publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 08 Março , 2009, 22:27

 

 

Faleceu hoje, dia 8, em Arganil, onde estava internada na Unidade de Apoios Continuados, dos serviços da Santa Casa de Misericórdia daquela localidade, a Sª Dª Fernanda Caetano, de 89 anos de idade, natural de Vila Cova.
A falecida era viúva do Sr. Alfredo Caetano e mãe do Sr. Fernando Caetano, residente em Coimbra.
O funeral realiza-se amanhã, às 15 horas, para o cemitério de Vila Cova.
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 08 Março , 2009, 17:34

 

À hora que publicamos este apontamento, a Flor do Alva percorre as ruas de Vila Cova em acção de peditório para a aquisição de instrumentos musicais.
De entre os instrumentos musicais a adquirir, cuja estimativa ronda cerca de quinze mi euros, consta uma tuba, instrumento caro, mas imprescindível para uma melhor qualidade musical da Banda.
Entretanto, a Flor do Alva mantém em grande actividade a “escola de música”, da qual sairão futuros executantes, o que torna necessário o aumento do património instrumental da Banda.
 
Nuno Espinal

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 08 Março , 2009, 16:00

 

O Sr. Manuel Ribeiro dedica a sua mãe, Dª Ester Ribeiro, hoje aniversariante, este poema:
 
 
 
Querida mãe:

...O que nos une às mães
É muito mais do que laços afectivos.
É o DNA da alma feminina
que dia-a-dia nos encobre de carinho
e afecto.
Nesse dia tão especial
Vamos agraciar com nosso amor
Esta pessoa tão maravilhosa
Que sempre está ao nosso lado
em todos os momentos.
Mesmo para aqueles em que a partida
de sua mãe foi inevitável.
Não se preocupe...
...O importante é que ela partiu
definitivamente para o seu coração.
Para aqueles que ainda têm suas mães
Aproveitem todos os minutos ao lado delas e
demonstrem o quanto as amam.
O melhor presente não vende em qualquer loja.
É gratuito, vendido no mercado da alma.

muitos parabéns…
adoro-te
beijos
 
Manuel Ribeiro

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 08 Março , 2009, 02:40

Oliveira do Hospital 9  Vilacovense 1

(Jogo disputado Sábado, às 19 horas)

   

Quando se realiza um jogo treino, (e amigável) qualquer que ele seja, fica quase sempre a ideia de que as equipas envolvidas se terão aplicado menos do que do que o fariam se de um jogo com outros contornos se tratasse. Não foi isto, no entanto, o que aconteceu no jogo que opôs Vilacovense e Oliveira do Hospital. De parte a parte houve entrega, total empenho dos jogadores, num jogo agradável de seguir, sendo patente, até pelo resultado, a diferença que separa as duas equipas, diferença que se explica, em especial, pela dimensão e estrutura em que cada uma se define.

Porque é na dimensão e estrutura de cada equipa que o desnivelamento do resultado se pode e deve justificar. O Futebol Clube de Oliveira do Hospital é uma equipa de cidade, com campo relvado e medidas de outras proporções, com jogadores que treinam quatro vezes por semana e recebem salários. O Vilacovense, ao contrário, é uma equipa de uma pequena aldeia, que milita em campeonatos do Inatel, jogadores totalmente amadores, e que nunca treinam, só se encontrando nos jogos que realizam.

Ainda assim, mau grado a diferença de condições e organização, o Vilacovense ripostou quanto pôde e não deixou de exibir, a espaços, bons apontamentos de jogo, com entrosamento entre os jogadores e preocupação de posicionamento táctico, o que é de apreciar em jogadores de nível meramente amador.

A grande pecha dos jogadores de Vila Cova emergiu da falta de “velocidade, pernas e pulmões”, facto explicável pela ausência de treino e trabalho ao nível de preparação física. Por outro lado, as diferentes dimensões do campo e alguma desadaptação ao relvado, terão pesado no rendimento dos jogadores de Vila Cova. E a ideia que do jogo fica é tão só esta. Não fossem estes senãos, frutos das tais desigualdades de dimensão e estrutura, é quase certo, avaliando as capacidades técnicas e compleição atlética de alguns jogadores do Vilacovense, que o resultado seria bem diferente.

 

Nuno Espinal

  


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