publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 03 Julho , 2008, 23:53

 

Recebi, recentemente, o Mapa das Estradas do Automóvel Clube de Portugal (96ª edição) e fui provocado pela normal curiosidade de lhe fazer uma primeira leitura, quanto mais não fosse para lhe perceber da dimensão das suas informações.
Quando o percorria detive-me, por compreensíveis razões, na área da nossa Vila Cova. Só que de Vila Cova nada. A estrada que a atravessa, essa, está lá. Mas Vila Cova é como se não existisse.
E a surpresa é lógico que exista. É que no mapa surgem Coja, Barril, Vila Pouca, Avô e Pomares. Todas, tal como Vila Cova, sedes de freguesia.
Será que têm honra de mapa por terem dimensão populacional que de Vila Cova se diferenciem? Claro que não.  
Dimensão turística? Monumentos históricos? Belezas naturais?
As respostas serão sempre negativas como para outras que fossem as perguntas de dimensão comparativa.
Assim sendo é natural concluir este mapa, cartograficamente, de critério impercebível.
E glosando uma velha máxima, até apetece dizer:
“Há cartógrafos que terão razões que a RAZÃO desconhece…”
 
 
 
Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 03 Julho , 2008, 00:00

 

Duas páginas foi o espaço que o Diário das Beiras dedicou a um projecto de estudo e exaltação das potencialidades da oliveira e que tem na vilacovense Margarida Figueiredo a grande timoneira. O processo envolve alunos da Escola Dr. João Lopes de Morais, de Mortágua, onde a nossa “Guidinha do Convento” é professora de Físico-Química”. O projecto tem intenções múltiplas, que passam, para além do estudo da oliveira, que consubstancia a vertente didáctica junto dos alunos, por uma vertente pedagógica que se estende à própria comunidade, com a apologia do retorno, até por razões preventivas da saúde, aos velhos hábitos da dieta de mediterrânica, que tinha o azeite como ingrediente fundamental.
Os alunos comportam-se como verdadeiros cientistas, experienciando métodos naturalistas e laboratoriais, sempre com a orientação docente de Margarida Figueiredo, que com este projecto candidata todo o grupo de trabalho ao prémio “Ciência na Escola” patrocinado pela Fundação Ilídio Pinho.
Parabéns Guida, vamos estar atentos a futuros êxitos.
 
Nuno Espinal

 


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