publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 19 Dezembro , 2008, 23:30

 

Muito perto do local do acidente que vitimou mortalmente o Sr. Jorge Santos, ocorreu esta manhã (Sexta Feira) um outro acidente de automóvel, na estrada Barril/Coja, na sequência de um despiste que implicou a queda por uma ribanceira do veículo conduzido pelo Sr. José Leitão, natural e residente em Vila Cova. Tanto o condutor como sua esposa, que o acompanhava, saíram ilesos do acidente. O veículo logo no início da queda foi sustido por uma árvore o que impediu consequências graves para a integridade física dos ocupantes.
No veículo seguia ainda Dª Lídia Portugal, que por precaução foi conduzida aos Hospitais da Universidade de Coimbra, ainda que não se suspeite de qualquer problema de gravidade.
O despiste, ao que o Miradouro apurou, foi ocasionado pelo piso escorregadio da estrada.
 
Fábio Leitão

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 19 Dezembro , 2008, 21:46

 

 

Se a memória me não atraiçoa a minha tia Helena fará hoje 77 anos.
Através do Miradouro aqui lhe envio um beijinho de PARABÉNS desejando que passe um dia muito feliz e que seja por muito e muitos anos.
José Carlos Gabriel.
 
Nota do Miradouro: Tem toda a razão, Sr. José Carlos Gabriel. A sua tia faz mesmo hoje 77 anos. Aproveitando a sua boleia, também nós, aqui no Miradouro, saudamos a sua tia com efusivos Parabéns. 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 19 Dezembro , 2008, 00:58

 

 

Discute-se e reivindica-se, desde há muito, a emancipação, em toda a sua plenitude, da mulher. Muito justamente. Mas, desenganem-se os que julgam que a igualdade de género se obtém exclusivamente pela alteração das condições materiais a ela inerentes.
É na criação de novos comportamentos e na mudança de mentalidades que a emancipação social se pode ir alcançando.
Ainda assim, a mudança das estruturas sociais é, nas suas consequências, um passo mais na obtenção de um ganho.
 
Fica aqui um registo histórico (a qualificação é minha) do que terá significado a alteração a uma regra típica de usos e costumes retrógrados: Mulheres na Irmandade da Santa Casa era coisa proibida. Até que:
 
“Aos dezasseis dias do mês de Junho de mil novecentos e setenta e quatro, reuniu na Igreja da Misericórdia a Mesa desta Instituição e respectivos Irmãos/…/.
 O primeiro assunto a ser apresentado foi o dar-se conhecimento dum ofício da Direcção Geral de Assistência Social, que segundo as suas instruções,  deverá ser alterado o artigo 4º do capítulo II dos nossos Estatutos a fim de permitir, a partir desta data, que todas as mulheres possam ser admitidas como Irmãs desta Santa Casa da Misericórdia, ficando com os mesmos direitos de qualquer indivíduo masculino, inclusive o poderem desempenhar ou ser eleitos para qualquer lugar da Misericórdia /…/ o que foi aprovado por unanimidade”.
 
Resta acrescentar que a Assembleia (constituída só por homens) que aprovou a proposta foi a primeira que se realizou após o 25 de Abril.
 
 
 
Nuno Espinal

 


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