publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 09 Abril , 2009, 01:35

 

No próximo dia 10 de Abril (Sexta-feira, feriado), na Casa Regional, em Vinhó, a partir das 16.00 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:

 

1.º Ponto: Apreciar e votar  relatório e contas relativo ao ano financeiro de 2008.

2.º Ponto: Apreciar e votar 1ª alteração ao orçamento receita / despesa  2009.

3.º Ponto: Apreciar inventário de Bens da Freguesia.

4.º Ponto: Outros assuntos de interesse para a Freguesia

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Abril , 2009, 10:58

Ontem a bandeira da Flor do Alva esteve hasteada na sua sede. Razão? O seu 91º aniversário. Parabéns à "Flor do Alva". 

Notícia e Foto: Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Abril , 2009, 09:55

Casa Paroquial em cujo Salão, no rés-do chão, eram apresentadas as récitas

 

Por Quim Espinal

São sempre enternecedoras as histórias sobre as nossas vivências nos mágicos anos 60 e 70. Histórias da “malta” que nos fazem viajar pelo tempo, na procura daquelas sensações que, por pequenas que fossem, se transformavam logo em motivo de conversa ou paródia durante dias e dias. Salpicadas pelos cenários idílicos que Vila Cova nos proporciona, transformávamos as pequenas coisas, em gratos registos que a memória guardava na gaveta das boas recordações.

Ainda a propósito das nossas récitas, a que nos entregávamos de alma e coração, havia sempre um ou outro episódio que, pelo pitoresco, alimentava os dias seguintes numa sã paródia e divertimento. A “cena” passa-se então no próprio dia da estreia, no velho salão paroquial. Tem como protagonistas o Manel Fernandes e a nossa saudosa Mélita. A dada altura do desenrolar da representação, numa das falas que opunha os actores em questão, a Mélita dizia ao Manel, …”eu sei que tu me amas…”, dando voz a um arrepiante clímax do enredo. Mas, no calor da representação e quiçá, condicionada pela responsabilidade dramática da cena, sai à Mélita um “…eu sei que tu mamas…” ao qual a plateia e restantes componentes da peça reagiram com um abafado fungar de riso. Mas, nada perturbados com a agitação daquele contratempo, lá seguiu a representação que, no final, foi apoteoticamente aplaudida pelos espectadores que sobrelotavam a sala.

Histórias simples da “malta” cá de Vila Cova…Mas era essa simplicidade, numa época em que os acontecimentos éramos nós que os provocávamos, que nos enchiam os dias de plena felicidade.

Obrigado Mélita por teres tomado parte da minha existência. Para ti um enorme manto de pétalas de rosas a servirem-te de leito. E um até sempre de muita, muita saudade.

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Abril , 2009, 02:13

Vilacovense-3    Vila do Mato-1

 

O derby entre o Vilacovense e o Vila de Mato, disputado no Domingo passado, registou uma assistência que foi a mais numerosa desde sempre registada em jogos disputados no campo do Bairro dos Carris. Adeptos oriundos de Vila Cova, na sua maioria, mas também de populações vizinhas, contribuíram com uma impressionante moldura humana, que criou um ambiente empolgante e foi a afirmação de que a confiança na capacidade dos jogadores de “Vila Cova” permanece intacta. E na verdade os jogadores corresponderam em absoluto e foram merecedores da confiança neles depositada, já que se empenharam ao máximo e responderam com bom futebol e uma muito merecida vitória. E isto apesar do Vilacovense se ter apresentado com apenas doze jogadores.

Constituição da Equipa:

Guarda Redes: Paulo Henriques

Defesas: Fábio Leitão, António Cruz (cap), Kikas e Sérgio Gaspar;

Médios: Bruno Alexandre, Bruno Carvalho, Marco Paulo, Paulo Ribeiro e Marco António;

Avançado: Mota.

Bruno Alexandre foi substituído por António Antunes aos 50 minutos.

 Os golos do Vilacovense foram apontados por Mota, aos 20 min., Bruno Carvalho aos 75 min., através de grande penalidade e a desempatar o jogo, já que a equipa do Vila de Mato tinha obtido um golo no início da segunda parte e Paulo Ribeiro aos 85 minutos

 

Os jogadores do Vilacovense e Direcção manifestam o seu agradecimento a todos aqueles que compareceram no baile organizado no Sábado à noite e também a todos os adeptos que apoiaram a equipa no jogo de Domingo. Os jogadores manifestam ainda um louvor para com o seu capitão, António Cruz, que na ausência do treinador, geriu a equipa.

 O próximo jogo disputa-se em Alqueidão, Figueira da Foz, dia 19.

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 07 Abril , 2009, 10:05

Jovens comentam filmes vistos em DVD.

Este ano já vão uns trinta, diz um deles com ar triunfante.

Mas, pelo que me apercebo, todos os outros vão por igual número e um deles até o passa.

Quão diferente está este mundo do de há cinquenta anos! Nem é preciso ir longe.

Esta Vila Cova já serve de exemplo.

 

Reporto-me aos anos cinquenta…O acontecimento era uma festa para a rapaziada e para a aldeia. De quando em vez, uma duas vezes por ano, para aí, surgia o “mágico” que possibilitava as imagens de um filme. Vinha armado de uma maquineta, que fazia rodar uma bobine, onde se enrolava uma fita de metros e metros de comprimento. Quase sempre no Posto de Socorros, lá em baixo, na loja, as imagens pespegadas numa das paredes, a sala cheia de gente, agarrada ao desenvolvimento do enredo.

Frei Luís de Sousa, Super Homem Foguete, Os três da Vida Airada, Fátima Terra de Fé, etc…etc, foram filmes que passaram e que provocaram os mais díspares comentários, pelas lembranças de cenas, ou na conclusão da moral da história. Eu confesso que, na minha meninice, não entendia patavina daquelas histórias. O enredo, o trama em si, passava-me completamente ao lado. Apenas captava fascinado as imagens, o mexer das coisas, as coisas novas que nunca até aí tinha visto. Por exemplo: o super homem foguete. Que extraordinário…um homem voar. Então, todos nós, meninos de 5, 6, 7 anos, brincávamos à ilusão do homem voador.

 

Depois veio a televisão. O homem mágico, da maquineta deixou de vir. Ele e aqueles outros das “comédias” que faziam teatro, palhaçadas e outras coisas mais.

Hoje em casa temos tudo. Televisão, música, filmes, internet, tantas as coisas de que dispomos…

 

Banalizou-se até a surpresa, a surpresa deixou de ser tão surpresa…

Lá fora, na rua, está tudo tão vazio, tudo tão ausente.

E eu sinto a falta do homem da maquineta, das gentes das comédias e dos meninos que na rua sonhavam…

 

Nuno Espinal      

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 06 Abril , 2009, 11:31

No dia 11 de Abril, a Associação Ambiental das Beiras "Alerta" estará presente nos principais supermercados  de Arganil, Oliveira do Hospital e Tábua para tentar sensibilizar os compradores sobre o uso de plástico. Se as gerências autorizarem, os voluntários  distribuirão  folhetos  com o seguinte texto:

 

 

VOCÊ PODE AJUDAR!

 

Como talvez saibam, existem grandes ilhas flutuantes, de plástico, nos oceanos. Como  o plástico se desintegra muito devagar, há milhares de animais marítimos que têm plástico no seu sistema digestivo e morrem. Como este não está feito para digerir este produto inerte, muitos animais são vitimas destas lixeiras flutuantes, criadas pelo ser humano, o animal mais inteligente do mundo (?)! Portugal também tem culpas nesta matéria! No ano passado, a “Associação Ambiental das Beiras ALERTA”  fez uma recolha de lixo nas margens do rio Alva  e em dois dias conseguiu recolher 350 kg de lixo, dos quais 95% eram plásticos de diversos tipos. Hoje a senhora / o senhor vai às compras e, certamente, vai  sair com muitos sacos de plástico. Por favor, reutilize os sacos, ou melhor, não saia da loja com esses sacos. Uma caixa na mala do carro ou um saco dum material natural e resistente podem substitui-los.

 

Este planeta não nos foi dado pelos nossos pais, mas antes foi-nos emprestado pelos nossos netos. Eles vão agradecer-nos por lhes deixarmos um planeta limpo!

Desejamos-vos uma Páscoa Feliz!

 

Associação Ambiental das Beiras ALERTA

Apartado 243404 -909 Oliveira do Hospital 963131256

 

 

assalerta@gmail.com

http://alerta-ambiental.blogs.sapo.pt

http://alertaambiente.no.sapo.pt

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 06 Abril , 2009, 01:57

Os ramos de loureiro foram benzidos pelo Padre Cintra, no Pátio da Igreja do Convento, conforme a tradição…

 

 

Vamos em cortejo, como se fossemos em peregrinação. Vamos todos em Paz – disse o Padre Cintra. E iniciou-se a Procissão…

 

 

 

Fotos: NE


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Abril , 2009, 19:18

Vitória incontestável.

Começou a recuperação...


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Abril , 2009, 08:16

Na foto, da esquerda para a direita:

Na 1º fila: Manuel Fernandes, Quim Espinal, Oliveira Alves, Toneca e Antero Madeira.

Na segunda fila: Abílio Pinto, Filomena Fortes, Fernando Vicente Alves, a saudosa Amélia Caetano, Nuno Espinal, Alberto, Juca, Manuel António e Isabel Madeira.

 

 

O Juiz: Levante-se o réu. Diga lá como é que se chama?

O Réu: A minha graça é Seixo Penedo da Rocha Calhau, Sr. Dr. Juiz…

 

Lembro-me deste palavreado, na peça de teatro que representávamos no velho Salão Paroquial, já lá vão 45 anos. O teatro, com textos curtos e parodiados, era um dos pontos fortes dessas “récitas” que mobilizavam a “Malta” e lhe ocupavam, com os ensaios, parte do tempo das férias grandes.

 

Mas havia outros números, que se preenchiam na música, no ilusionismo, na poesia e por aí fora. Um que fez furor foi a recriação dos “Beatles”, em que eu, o meu irmão, o Zé Oliveira Alves e o Toneca, imitávamos os gadelhudos de Liverpool utilizando o “Twist and Shout” e o “She Loves You”. Os instrumentos musicais, feitos de cartão, acabavam por ser destruídos já no fim do número, perante o gáudio da assistência. Foi um sucesso.

 

Tudo ia acontecendo em estilo muito informal, descontraído, muito brincado. Mas toda esta leveza tinha as suas regras, a sua organização. E lá estava a coordenar os ensaios o velho Manel Fernandes, sempre companheirão, mas disciplinador quanto bastasse para que o barco chegasse a bom termo.

 

O Manel era ao tempo seminarista e apesar de ter ideias abertas e não ser propriamente um ortodoxo, havia da nossa parte, perante a sua condição religiosa, um certo cuidado, um evitar palavrões e certas conversas passíveis de lhe colidir a sensibilidade.

 

Lembro-me de um dia a Juca, em pleno ensaio, ter dito: Ó Manel, temos de fazer um intervalo, há quem esteja aflito para fazer xixi.

Responde de pronto o Manel: Ó Juca, estamos num meio rural, sem as afectações lá da cidade. Por isso aqui não há xixi e cócó, é mijar e cagar!

 

 

Nuno Espinal

 

 

Nota: O Encontro da Malta, dia 2 de Maio, continua a crescer de adesões. O Manel Fernandes é um dos que vai estar presente.

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Abril , 2009, 15:49

O Pedro é o quinto (de esquerda para a direita) na primeira fila

 

O Pedro Abranches de Figueiredo já é um atleta de eleição. Nos sub-catorze da selecção do distrito de Coimbra, em basquete, é uma peça chave na performance da equipa. E porque somos do distrito de Coimbra estamos cheios de ganas de apoiar o Pedro. Alinhasse até por outro distrito. Estaríamos com ele. O sangue que lhe corre nas veias é muito de Vila Cova. Força Pedro!

Nuno Espinal

 


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