publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 06 Novembro , 2008, 23:43

 

Pois é. Vila Cova do Alva tem destas coisas. Desperta sentimentos e admiração. E quem por lá passa e se detém a observar os seus encantos, faz logo a promessa de retornar e interagir com toda a sua envolvência.
Todo o património histórico que lhe pertence, devia, por quem de direito, merecer uma atenção mais profunda, de modo a que toda a sua riqueza patrimonial se revalorizasse e ocupasse o lugar que o rigor da tradição lhe impõe.
Todas as colinas que a rodeiam, manchadas de verdes e frondosas árvores, de cujo ventre brotam águas puras e cristalinas, com o rio Alva a serpentear a seus pés num deslizar incessante e inesgotável, e muitos mais atributos que lhe são mais que devidos, dariam para transformar Vila Cova de Alva numa estância de veraneio de excelência.
Apetece-me plagiar uns versos do poema Viagens na Minha Terra de António Nobre:
 
“Ó Vila Cova da minha infância
Não sei que é, amo-te à distância,
Amo-te mais quando estou só…”
 
Um abraço
 
Quim Espiñal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 06 Novembro , 2008, 00:48

 

Vila Cova parece estar na moda. Pelo menos bem badalada tem sido nos últimos tempos. Provam-no os espaços que lhe têm sido dedicados em jornais (e não só os regionais) com destaque para os artigos de abordagem histórica que a Comarca de Arganil tem publicado nas suas últimas edições, da autoria da Professora Regina Anacleto.
Justo é, contudo, que se atribua ao 3º capítulo da Confraria do Bucho razão desta súbita ribalta.
A ver vamos se tanto “parlatório” não se emudece nos tempos. Por isso, que venham os frutos, ainda que para já os egos vilacovenses razões tenham para algum inchaço.
Ora vejam só este breve excerto retirado de um dos “Bilhetes Postais, regularmente escritos na “Comarca”, pela pena de António B. C. Cardoso.
 
Quarta-Feira/Vila Cova de Alva: Foi uma novidade para mim esta linda vila. Já tinha por lá passado duas ou três vezes. Passando somente pela estrada que atravessa a terra não nos apercebemos de tanta riqueza histórica que se encontra em péssimo estado, como dizia a Professora Regina Anacleto, mas a «gritar»:- cuidem de mim, eu sou a história do passado, que tenho de estar presente no futuro. O bucho serviu, nesta realização do seu 3º Capítulo, para dar a conhecer a terra e alguns dos seus monumentos, que se saúda fortemente. Para já abriu-me o apetite para lá passar um dia e saboreá-la com outros olhos.
 
 
Nuno Espinal
 

 


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