publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 16:00

 

Ocorreu na tarde de ontem no Caneiro em Coja (junto ao lagar do Alva), um lamentável acidente mortal, que vitimou um jovem de nome Rúben, de 17 anos, que passava férias na Cerdeira, onde  tinha familiares. Era neto materno de António Borges dos Anjos e Augusta Alves Borges de Casal de S. João, mas residia no Concelho de Almada.
O jovem terá ingerido alimentos e bebidas antes de se banhar no rio, acreditando-se que a causa da morte possa estar relacionada com uma congestão. O corpo da vítima foi levado para o Hospital de Coimbra, onde será autopsiado.
 
Notícia: António Tavares
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 15:25

 

 

O Sr. Acácio Morgado, utente do serviço de apoio domiciliário da Santa Casa, natural de Lourosa e residente na Digueifel, festeja hoje 77 anos. Os nossos Parabéns.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 00:51

 

 

Por esta altura, nos anos 50, 60 e 70, o Alva enxameava-se de veraneantes, em especial nos finais de tarde, cobrindo ou o Salgueiral, ou o Porto de Avô, de garridice, cor e galhofa.
A “Praia Fluvial” daqueles tempos, longe do conceito que hoje se lhe atribui, organizava-se como de geração espontânea, e, comparativamente às de hoje, nunca era questionada pela qualidade das águas do Alva. 
As trocas de roupa, (e os tempos impunham outros pudores e outros recatos), recorriam a artifícios que hoje, no mínimo, são divertidos. No Salgueiral, por exemplo, era no curral, abrigo de bois, que eram enfiados e desenfiados calções, fatos de banho e biquínis, senhoras agora, homens depois, cada grupo de género à sua vez, em quase escuridão, com tacteio das peças de vestuário, a provocar, como se imagina, inevitáveis trocas. Eu, por exemplo, despistado por natureza e feitio, era pródigo em vestir cuecas de outros. Pudera, é que o curral era mesmo um negrume. E claro, cheguei mesmo a pisar bosta de boi. Coisa que a água do rio não resolvesse de imediato.
Mas, cada um faça a associação que entender. Curiosamente nunca padeci de maleita, qualquer que fosse, dos pés. Nem um único calo tive até hoje!...
 
 
Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Julho , 2008, 00:42

 

Recebemos de Abílio Pereira um comentário sobre o nosso apontamento “Grão a Grão…” que, pela sua pertinência, entendemos destacar:
 
Foi com muita emoção que li a transcrição da acta datada de 04 de Junho de 1950 da Santa Casa, pois sou neto da Bárbara dos Santos.
Foi funcionária da Santa Casa durante muitos anos e lembro-me bem de ás sextas-feiras, ela sentada no muro frente à escadaria do Convento, esperando a chegada do saudoso Dr. Vasco de Campos, a fim de ir tocar a sineta da Capela da Misericórdia, anunciando a chegada do médico.
Muitos vilacovenses ainda se lembrarão do ritual semanal daqueles tempos.

 

 


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