publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 11 Junho , 2008, 23:40

 

As aniversariantes de hoje, dia 11, são cunhadas e ambas utentes dos serviços do Centro de Dia.
São elas Maria da Glória Antunes Pais, natural de Vila Cova de Alva e que nasceu em 1926 e Alice da Glória Santos, mais conhecida pelas trabalhadoras da Santa Casa por, " Tia Alice do Calvário", também Vilacovense  e nascida no ano de 1921.
Parabéns às duas.
 
(Por lapso do Serviços Técnicos da Santa Casa, não nos é possível apresentar hoje as fotos das aniversariante, prometendo fazê-lo amanhã.)
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 11 Junho , 2008, 23:05

 

 

O Professor josé Dias Coimbra, Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Arganil, foi agraciado pelo Presidente da República,  Professor Cavaco Silva, com a Comenda de Ordem Infante D. Henrique, em cerimónia do Dia de Portugal.

O Professor Dias Coimbra é, desde há muitos anos, um convicto regionalista, com reconhecidos contributos para o progresso do Concelho, em especial para Arganil. 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 11 Junho , 2008, 01:49

 

Da foto da Igreja Matriz com torre em cúpula ressalta, entre vários pormenores, um que não deve escapar, assim presumo, a qualquer observador conhecedor do espaço, mesmo que pouco perscrutador: a ausência do anexo que é a sacristia.
Ora, sendo a fotografia de 1898, ou anterior a este ano, impossível é que este anexo estivesse integrado no corpo do edifício, porquanto a sua construção remonta a um ano bem mais recente: 1952.
Esta mesma informação foi recolhida de uma edição dos “Ecos do Alva”, conforme excerto que diz:
 
“É colocada na nova sacristia da Igreja Matriz, em 14 de Setembro, (1952) a fotografia do Sr. Padre Januário Lourenço dos Santos, /…/”.
 
A sacristia traz-me algumas memórias de meses que passei em Vila Cova, teria uns 6 ou 7 anos. Era lá que o Sr. Prior guardava alguns livros infantis, que a petizada requisitava no fim de cada missa, ao Domingo: “A Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Carochinha”, “A Cabrinha e o Pastor” e por aí fora.
Era nessa mesma sacristia que era também guardada uma bola de futebol, que o Sr. Prior nos cedia nesses mesmos Domingos, à tardinha, para depois no Adro serem organizadas umas jogatanas, com balizas marcadas por calhaus.
Era ainda na sacristia que me lembro de um órgão, accionado a pedal, onde aprendi a habilidade de solar a única melodia que até hoje soube teclar.
“A treze de Maio na Cova de Iria…, Ré Sol Sol Si Sol Sol Si Lá Lá Si Lá Sol…”
E de tal maneira se me incrustou este saber musical que, ainda agora, sempre que vejo uma pianola, não consigo resistir e lá piso as velhas notas…
Mas, por mais que apele à inspiração, nunca mais será igual… e mesmo que seja um “Stein”, nada se comparará alguma vez ao velho som, talvez roufenho, do velho órgão a pedal da sacristia…
 
 
Nuno Espinal
 
 

 


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