publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 22 Abril , 2009, 05:59

Encontra-se internado no Hospital de Oliveira do Hospitl o Sr. Silvino Martins (avô do Presidente da Filarmónica Flor do Alva, Sr. Raimundo) a quem desejamos rápidas melhoras.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 21 Abril , 2009, 00:55

Texto: Carlos Antunes

 

Mais um jogo disputado com muita vontade de vencer, mas por falta de sorte o Vilacovense não saiu de Alqueidão com uma vitória, o que entristeceu jogadores e equipa técnica pois foi um bom jogo, com muitas oportunidades de golos para ambas as partes, mas há que salientar a equipa de arbitragem a favorecer a olhos vistos a equipa da casa.

Numa tarde de sol, com alguns adeptos do Vilacovense que, apesar da longa distância, não deixaram de apoiar e incentivar a sua equipa.
No decorrer da partida o Vilacovense parecia estar a jogar em casa e logo aos 18 minutos Marco Gonçalves pôs o Vilacovense em vantagem no marcador. Aos 25 minutos a equipa da casa empatou o jogo o que não desmotivou o Vilacovense. Aos 32 minutos a equipa da casa volta a alterar o marcador ficando na frente (2 -1). Antes do intervalo (aos 41 minutos), o Vilacovense volta a marcar com um golo de António Cruz (capitão de equipa) que faz o empate a dois golos. Na segunda parte o jogo continua a ser bem disputado entre ambas as equipas, mas com a ausência de golos.

Aproximadamente aos 75 minutos, com um dos graves erros da equipa de arbitragem, o Vilacovense fica reduzido a 10 jogadores com a expulsão de Marco Gonçalves que pela terceira foi atingido com gravidade (podendo causar grave lesão ao nosso atleta) e ao apelar o bom senso do árbitro da partida que era a terceira vez que estava a ser agredido consecutivamente este mostra-lhe o segundo amarelo o que dá origem ao vermelho e posteriormente a expulsão do jogador sem razão. Encontrando-se o nosso jogador lesionado no terreno de jogo, necessitando de assistência, o árbitro dá ordem de entrada ao nosso massagista Fernando Figueiredo, o qual comparece, qual não é o espanto de todos, quando o Sr. árbitro auxiliar levanta a bandeirola e pede a expulsão do massagista, sem este ter feito nada para tal, apenas cumpria ordens do árbitro da partida e foi expulso sem qualquer esclarecimento do árbitro, mais uma injustiça em campo prejudicando o Vilacovense.

O Vilacovense, mesmo reduzido a dez elementos, não esmoreceu e continuou a jogar para um só objectivo...a vitória. Aos 87 minutos Marco Paulo com um potente remate leva a bola à trave, com mais uma grande falta de sorte.
 Foi uma boa partida, tendo a equipa de arbitragem como factor principal no resultado prejudicial ao Vilacovense. Uma curiosidade a salientar é que os árbitros, sempre que o Vilacovense se desloca a Alqueidão, são sempre os mesmos.

 

Constituição da equipa:

 

Guarda-redes: Paulo Henriques;
 Defesas: Kikas, António Cruz (capitão), Filipe e Sérgio Gaspar;
 Médios: Bruno Carvalho, Marco Gonçalves, Marco Martins, Paulo Ribeiro;
 Avançados: Wilson e Rui Mota.
 Suplentes: Hugo Ferreira.
 Substituições: Sai Sérgio Gaspar e entra Hugo Ferreira aos 70 minutos.
 Massagista: Fernando Figueiredo.
 
 
Directores presentes:

 

Carlos Antunes, António Cruz (jogador) e Paulo Ribeiro (jogador).
 

Próximo jogo: G.D.Vilacovense - Paradela (Lorvão) terá início às 16h00 no campo do Vilacovense.
  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 20 Abril , 2009, 01:58

 

A Flor do Alva 2009 já está em pleno afã. Actuações não lhe faltam e depois da de Vila Cova, Domingo passado, actuou na Segunda-Feira seguinte em Vinhó e este fim de semana em Aldeia Nova, perto de Trancoso.
Muitas mais se vão seguir e com elas directores e músicos vão levar o nome de Vila Cova de Alva a muitas localidades de Portugal.
 
Fábio Leitão

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 19 Abril , 2009, 23:32

 

Olá Nuno
 
Já por várias vezes me questionei sobre a existência de documentos que pudessem testemunhar os programas das Récitas que levávamos à cena, habitualmente no dia 8 de Setembro, no salão paroquial. Foi com alguma emoção que vi esta minha questão respondida hoje no Miradouro (onde mais podia ser?). E os textos que eram representados, que será feito deles? Alguns, recordo-me bem, eram extraídos dos livros do "Menino Tonecas", verdadeira fonte de "estórias" mais ou menos hilariantes, de fazer inveja a um qualquer programa dos "malucos do riso"... E os que suportavam as peças de teatro e as actuações dos jograis, será que alguém conhece o seu paradeiro? Deixo um desafio à "malta" no sentido de os tentarmos encontrar/recuperar, para, também eles, serem documentos da História recente da nossa Vila Cova.
 
Grande Abraço
Antero Madeira.

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 19 Abril , 2009, 22:37

Com árbitros destes...nem o Porto ganha no Alqueidão.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 19 Abril , 2009, 11:46

 

A minha amiga Luísa Jordão fez-me chegar, com a sua habitual generosidade, um folheto que em Setembro de 1965 serviu de propaganda à récita que o grupo da Malta, de então, levou a efeito no Salão Paroquial.
Trata-se de um documento que tem a sua importância para a história contemporânea de Vila Cova, na medida em que é uma referência a uma época que nos meses de Verão adquiria uma caracterização muito própria.
Ainda me lembro de algumas das peripécias vividas na exibição de vários números da récita. Por exemplo, o “telejornal” foi dito por mim e pela Juca. Em um simples cartão foi recortado um rectângulo a simular um ecran de televisão. Eu e a Juca, cada um de sua vez, atrás do improvisado ecran, com um foco de luz apontado, líamos umas larachas humorísticas por nós escritas, sobre vivências de terra. A coisa até estava a correr bem até que a Juca, sabe-se lá porquê, desatou incontroladamente a rir, sem conseguir parar. Foi de tal maneira que contagiou a assistência. E então, quanto mais a Juca ria mais riam os espectadores e quanto mais riam os espectadores mais ria a Juca. Acabou por ser o momento mais hilariante da noite.
A récita contou ainda com um protagonista indesejado. O apagão, que várias vezes fez a sua aparição. De facto, de quando em quando ocorreram cortes de electricidade, típicos naquela época (ainda hoje), mas o espectáculo lá ia decorrendo, já que a luz tornava a reaparecer. Num desses momentos de escuridão ouve-se, em pleno Salão uma voz de falsete a gritar: “Estou a ser apalpada”. Caro, foi uma risota pegada. Só que houve quem não gostasse. Uma senhora mais preconceituosa chegou mesmo a dizer: Vejam lá, que impropério…com o Senhor Prior presente…que falta de respeito a Deus…
O espectáculo terminaria (o programa foi alterado) com uma monumental Serenata de Coimbra. Terminaria mas não foi assim que terminou. Quando em palco, eu o meu irmão, o Oliveira Alves e o Toneca, trajados com improvisadas capas à estudante, nos preparávamos para atacar (tudo em play back) os primeiros acordes do Fado Hilário, faltou em definitivo e luz. Após alguns minutos de espera deu-se, sem serenata, a récita por terminada.
Ao outro dia a Comarca de Arganil noticiava o espectáculo. O redactor tinha tido acesso ao programa e tinha obtido informações complementares. Só que não tinha assistido à récita. E então escrevia mais ou menos assim.
“A recita terminou com chave de ouro, com uma monumental Serenata de Coimbra, em que seis conhecidos fados emocionaram a assistência.”
 
“Tantas saudades, meus Deus…”
 
 
Nuno Espinal
 
 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 18 Abril , 2009, 00:32

Há alguns anos desloquei-me a Vila Cova com o meu irmão no começo de Primavera, para tratar de assuntos familiares. Nessa altura ainda o meu irmão tinha a casa em obras e, por isso, fomos pernoitar em casa de uma prima nossa, no Calvário, lá bem em cima. De qualquer parte do Calvário se desfruta de magnífica paisagem sobre Vila Cova que, pródiga em colorida vegetação, nos proporciona múltiplos encantamentos para os sentidos. Dali se pode avistar a parte ocidental da aldeia onde pontua, bem visível, a Igreja Matriz e a sua orgulhosa torre. No lado oposto, simbolizando tempos mais recuados carregados de história e acontecimentos, a Igreja do Convento, de cuja torre os sinos nos transmitiam sensações de doce e saudosa melancolia. Tudo isto absorvia intensamente já que, por motivo do meu afastamento físico de Vila Cova, por razões de vária ordem, sentia o retornar de gratas memórias que toda aquela envolvência provocava.

Dormi, nessa noite, com já há muito tempo o não fazia. Um daqueles sonos que dão para se acordar como se fossemos a mais feliz das pessoas ao cimo do planeta.

Pela manhã, após aquela bem temperada noite, abro a janela do quarto e o deslumbramento é total. O Sol beijava a mata do Convento, emprestando-lhe tons doirados, matizando o verde das copas daquelas árvores centenárias de um colorido inebriante, subjugando de imediato os sentidos. Da terra afloravam-nos odores ímpares, que a frescura que a noite deixara, fazia ressaltar. A janela, aberta de par em par, servia de porta a um espectáculo de cor e aromas silvestres que entorpeciam o corpo, numa extraordinária dança de imperdíveis sensações que o chilrear alegre dos pássaros completava. Absorvia intensamente toda aquela frescura da Natureza como se tivesse receio que depressa se extinguisse todo esse êxtase. Retive o mais que pude nos meus olhos o espectáculo que me era dado observar. Os pulmões cadenciavam uma respiração prolongada numa tentativa de purificação do corpo e da alma. Sensações a que a lembrança dos nossos pais e avós mais acentuava. É esta a Vila Cova que sempre recordarei, onde a “malta” das férias grandes ocupa um lugar de eleição.

E, para além das brincadeiras que no dia 2 iremos recordar, estará sempre presente a magia dessa aldeia que a Mãe Natureza privilegiou. Evoco aqui o nosso Grande Fernando Pessoa, que tão bem ilustrou a sensação que um sino de aldeia desperta…

Oh Sino da minha aldeia

Dolente na tarde calma

Cada tua badalada

Soa fundo na minh’alma

 

Até breve amigos.

Quim Espiñal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 17 Abril , 2009, 09:54

Assim o permita o tempo e o almoço de confraternização do “encontro da malta” será realizado no acolhedor cenário da Senhora da Graça. (Um obrigado à Srª Dª Natália de Figueiredo pela disponibilidade do espaço). Claro que há alternativa, caso as condições atmosféricas não estejam pelos ajustes. Mas, será mais adequado ao espírito do “encontro” que o convívio tenha como guarida a Senhora da Graça. Para todos nós há naquele local recordações de velhas “estórias”, muitas delas ligadas a velhas paixonetas e vivências amorosas. Quantos corações não foram gravados em muitas das seculares árvores do local e da própria mata do convento, corações com nomes escritos dos tão apaixonados “Romeus e Julietas” de então?

 

Mas deixemo-nos de reminiscências provocadoras de velhos “ais” apaixonados e de projecção tão poética e passemos a algo bem mais prosaico. Os “comes e bebes” usando linguagem bem conforme e sugestiva. Ora, o que está previsto como ementa gastronómica é nem mais nem menos do que um apurado porco no espeto, acompanhado de arroz de feijão. Em cheio na marca rural que deve vincar a jornada. E para reforçar a coerência “tigelada e arroz doce”, bem à moda de Vila Cova.

 

E animação, perguntarão alguns? É que festa que é festa não passa sem animação…

Ora, meus amigos, quanto à animação, mal seria se não fôssemos nós próprios os principais animadores. Mas ainda assim vamos contar com reforços. Jovens músicos da nossa Flor do Alva e um castiço acordeonista, típico cantador da desgarrada à moda antiga.

 

Um outro pormenor, para alguns que eventualmente não tenham garantida ainda “dormida”. Aqui vos deixamos números de telefone a que podem recorrer:

 

Pensão Residencial Victocális
Tel:235729383
 
Eusébio Moura Santos
Telem:969665588
 
Manuela Antunes
Telem:963319343

 

E pronto, posto isto já nem falta assim tanto tempo para que o nosso encontro se concretize. Não tarda e lá teremos de preparar mala e bagagem. Tragam o que vos aprouver, claro, mas acima de tudo tragam muita alegria e boa disposição. Vão-se preparando…

 

 

 

Nuno Espinal    

 

    

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 16 Abril , 2009, 08:50

Os lugares de culto parecem estar no topo das preferências dos larápios da região, pela reincidência com que têm sido assaltados. Aconteceu, uma vez mais, que as Capelas de Vinhó e Casal de S. João foram de novo violadas pelos amigos do alheio, na noite de terça para quarta, ainda que os bens furtados se resumam a umas parcas moedas de esmolas que retiraram de uma delas.

 

Manuela Antunes

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 16 Abril , 2009, 08:29

 

Veio bem a propósito, face ao nosso registo de ontem no Miradouro, o artigo que chegou ao nosso conhecimento, publicado na revista “Proteste”-DECO, do mês de Abril, sobre a investigação das condições e requisitos mínimos de cerca de trinta praias fluviais e que foi efectuada entre Julho e Setembro de 2008. Nestas praias estão incluídas as de Coja e de Avô.

Assim, segundo os dados daquela revista, as águas do Caneiro de Coja estavam classificadas com boa qualidade, o mesmo não acontecendo com as águas da praia de Avô, as quais denunciavam presença de salmonelas. Posteriormente, contudo, e após denuncia daquela revista, as águas da Praia de Avô foram analisadas pela “Administração Regional de Saúde”, tendo a qualidade melhorado, pelo que a referida praia não foi interditada.

Existe ainda uma outra praia nas cercanias de Vila Cova, a de Pomares, que, segundo a pesquisa que desenvolvemos, apresenta muito boa qualidade de águas, bem como de outros requisitos, como primeiros socorros, chuveiros e sanitários.

O Miradouro promete estar atento a esta questão e informar os seus leitores com dados actualizados, como medida de acautelamento e prevenção sanitária, em especial para os meses que se aproximam de maior frequência destas praias.

 

Nuno Espinal

 


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