publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 21 Julho , 2008, 23:02

 

A beleza da Laura Marques Veloso, só por si, apela à publicação da foto. Mas há, para além desta, uma razão de monta que prevalece. É que a nossa linda bebé foi baptizada na Igreja Matriz de Vila Cova, no Sábado passado.
Correm-lhe no sangue “genes” bem vilacovenses por parte da mãe, Leonor Maria Castro Santos Marques. Quanto ao pai é de Tondela, de nome Paulo Jorge Mota Veloso.
E mal seria se não nos referíssemos também aos “babados” avós maternos da Laura, Mário Luís Marques e Adelaide Castro Marques, residentes em Vila Cova.
E porque se trata de um baptizado aqui vão ainda os nomes dos padrinhos, os vilacovenses Hilário Miguel Costa e Elisete Costa.
A todos muitos Parabéns.
E para a Laura um beijinho muito terno de toda a equipa do Miradouro.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 21 Julho , 2008, 00:00

 

O Vilacovense foi afastado do Torneio de Futsal que se disputa em St. António de Alva. Duas derrotas neste fim de semana ditaram a eliminação.
No primeiro jogo, disputado Sexta Feira, contra o G. D. Malhadense, a equipa de Vila Cova foi derrotada pelo resultado de 8-6. O jogo foi bem disputado, sendo de realçar os 4 golos apontados por Marco António, cabendo os restantes 2 a António Cruz.
 
No Sábado o Vilacovense defrontou o Fertavending em jogo que não chegou ao fim. Tudo aconteceu quando o resultado estava em 3-1 a favor da equipa adversária. O Vilacovense começou a dar sinais de poder alterar o sentido do jogo, tal a superioridade que passou a evidenciar. Os jogadores do Fertavending pressentindo que o marcador do jogo podia a todo o momento ser alterado, adoptaram um pratica anti desportiva, sem que o árbitro lhes sancionasse a atitude anti regulamentar. Chegaram, inclusive, a simular uma agressão, que valeu, injustamente, a expulsão de dois jogadores da nossa equipa. Com os ânimos excessivamente alterados, directores e jogadores do Vilacovense decidiram abandonar o jogo a fim de evitar mais complicações.
O golo do Vilacovense foi apontado por Bruno Brito.
 
 
Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 20 Julho , 2008, 00:28

Hoje, domingo, dia 20 de julho, os meus pais celebram 50 anos de casados.
Silvino Lopes, meu pai, filho do meu avô Silvino Lopes Bogalhas, Vilacovense (que faria 102 anos se fosse vivo)  e Maria Eduarda, minha mãe, resolveram "dar o nó" no já algo distante ano de 1958, no dia 20 de julho, na igreja de São João de Brito em Lisboa.
Não sendo filhos de Vila Cova, transportam-na, como eu, nos seus corações e nas suas raízes.
Como nos dita a "lei da Vida", que tão curta nos parece nestas alturas, meus avós (Silvino e Quitas, José Maria e Maria Barrigana) já não estão entre nós, mas sei que de alguma forma se juntam (a filhos, netos, bisneta e restante família) neste Jubileu que me enche de uma profunda alegria, por poder partilhar este momento ÚNICO na vida de meus pais.
Peço a todos os Deuses para que lhes não faltem com saúde e desejo, do mais fundo do meu coração de filho, que os sonhos nunca lhes faltem, para que vivam dia a dia, passo a passo, como até hoje têm feito: Um para o outro, pois só assim os casais constroem vidas e sonhos, até ao fim dos tempos.
Parabéns papás
 
Silvino Lopes (filho)

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 19 Julho , 2008, 01:07

 

O Miradouro já está na posse dos primeiros dados sobre o III Capítulo da Confraria Gastronómica do Bucho, que se realizará em Vila Cova dia 11 de Outubro, Sábado. 
Assim, pudemos apurar que estão previstos cerca de 200 visitantes em Vila Cova nesse dia, a maioria dos quais membros confrades. Haverá uma cerimónia religiosa na Igreja Matriz, finda a qual será organizado um monumental cortejo, em princípio em direcção à Igreja do Convento, onde se efectuará a Cerimónia da Entronização, ou seja, a cerimónia que oficializará a admissão de novos confrades.
A organização de todo o evento que ocorrerá em Vila Cova estará entregue a uma Comissão, constituída por três a quatro membros confrades todos vilacovenses. A segunda parte da programação deste III Capítulo constará de um almoço que se realizará em Coja.
 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 16:00

 

Ocorreu na tarde de ontem no Caneiro em Coja (junto ao lagar do Alva), um lamentável acidente mortal, que vitimou um jovem de nome Rúben, de 17 anos, que passava férias na Cerdeira, onde  tinha familiares. Era neto materno de António Borges dos Anjos e Augusta Alves Borges de Casal de S. João, mas residia no Concelho de Almada.
O jovem terá ingerido alimentos e bebidas antes de se banhar no rio, acreditando-se que a causa da morte possa estar relacionada com uma congestão. O corpo da vítima foi levado para o Hospital de Coimbra, onde será autopsiado.
 
Notícia: António Tavares
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 15:25

 

 

O Sr. Acácio Morgado, utente do serviço de apoio domiciliário da Santa Casa, natural de Lourosa e residente na Digueifel, festeja hoje 77 anos. Os nossos Parabéns.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 00:51

 

 

Por esta altura, nos anos 50, 60 e 70, o Alva enxameava-se de veraneantes, em especial nos finais de tarde, cobrindo ou o Salgueiral, ou o Porto de Avô, de garridice, cor e galhofa.
A “Praia Fluvial” daqueles tempos, longe do conceito que hoje se lhe atribui, organizava-se como de geração espontânea, e, comparativamente às de hoje, nunca era questionada pela qualidade das águas do Alva. 
As trocas de roupa, (e os tempos impunham outros pudores e outros recatos), recorriam a artifícios que hoje, no mínimo, são divertidos. No Salgueiral, por exemplo, era no curral, abrigo de bois, que eram enfiados e desenfiados calções, fatos de banho e biquínis, senhoras agora, homens depois, cada grupo de género à sua vez, em quase escuridão, com tacteio das peças de vestuário, a provocar, como se imagina, inevitáveis trocas. Eu, por exemplo, despistado por natureza e feitio, era pródigo em vestir cuecas de outros. Pudera, é que o curral era mesmo um negrume. E claro, cheguei mesmo a pisar bosta de boi. Coisa que a água do rio não resolvesse de imediato.
Mas, cada um faça a associação que entender. Curiosamente nunca padeci de maleita, qualquer que fosse, dos pés. Nem um único calo tive até hoje!...
 
 
Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 00:42

 

Recebemos de Abílio Pereira um comentário sobre o nosso apontamento “Grão a Grão…” que, pela sua pertinência, entendemos destacar:
 
Foi com muita emoção que li a transcrição da acta datada de 04 de Junho de 1950 da Santa Casa, pois sou neto da Bárbara dos Santos.
Foi funcionária da Santa Casa durante muitos anos e lembro-me bem de ás sextas-feiras, ela sentada no muro frente à escadaria do Convento, esperando a chegada do saudoso Dr. Vasco de Campos, a fim de ir tocar a sineta da Capela da Misericórdia, anunciando a chegada do médico.
Muitos vilacovenses ainda se lembrarão do ritual semanal daqueles tempos.

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 16 Julho , 2008, 23:55

 

Um gesto, uma dádiva. E não um gesto isolado. Bem pelo contrário, há um continuum que se tem afirmado no tempo e na frequência. A Santa Casa agradece-lhe, agradece-lhe mais esta doação, todas as anteriores doações, sejam na sua expressão em géneros, sejam na sua expressão pecuniária. Mas, agradece-lhe ainda a permanente disponibilidade, na forma como nos recebe, nos préstimos dos serviços da Farmácia de que é proprietária e dirige.
Um obrigado da Santa Casa, um obrigado dos idosos da Santa Casa.  
A vida é feita de detalhes e são esses detalhes, mesmo quando simples, que acabam por fazer a diferença.
Obrigado Drª Paula Dinis.
 
 
 
Nuno Espinal, Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva
  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 16 Julho , 2008, 01:11

Bailes! Os famosos bailaricos no Posto de Socorros, na época de Carnaval. Tanta alegria, tanto divertimento, tanta folia! Ah! Mas atenção! Submetiam-se a regras, não fosse a Santa Casa a proprietária do espaço.

Vejam só o que se “lavrou” na Acta de 22 de Janeiro de 1956:
 
/…/ o Provedor declarou aberta a sessão. Foi dito que a Mesa fora convocada para esta sessão para deliberar sobre a pretensão duma Comissão de realizar alguns bailes, na quadra de Carnaval, na loja do Posto de Socorros. Depois de ser discutido o assunto e em virtude de ter havido abusos em anos anteriores foi proposto autorizar os referidos bailes, com as seguintes condições:
Primeiro, a Comissão respectiva adquirir das autoridades competentes a necessária autorização;
Segundo, que se cumpram as cláusulas respeitantes à entrada de menores nesses bailes; Terceiro, não consentir a entrada de vinho na loja onde se realizam os referidos bailes; Quarto, no caso de haver bufete, a referida Comissão entregará à Santa Casa de Misericórdia, para fins de assistência, setenta e cinco por cento do rendimento do referido bufete;
Quinto, que não haja prejuízo para os respectivos serviços do Posto Médico, nomeadamente suspender os referidos bailes logo que seja necessário internar qualquer doente na enfermaria do Poso de Socorros.
Atendendo a que a referida loja, nos baixos do Posto de Socorros, é inteiramente separada e independente da dependência do Posto Médico, não havendo, portanto, prejuízo algum para os serviços do assistência, a Mesa deliberou autorizar os referidos bailes, desde que se cumpram as condições propostas.
/…/.
 
E as condições eram mesmo para se cumprir. É que um ano houve em que um ou outro excesso chegaram ao conhecimento do Provedor. E a chave da porta de entrada da “loja” foi imediatamente retirada à “comissão”.
Eram assim os tempos: valores, respeito, disciplina.
Tomara que assim fosse hoje…
 
Constituição da Mesa a esta data:
 
Provedor, Manuel Gomes Antunes;
Vice Provedor: Padre Januário Lourenço dos Santos;
Tesoureiro: António Gouveia Jorge;
Secretário: Jorge de Almeida;
Vogal: Joaquim Nunes de Oliveira
Vogal: José Carlos da Fonseca;
Vogal: Luís de Figueiredo.
 
 
Texto escrito por Nuno Espinal
 
 

 


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