publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 24 Junho , 2008, 00:47

 

As lonas e outros adereços, para além de pouco estéticos, talvez não sejam os mais adequados ao colorido que a Festa reclama. Porque do S. João, em Vila Cova, é esta a imagem que sempre guardo. Cor, muita cor, os andores da procissão, os vestidos garridos das moças, os enfeites de papel, a verdura do coreto, os revestimentos da quermesse e até um ou outro foguete de lágrimas (era assim que os chamavam) a derramar alegria e espanto no folguedo.
 
Mas, se os adereços não são propriamente um primor de beleza são por certo os adequados à função que deles se espera.
 
Pois então, que se ouça muita música vinda do palco, que se vendam muitas rifas na quermesse e que no improvisado tasco se faça bom negócio. E parabéns e boa sorte aos mordomos.
 
Dizem-me que são quase sempre os mesmos. E que se não fossem eles!...
 
 
Texto: Nuno Espinal
Fotos: Carla Marques

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 22 Junho , 2008, 23:50

 

Tem sido uma raridade nos últimos anos. Daí que, sempre que aconteça, haja que saudá-lo efusivamente. E é isso precisamente o que estamos a fazer com o nascimento da Lara Filipa Lourenço Mota. Nasceu ontem, dia 21-6-2008, faltavam dez minutos para as onze da noite, na Maternidade Norton de Matos em Coimbra. A Lara é filha de um casal jovem, vilacovense por nascimento e residente na sua terra natal: Luís Miguel das Neves Ribeiro Mota e Ana Cláudia Nunes Lourenço.
Claro, falta a foto da Lara. Mas prometemos que em breve a publicaremos.
Entretanto, para os pais um grande abraço de felicitações e muitas felicidades para os três.
 
Notícia: Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 22 Junho , 2008, 00:18

 

 

Já não falta muito para a Flor do Alva se deslocar à Madeira. Para os seus músicos e para os dirigentes que integrarão a comitiva será, sem dúvida, um momento inesquecível, um marco na história da própria Filarmónica.
 
Um momento não muito diferente, em emoção, ao vivido por músicos da Flor do Alva quando em 28 de Maio de 1948 partiram em duas camionetas, acompanhados por membros da Direcção, membros da Comissão de Festas e outros vilacovenses, com destino a Lisboa.
 
Os dias dessa memorável jornada passados na capital foram muito preenchidos. No dia 29 de Maio, por exemplo, “realizou-se na Casa da Comarca de Arganil, no meio de grande entusiasmo, uma festa dos vilacovenses. A banda deu um concerto, seguindo-se um acto de variedades e um animado baile que terminou cerca das cinco horas da manhã.” *
No dia 31 de Maio outro acontecimento de realce: a filarmónica cumprimentava os jornais O Século e o Diário de Notícias, tendo honras de fotos em edição seguinte daqueles diários.
O regresso a Vila Cova aconteceria dia 1 de Junho, tendo a Filarmónica sido recebida triunfalmente.
 
 
Nuno Espinal
 
* Trecho retirado de uma edição dos “Ecos do Alva”

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 21 Junho , 2008, 01:51

 

Foral ou carta de foral era um diploma que o rei ou um senhor laico ou eclesiástico concediam e que atribuía a determinado local autoridade legítima na regulação da vida colectiva.
 
Através deste tipo de documento as pessoas adquiriam liberdades e garantias que não deixavam de se repercutir nos seus bens, ao mesmo tempo que, entre outras medidas, eram estipulados impostos e tributos, como fontes de receita da coroa, ou de entidades concessoras do foral e concedidas imunidades colectivas.
 
A concessão de foral significava, para o povoado que o adquiria, o atestamento de certa importância. Ora, Vila Cova teve foral datado dos inícios do séc. XIV., foral este que, concedido por Stevem, Bispo de Coimbra, veio a ser confirmado no reinado de D. Manuel I, em 1514.
 
Ainda em 1471 foi concedido foral a Vila Cova por D. João de Galvão, também Bispo de Coimbra, e que alude ao primitivo, dado pelo Bispo Stevem, conforme se pode ler em foto que publicamos do documento.
 
 
Nuno Espinal
 
 
(Dados retirados de “Ecos do Alva” e que foram compilados por Carlos Gabriel )
 
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 20 Junho , 2008, 10:06

 

PARABÉNS!

 

É verdade, hoje o aniversariante é o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Cova de Alva,  o mentor do "miradourodevilacova".

Por norma escreve sobre os outros e sobre Vila Cova, hoje é o dia de se escrever sobre ele.

Vilacovense de coração, defensor das tradições e cultura Vila Cova de Alva, "corre" entre Lisboa e Vila Cova preocupado com o bem-estar dos utentes da Santa Casa.

Toda a equipa da Santa Casa e colaboradores do "Miradouro", desejam muitas felicidades ao Dr. Nuno, e que continue a "amar" Vila Cova de Alva.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 19 Junho , 2008, 22:25

 

Desculpem-me, mas hoje não consigo escrever nada. Estou triste, estamos tristes…
Que desilusão!
Custa perder e desta maneira custa ainda mais.
Paciência, daqui a umas horas sei que já estarei recomposto.
Mas, por enquanto é isto, é esta raiva, esta vontade de chamar, aos alemães, grandes pulhas, grandes canalhas e muito mais.
Que raio!... Esta minha latinidade…
 
 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Junho , 2008, 23:49

 

 

Vila Cova é tudo isto. Casario, pessoas, história, recordações, verdura, rio, fazendas, pinhais, caminhos, sabores, cheiros…
 
Uma caminhada pelas cercanias…barranco, fonte dos passarinhos, datão, descida à moenda, regresso pela portela e “sinto-me do tamanho do que vejo”…
 
Nuno Espinal
 
 
 
Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
 
 
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos
 
 
 
 
 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 17 Junho , 2008, 23:59


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 17 Junho , 2008, 00:49

 

 

Passados já alguns dias sobre a Feira Gastronómica do Concelho de Arganil, que decorreu em 6, 7 e 8 deste mês, falámos com o Presidente da Direcção da Flor do Alva, Sr. José Raimundo, a fim de obtermos um balanço sobre a participação da Filarmónica neste evento.
 
José Raimundo mostrou-se extremamente satisfeito por esta participação, que considerou um triplo êxito. De facto, a Flor do Alva, na sua vertente artística, teve uma actuação muito conseguida no palco do recinto de espectáculos. Por outro lado, como gestora da “tasquinha”, a Flor do Alva teve um trabalho muito conseguido, defendendo da melhor maneira a imagem gastronómica da Freguesia. Por fim, o número de comensais da “tasquinha” superou as melhores expectativas, (o “bucho” foi rei) proporcionando uma boa receita, que veio, obviamente, reforçar os cofres da Filarmónica.
 
José Raimundo congratula-se com os excelentes resultados obtidos nesta participação e faz questão de realçar a dedicação das senhoras que colaboraram nos serviços da cozinha, imprescindíveis para o bom funcionamento da “tasquinha”.
Deixa também um agradecimento ao apoio concedido pela Câmara, Junta de Freguesia, Santa Casa da Misericórdia de Vila Cova e Sr. Vasco Cruz.
 
 
 
Texto: Nuno Espinal
Fotos: José Santos
 
 
.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 16 Junho , 2008, 23:08

Dizem os cânones que o ministro do crisma é o Bispo. Ora, foi precisamente o Bispo Coimbra, D. Albino Cleto, que ministrou, no passado Domingo, este sacramento a cerca de 110 jovens de aldeias do Alto Concelho, entre eles jovens da Freguesia de Vila Cova.

A cerimónia realizou-se na Igreja Matriz de Coja.

 

Notícia: Fábio Leitão

 


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