publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 27 Julho , 2008, 23:50

Antes do novo piso da estrada que se estende até Casal de S. João e que sai da estrada entre Coja e Vila Cova, uma placa havia que indicava Vinhó.
Agora muitas indicações estão lá referenciadas, mas relativamente a Vinhó nada foi posto.
Quer dizer, nada não é bem assim. Porque se as entidades oficiais, de quem era a competência, o não fizeram então houve que remediar a situação. E daí, alguém tomou a iniciativa e vá de colocar no local uma placa tipo “naíf”.
E com toda a razão o fez porque todos merecem tratamento igual.
É evidente que a placa não será de uma estética por aí além, mas neste caso o importante é a função ser cumprida. 
E até é caso para se dizer: “escreveu-se direito por letras… tortas.”
 
 
Hugo Lopes

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 27 Julho , 2008, 10:28

Após o desfecho da II Guerra Mundial e as derrotas de regimes fascistas e ditatoriais na Europa, o “Estado Novo” evidenciava alguma crise, acossado pela pressão de organizações oposicionistas, que congregavam largos apoios da intelectualidade e do meio operário urbanos.

 
Na própria Assembleia Nacional e em sectores da elite portuguesa apoiante do regime é perceptível alguma atitude crítica, ainda que haja uma figura que sempre emergiu com total consensualidade como alvo de elogios: Salazar.
 
A figura de Salazar afirmou-se cada vez mais como um baluarte do regime e por interesse do regime empreendeu-se para com Salazar uma representação social de quase deificação.
 
A Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva não fugiu à regra e veja-se a reverência para com Salazar, conforme se constata em Acta de 1948:
 
“Aos vinte e cinco do mês de Abril de mil novecentos e quarenta e oito /…/. Foi pelo Provedor lembrado e proposto que ocorrendo no próximo dia 27 do corrente o aniversário da investidura do Dr. Oliveira Salazar na Pasta das Finanças lhe fosse enviado um telegrama de felicitações e saudação. /…/.
 
Claro, a proposta foi aprovada por unanimidade e o telegrama lá seguiu direitinho para o Gabinete de Salazar.
 
Entretanto, era a seguinte a "Mesa Gerente" que assinou a Acta:
 
Povedor: Bernardo de Figueiredo
Vice-Provedor: Francisco Lopes de Oliveira
Secretário: Padre Januário Lourenço dos santos
Tesoureiro: Jorge de Almeida
Vogal: José Augusto Jorge
Vogal: Alfredo caetano
 
 
 
 
Texto: Nuno Espinal

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