publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 13 Julho , 2009, 02:03

Casou a minha sobrinha Vera, filha do meu irmão Quim. Um casamento que, nos dias de hoje, se caracterizará como original, pela ausência do estilo faustoso e sumptuoso que, nos tempos que correm, é moda e regra. Sem pompa, em tudo simples, celebrado ao ar livre, trajes informais, em ambiente de proximidade e cumplicidade.   

Lá convivemos, velhos amigos do grupo da “Malta”. Eu, meu irmão Quim, o nosso primo Jorge Augusto Figueiredo Dias e o velho amigo de sempre António Gabriel de Almeida (Toneca). E é inevitável. Quando nos encontramos Vila Cova é sempre tema. E entre os goles de um tinto caseiro, no gosto aparentado aos tintos antigos que jorravam dos pipos de Vila Cova e os deleites das iguarias que o menu disponibilizava, um sentimento comum, um desejo pelos quatro manifestado. Quanto não seria bem-vinda uma boa fatia do nosso Bucho, o Bucho de Vila Cova!

Ah, esta Vila Cova e a força de um passado que tanto nos toca!

 

Nuno Espinal

 


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