publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 06 Julho , 2009, 08:15

Garanto que tenho o maior respeito pelo gosto alheio, mesmo quando em nada é coincidente com o meu. Mas há coisas que me deixam confuso. Michael Jackson? Ouço-lhe as músicas, vejo dele um ou outro vídeo e em nada encontro argumentos para esta tão frenética idolatria, que nem conhece fronteiras e tem espalhamento à escala planetária.

Problema meu? Até seria se importância de maior lhe atribuísse e fosse forçado a concluir de um défice meu em formação e sensibilidade musicais. Mas nem tão pouco o sinto assim. De resto, é sabido que a razão do fenómeno se explica em razões exógenas à própria música. São conhecidas e ligam-se a interesses económicos de discográficas ligadas aos “states”. O poder mediático explica o resto.

Assim sendo, nada de complexos. Até me orgulho dos meus gostos musicais. Minoritários, é certo, em um ou outros géneros. Mas de um ecletismo sem limites. Gosto de tudo desde que gosto. Têm sido anos de vivência, formação e amadurecimento. E é assim que hoje gosto de Fado. Aos poucos entrou-se-me. Sinto-o nas veias, sinto-o porque sinto que sou português. Tem alma. Ao contrário de palhaçadas que vêm lá das “Américas”.

 

Nuno Espinal

 


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