Sábado, primeiro de Agosto, marcado por chuva, que só sentiu o dissipar do cinzento ao cair da tarde. Até aí, ruas desertas, sem viv’alma. Mesmo a Várzea da Vila, sem o bulício jovem do acampamento de escuteiros dos últimos dias. Apenas as tendas, alinhadas em círculo, silenciosas. Dia incomum para Agosto.

Mas, de repente chega o Sol. Escuteiros enchem a vila com os seus cantos, gente de Coimbra, convidada para uma sardinhada no Convento, anima a estrada em passeio até à Fonte dos Passarinhos e a Flor do Alva, regressada de uma saída,  percorre a estrada em toque de passe doble.  

Isto sim, até parecia Agosto de outros tempos…

 

Nuno Espinal

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 01 Agosto , 2009, 13:09

“Noites de Verão” anunciadas um pouco por toda a região. De simples arraiais a espectáculos mais sofisticados. Por exemplo: em Arganil “José Cid”, em Oliveira “Ana Moura”. Nem hesitei e Oliveira do Hospital foi o meu destino.

Sinceramente gostei. Cada vez mais a minha eleição vai toda para Ana Moura …

Ondula o corpo em movimentos discretos, de sensualidade subliminar, o que cola na perfeição à voz quente, de alma, sem os tiques que se reclamam da fadistice, sem o alinhamento na tradicional pose de fado. A lusitanidade está lá toda. Nas palavras que canta, no gesto, no corpo moreno.

 

Nuno Espinal

 


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