publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Maio , 2008, 01:24

 

Não, não foi o Eduardo que fez anos. Quem foi aniversariante foi o avô do Eduardo, o Sr. José Carvalho. Entrou no clube dos sexagenários e tornou-se, desde agora um dos seus dignos representantes. Muitos anos de trabalho, por vezes “no duro”, como ele próprio refere, mas também de êxitos. E a alegria de, nestas horas de confraternizações, sentir sempre à sua volta família e amigos.
Muitos Parabéns amigo…
 
 
 
Nuno Espinal 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Maio , 2008, 00:55

Daqui a poucas horas, cerca das 6 da manhã, a Flor do Alva far-se-á à estrada. Coisa normal, dirão alguns, só que desta vez a viagem é um tanto mais longa. E por pouco não entra em Espanha. É que a aldeia onde vai actuar, de nome “5 vilas”, fica bem pertinho da fronteira.
A Flor do Alva continua a divulgar, e cada vez melhor, por todo o nosso Portugal o nome de Vila Cova.
 
 
Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Maio , 2008, 00:07

Estes senhores das “Estradas de Portugal” dá ideia que estão apostados em acumular erros atrás de erros. Não basta continuarem a insistir na utilização de o “do” para o nome de Vila Cova (Vila Cova “do” Alva em vez “de” Vila Cova de Alva) como agora, no cruzamento que dá acesso à ponte, indicarem o nome da nossa terra mas na direcção contrária.
Por favor, haja rigor, mais atenção e o respeito que merece quem nas estradas circula.
 
 
Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 03 Maio , 2008, 18:59

 

 

 

Cumpriu-se uma vez mais e no próprio dia a tradição.

As três Fontes da Vila, S. Sebastião, Santa Teresa e Chafariz da Praça, surgiam, ao nascer do Sol, enfeitadas de flores e verdura.

Dia 3 de Maio de 2008, dia de Santa Cruz.

Parabéns Vilacovenses.

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 03 Maio , 2008, 00:56

 

Estive em Vila Cova com a minha mulher no último fim de semana e não pudemos deixar de ficar extasiados com a paisagem que circunda Vila Cova.
Depois das mimosas, a luxúria dos amarelos das giestas e do tojo, que entretanto "invadiram" as encostas, proporcionam a quem por lá passa uma visão única e absolutamente cativante, que penetra em nós e nos faz sorrir de alegria, contagiados pelo calor sereno da paisagem.
Para quem puder, fica o conselho.
Passem por Vila Cova, pois as palavras, por muito bonitas e descritivas que sejam, de forma alguma se aproximam da magnificência da realidade.
Bem hajam todos.
 

Silvino José Lopes (publicado no Fórum)

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 02 Maio , 2008, 23:39

 

Já a noite estava feita e grande já era azáfama na Fonte de S. Sebastião.

Porque amanhã é dia de Santa Cruz e manda a tradição que se enfeitem as fontes.

Flores, verdura e imaginação e a velha fonte (já chamada Fonte dos Frades) não traírá os hábitos dos tempos.  

E as outras fontes da vila farão jus à tradição?

Amanhã veremos...

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 02 Maio , 2008, 00:17

O feriado de 1 de Maio veio mesmo a propósito para um piquenique, sugerido por alguns jovens vilacovenses. A temperatura amena e um belo dia de Sol levaram ao local, junto ao rio, a jusante da ponte e já do lado de Oliveira do Hospital, muitos vilacovenses...

Uma excelente feijoada (parabéns Dª Judite e Dª Glória) foi o melhor pretexto para um animado convívio,  que se prolongou por toda a tarde...

Até o popular "Pintas" compareceu...

Formaram-se grupos aproveitando as sombras das árvores, que mantiveram animadas cavaqueiras, enquanto alguns optaram pelo popular jogo da malha...

e outros por uma muito disputada suecada...

O garoto de triciclo não perturbou uma boa soneca da Dª Albertina...

Sendo "Dia da Espiga" um grupo de senhores não deixou de cumprir a tradição.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 01 Maio , 2008, 00:25

 

 

As aldeias beirãs, que sobreviviam baseadas nos rendimentos do sector primário (agricultura, animais, etc.), foram gradualmente dependendo de outras fontes de rendimentos, com a afectação da sua população activa a empregos ligados aos serviços, ao comércio e à indústria. A velha loja das habitações, onde se recolhiam animais, alfaias agrícolas e géneros retirados da terra, acabou por perder a sua razão de existir. O aspecto das habitações alterou-se significativamente. Novos materiais de construção retiraram em definitivo o aspecto marcante das velhas casas de xisto, por vezes com escada exterior e o alpendre a encimá-la. Vila Cova não fugiu à regra. E o confronto entre as fotografias que publicamos, da castiça e típica Rua do Outeiro, (a foto antiga é dos anos 40) é bem revelador de diferenças entre outros tempos e a actualidade.
 
 
 
Nuno Espinal                                                                                       

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