publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Outubro , 2008, 22:57

 

O Grupo Coral da Juventude da Flor do Alva está em pleno processo de afirmação. A promissora estreia na Missa em honra da Padroeira da terra, no passado mês de Setembro, foi um referente que lhes deu ânimo e vontade no objectivo da sua consolidação. Empenhamento e dedicação não lhes falta. O tempo ditará o resto e com o somar de ensaios e actuações o grupo ganhará a estrutura e qualidade que potencialmente já se lhe reconhece. Para que o êxito seja uma realidade deve salientar-se ainda a trabalho do Maestro Ricardo Calado. Disciplinador, decidido e confiante é um verdadeiro pilar para a motivação destes jovens.
O repertório que estão a ensaiar, para exibição no III Capítulo da Confraria do Bucho, é atraente e ambicioso. O “Hino da Alegria”, “A Queda do Império”, “A Cantiga do Pastor”, “A Vaca e o Fogo” e a Flor de Trigo” são melodias conhecidas, mas não fáceis de interpretar. Mas, vão conseguir. Eu, por mim, não duvido.  
 
 
Nuno Espinal  
 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Outubro , 2008, 14:18

 

Casou hoje, com 26 anos de idade, na Igreja Matriz de Vila Cova, a vilacovense Tanya Charlene Ribeiro Rodrigues, licenciada em Gestão e Planeamento de Turismo e actual funcionária do Millenium, em Coja.
O noivo, Nelson Afonso Marques Fernandes, é natural do Pisão e tem 29 anos de idade.
A Tanya é filha de Srª Dª Manuela Santos Ribeiro e neta do Sr. Fernando Santos Ribeiro e da Srª Dª Emília Georgete dos Santos Ribeiro, todos naturais de Vila Cova.
Foram padrinhos, por parte da noiva, seu irmão, Sr. Fábio David Santos Ribeiro e a Srª Dª Grace Rodrigues.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Outubro , 2008, 00:19

 

Corria o ano de 1953 quando o casal Mário Mendes Madeira e Delfina Benedita Neves Madeira teve o seu segundo filho, o Antero Manuel Neves Madeira.
Dois meses depois do nascimento em Lisboa, era baptizado na Igreja Matriz de Vila Cova de Alva a 08 de Setembro.
Casado com Maria João Macara tem 2 filhas, a Marta, Professora Auxiliar no Colégio Valsassina em Lisboa e a Madalena finalista do curso de Arquitectura da Universidade Lusíada. Depois de ter cumprido o serviço militar na Força Aérea Portuguesa como Controlador de Tráfego Aéreo, iniciou a sua vida profissional mantendo-se sempre ligado a empresas multi-nacionais do ramo dos materiais de construção civil (área dos sistemas de alumínio para caixilharia e fachadas de edifícios), que o levaram até França, onde desempenhou funções como Consultor de Marketing na Technal França. 
Actualmente desempenha funções de Técnico de Marketing na Empresa Reynaers Aluminium-Portugal.
Para manter a forma física escolhe o Cicloturismo, o Golfe e o sofá...para ver o seu Sporting. A Pintura enche-lhe os olhos, o Jazz os ouvidos e o Bucho o paladar.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Outubro , 2008, 00:28

 

Tudo parece indicar que a cerimónia de Entronização do III Capítulo da Confraria do Bucho, com data marcada em 11 de Outubro para Vila Cova, se venha a realizar na Igreja da Santa Casa de Misericórdia. Após terem estudado várias alternativas para a realização daquele acto, membros da Direcção da Confraria e da Comissão Organizadora do III Capítulo parecem inclinar-se, por maioria, para aquele edifício histórico, conquanto com condições nada comparáveis às de que dispõe a Igreja do Convento.
Muitos vilacovenses interrogam-se do porquê do Episcopado de Coimbra em não permitir a utilização da Igreja do Convento de Vila Cova para a cerimónia de entronização, cerimónia em nada ofensiva ao espírito sagrado que é, obviamente, e esse aspecto ninguém tem o direito de questionar, primado de uma templo católico. De resto, ainda há poucos anos, foram exibidos espectáculos na Igreja de Folques, como a “Ópera do Malandro” e o “Auto de Maria Parda”, que merecem, estes sim, interrogações e muitas dúvidas do ponto de vista de preservação do sagrado.
A não utilização da Igreja do Convento, nesta cerimónia, impede que aquele templo seja motivo de alguma visibilidade, que poderia contribuir para que o estado de degradação contínua em que se encontra merecesse a atenção de entidades com capacidade de intervenção ao nível da sua recuperação.
Conquanto esta contrariedade, os organizadores do III Capítulo da Confraria mantêm-se optimistas relativamente ao melhor êxito que pretendem para este acontecimento.
 
 
Nuno Espinal
  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Outubro , 2008, 00:01

Maria Palmira Morais Barreiras
 
Natural de Stª Eulália, é casada com o vilacovense Laurentino Marques da Costa.
É licenciada em História, pela Universidade de Coimbra, com pós-graduações em Ciências Documentais na área de Biblioteconomia e em Cultura no âmbito das Autarquias.
Foi funcionária da Câmara Municipal de Arganil durante 25 anos, sendo responsável pelos serviços das Bibliotecas de Arganil durante 15 anos e da de Coja durante 10 anos.
Na situação de aposentada actualmente, dedica o seu voluntariado à causa da solidariedade social, sendo membro da Mesa Administrativa da Irmandade da Santa Casa de Vila Cova do Alva.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 02 Outubro , 2008, 01:39

 

Temos todos um rio na lembrança,
E alguns é um rio inteiro a sua vida.
Um rio que não seca e não descansa,
E é uma força perdida
Entre montanhas de desconfiança.
 
Miguel Torga, Diário IV, 1949
 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Outubro , 2008, 09:02

 

O Rancho “As Flores” de Casal de S. João é um dos destaques da programação do III Capítulo da Confraria do Bucho.
Divulgamos alguns apontamentos sobre o historial do grupo:  
 
O Rancho de Folclore “As Flores” de Casal de S. João foi fundado em 1986 e insere-se nas actividades culturais da Associação de Moradores de Casal de S. João, a qual é presidida por Arménio Santos. Integra cerca de 35 elementos.
Organiza todos os anos o seu próprio Festival de Folclore e percorre o País de Norte a Sul. Este ano, por exemplo, teve actuações em Felgueiras, Coimbra, Almeirim, Odivelas, Grândola e em localidades na nossa região, entre elas Vila Cova de Alva e Arganil. Torna-se, assim, um verdadeiro embaixador da cultura folclórica de Casal de S. João e ainda da própria freguesia de Vila Cova de Alva.
Não é fácil manter em actividade um agrupamento com estas características, essencialmente pela fraca participação dos mais jovens, pouco motivados em actividades deste género. Ainda assim, o grupo caracteriza-se, em termos de componentes, por um ecletismo etário, com alguns jovens a integrá-lo.
No próximo dia 18 de Outubro o Rancho “As Flores” festeja os seus 22 anos de existência.
Entretanto, neste momento, o grupo já está a ensaiar a sua actuação no III Capitulo da Confraria do Bucho.
Entre as possíveis modas a apresentar contam-se o “Fado á moda antiga”, o “Vira”, e ainda “Olá, esteja quedo”, “Cabelo entrançado”, “Enleio”, “A Branquinha”, “Tricanas”, “Milho Verde” e algumas marchas. A festa promete.
 
 
António Tavares

 


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