publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Abril , 2008, 01:15

O Regional
 
O menu que servimos e que está exposto na nossa página principal conta, a partir de hoje, com mais um acrescento no seu rol. Trata-se do “Regional”, uma espécie de jornal com notícias sempre actualizadas dos concelhos de Arganil e de Coimbra. Os leitores do Miradouro passam a dispor de informação, sempre na “hora”, do que se vai passando de mais importante na nossa Região.
 
A doença dos pinheiros
 
Os títulos de hoje, que mais relevo assumem no “Regional”, respeitam a uma praga, de nome nemátodo, (nome de um parasita) que ataca os pinheiros e que já foi detectada na zona do Sarzedo. As consequências desta doença do pinheiro poderão ser devastadoras, pelo que o Ministério da Agricultura está a tomar medidas, que, entre outras, passam pela criação de zonas de restrição nas áreas atacadas. Por outro lado, os produtores que tenham pinheiros doentes por acção deste parasita terão dez dias úteis para procederem ao abate das árvores, após notificação pessoal do Ministério. O problema é bem sério pelo que já foram distribuídos avisos públicos de alerta.  
 
À fala com… 
 
Outra rubrica que vamos lançar no Miradouro e a inserir no espaço “Notícias”, será intitulada “À fala com…”.
O título já sugere a intenção. Trata-se de conversas (conversas curtas) com vilacovenses ou amigos de Vila Cova, residam ou não em Vila Cova, sobre assuntos vários, mas com principal enfoque em Vila Cova.
 
 
 
Nuno Espinal  
 
  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 23 Abril , 2008, 00:08

Fizemos ontem referência à inauguração do Chafariz da Praça em 16 de Junho de 1931, ainda que, naquela data, a sua implantação fosse provisória, já que a sua construção definitiva ficou a aguardar melhores dias e mais dinheiro, até vir a assumir a forma que tem actualmente, o que o fez desviar alguns metros até ser incrustado na parede da antiga Casa Câmara.
O “novo” chafariz da Praça ficou concluído em 6 de Julho de 1943 e deveu-se, fundamentalmente, à iniciativa dos Srs. Carlos Gabriel Gonçalves, Aurélio Alves da Cruz, António Gouveia Jorge, José Gabriel Nunes, António Camilo Jorge Ramos e Francisco Lopes de Oliveira.
Não deixa de ser curioso que o Chafariz, na sua forma provisória, se localizasse bem junto ao Pelourinho e bem rés ao chão, conforme se distingue na foto a preto e branco que publicamos. O porquê de ser apelidado de a “balança decimal é questão que estamos a indagar, já que a foto não nos dá pistas para podermos sequer formular especulações.
Para além do Chafariz, algumas diferenças podemos assinalar entre as duas fotos, e a que seleccionamos como mais relevante diz respeito ao actual piso da Praça, em empedrado de desenho geométrico, que veio dar ao local a dignidade e beleza que a sua simbologia histórica sempre reclamou.
A foto a preto e branco terá sido tirada antes de 1943 e já depois de 1934, ano em que a “ribeira” deixou de passar a céu aberto na Praça.
 
 
 
Nuno Espinal   

publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 22 Abril , 2008, 18:33

 

 

 

Equipa:

Paulo (guarda-redes), kikas, Brito, Tó Cruz, Fábio, (defesas), Hugo, Paulo, Marco Paulo, Paulito (médios), David e Marquito (atacantes)

Suplentes: Carlitos, Gonçalo

Treinador Adjunto: José Nobre

Directores presentes: José Pereira Nobre, Carlos Antunes e  Luís Manuel.

 

Comentário:

 

Disputou-se no passado domingo o último jogo da fase de grupos do campeonato do Inatel no campo do Vilacovense, com um bom número de adeptos da região a marcarem presença.

Foi um grande jogo de futebol que se realizou numa tarde cinzenta e chuvosa, em contraste com o futebol praticado, alegre, vivo, muito rápido, bem jogado e que primou pelo fair play, tendo agradado imenso a todos espectadores presentes.

Era o jogo decisivo para ambas equipais passarem à fase final do campeonato nacional do Inatel, pois ao Vilacovense só interessava a vitória o que veio acontecer à grande entrega e garra que os jogadores do Vilacovense, acabaram por demonstrar dentro do campo.

 

Resumo do jogo:

 

Aos 40 minutos mais uma jogada do Vilacovense pelo lado direito, muito rápida que o Marquito remata isolado, mas mais uma vez o guarda-redes defende.

Começa a 2.ª parte, com uma alteração na substituição do jovem e prospere do jogador David, pelo óptimo jogador Gonçalo, reforçando o ataque do grupo Vilacovense, levando o clube para um período empolgante de futebol, com domínio total e avassalador, que veio a resultar em dois grande golos que faz levantar qualquer estádio de futebol.

Aos 70 minutos uma grande jogada de futebol do avançado Marquito que dribla dois jogadores e remata à baliza com grande sucesso.

Aos 85 minutos mais uma jogada do Vilacovense pelo lado direito muito rápida que o Marquito remata á distancia de trinta metros da baliza adversaria, fazendo um chapéu ao guarda-redes de se tirar o chapéu em qualquer parte do mundo.

Aos 90 minutos foi substituído o médio Hugo pelo médio Carlitos com o intuito de segurar o resultado.

Uma grande arbitragem com alguns erros sem influência no resultado.

 

No final a equipa rodeou-se numa grande festa, por terem passado pela primeira vez, à fase final do campeonato nacional, que desde todo o historial do clube Vilacovense nunca se tinha atingido.

Todos estavam contentes no final do jogo, tendo essa alegria chegado aos balneários dos jogadores onde todo o Grupo Desportivo Vilacovense (dirigentes e jogadores) festejara entusiasticamente com champanhe e muita alegria.

Felizmente nesta época o clube formou um grupo de jogadores da grande qualidade futebolística para disputar este campeonato do Inatel, vindo-se a comprovar as expectativas criadas em redor deste rico plantel muito unido, com grande camaradagem, grande espírito de luta e grandes tecnicistas. 

É mais um grande momento para o clube que vai ficar para a história, ao entrarem nesta fase do campeonato a nível nacional.

Foi ainda com grande satisfação que o G. D. Vilacovense recebeu do Inatel, a grande e simpática felicitação de PARABENS e ELOGIO, pelo sucesso conseguido e ter sido considerado por unanimidade como a melhor equipa na época 2007/2008 do distrito de Coimbra.

Desde já o nosso muito obrigado…agradecendo com muito regozijo!

--- /// ---

Aproveitamos para informamos os nossos estimados sócios, simpatizantes e conterrâneos que no dia 27/04/2008, às 16h00, o G. D. Vilacovense vai disputar em Souselas, o jogo para os quartos de finais da taça, com o Juventude de Vilela.

Comparece e participa!

Texto: José Nobre


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 22 Abril , 2008, 00:47
Não tem a arquitectura cativante das Fontes de S. Sebastião e de Santa Teresa. Nem, de longe, o pitoresco da Fonte dos Passarinhos. Mas tem, sobre todas, a excelência da sua localização, em plena Praça Luís da Costa Faria, centro histórico da Vila, incrustado numa das paredes do próprio edifício que em tempos de fulgor da terra foi Casa da Câmara. Por outro lado, não lhe deram direito, pelas suas próprias características, ao epíteto de Fonte mas sim de Chafariz. O Chafariz da Praça.
Ora, corria o ano de 1928, mês de Dezembro, quando um comunicado da “Comissão de Melhoramentos, de então, publicava uma circular, que referia:
/…/ É sobejamente conhecida de todos vós a falta de água potável para consumo público, que muitas vezes nos obriga aos maiores sacrifícios, já indo buscá-la a grandes distâncias, no que se gasta tempo, já consumindo-a de péssima qualidade, originando doenças. Próximo da vila, no Barranco, existe uma nascente de água puríssima /…/ e que canalizada para a Praça poria termo a tão magno problema. /…/
Acrescentava o comunicado que a verba a despender não ia além de 8.000$00 (40 Euros actuais), e que dispondo a Comissão de Melhoramento nos seus cofres à volta de 3.000$00 seriam necessários mais 5.000$00, os quais poderiam ser angariados através de uma subscrição.
A subscrição veio de facto a fazer-se e o seu rendimento ficou, contudo, aquém (2.220$00) da verba necessária para o custeamento total da obra. Houve que esperar algum tempo mais, não muito, pois que em 16 de Junho era inaugurado, ainda que em condição provisória, o chafariz da Praça, que ficou conhecido pela balança decimal.
Esta “condição provisória” alongou-se por algum tempo, já que só em 6 de Julho de 1943 e na sequência de uma nova subscrição promovida alguns meses antes, o Chafariz da Praça ganharia a sua forma e local definitivos.
 
 
Nuno Espinal
Tela de Nazaré Pereira (Drª Zita) a óleo, propriedade do casal Laurentino Costa/Palmira Barreiras

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 21 Abril , 2008, 01:16

Flor do Alva: Ex Libris de Vila Cova
 
Os 90 anos da Flor do Alva foram celebrados em ambiente de verdadeiro espírito de grupo, sublinhado em torno do Presidente e demais membros da Direcção, Músicos, e Maestros, tanto o actual, Ricardo Calado, como o cessante, Rui Quaresma.
Talvez mesmo a Flor do Alva viva, actualmente, um dos períodos de maior galvanização da sua história. E há que perceber as razões. A simbiose entre a Direcção e o regente musical, com áreas de intervenção de cada um perfeitamente definidas e nunca violadas são uma razão que lhes outorga competências em domínios próprios e enfatiza, com vantagens já concretizadas, as devidas responsabilidades.
Uma outra razão é a Escola de Música, viveiro de futuros filarmónicos e sede de aprendizagem e formação musical, em moldes que cativam crianças e jovens.
Uma terceira razão é a empatia dos jovens com a sua Filarmónica, a forma entusiasta como a vivem e como a ela se entregam.
Por fim, a adesão da população à sua Filarmónica, percebida pelo apoio nunca antes visto, elegendo-a, actualmente, como o ex-libris representativo da sua Vila Cova. 
Dia de Aniversário
 
Cerca das dez horas foi colocada, numa das paredes da Sala de Ensaios do Edifício da Flor do Alva, a foto do Professor Rui Quaresma, homenageado pelos serviços prestados à Flor do Alva e citado pelo Presidente da Instituição, José Raimundo, como o “homem do arranque, o homem que fez emergir a Filarmónica da agonia em que se encontrava e que era um inequívoco indício da sua extinção”.
Depois, às onze e meia, foi celebrada a Missa Dominical, com o a presença dos músicos, alguns deles a integrarem o Grupo Coral que participou na liturgia.
Após a Missa houve lugar ao almoço que reuniu cerca de duzentos convivas, com a presença do representante da Câmara Municipal de Arganil, Dr. Adelino, do Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Alfredo Lourenço, de uma representante do Inatel, do Dr. Nuno Mata como Presidente da Direcção da Pátria Noiva de Coja, de um representante da Junta de Freguesia do Barril, do Presidente da Direcção do Grupo Desportivo e do Provedor da Santa Casa de Misericórdia.
Feitos os discursos e que a imprensa regional, por certo, não deixará de fazer eco, houve um mini concerto da For do Alva que acabou a ser regida pelo mais novo executante da Banda. Foi lindo, sintomático e quem sabe se  uma antecipação do futuro?
Parabéns à Flor do Alva.
 
 
Nuno Espinal 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 20 Abril , 2008, 20:29

Grande vitória e excelente exibição do Vilacovense que, assim, se qualifica para a fase seguinte do campeonato do Inatel, aproveitando a derrota do Seixo da Beira com o Alqueidão.

Crónica do jogo mais tarde.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 20 Abril , 2008, 01:12

A notícia chegou tão surpreendente quanto brutal. Morreu a Mélita, amiga daqueles tempos da Vila Cova dos anos sessenta. Visitara a sua Vila Cova no último Verão. E tantos os planos que fez! Queria vir para Vila Cova, viver a tranquilidade da pacatez que a sua Vila Cova lhe proporcionava. E com que alegria reviu os amigos, amigos daqueles tão saudosos tempos dos Verões da Vila Cova dos anos sessenta.
A Mélita morreu? Incrédulos, ficamos entregues à procura de um norte que nos imponha a fatalidade. O quê, a Mélita? Não pode ser, ainda há dias…
 
Pois foi…ainda há dias com que satisfação antevias o reencontro com velhos amigos no almoço marcado para 30 de Maio. E lá vinham as memórias, os momentos em que juntos, braços dados, estrada abaixo, estrada acima, do Barranco a S. Sebastião, percorríamos, no descomprometimento das nossas idades, espaços que coloríamos de risos e gargalhadas. E lá vinham, por tudo e por nada, os EFERREÁS, ao este, ao aquele, por isto e por aquilo.
 
Hoje querida Mélita, passados já tantos anos desde aqueles tempos, voltamos ao velho EFERREÁ. E este é todo por ti. Com muito amor, com eterna saudade.
 
Eh Malta pela Mélita EFERREÁ!...
 
Maria Amélia da Silva Caetano. Morreu ontem, dia 19, tinha 61 anos de idade.
 
 
Todos Nós

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 19 Abril , 2008, 03:07
Em 12 de Janeiro de 1928 era publicado um edital, em cumprimento de um decreto algo ambientalista, que dizia o seguinte:
 
Eu, António Ferreira Vilas, engenheiro-chefe da 2ª Circunscrição Industrial,
 
Faço saber que Albino Abranches Freire de Figueiredo pretende licença para estabelecer um forno de cozer no lugar e freguesia de Vila Cova d’Alva, concelho de Arganil, distrito de Coimbra.
E como o referido estabelecimento se acha compreendido na tabela I anexa ao regulamento das industrias insalubres, incómodas, perigosas ou tóxicas, aprovado pelo Decreto 8.364, de 25 de Agosto de 1922, sendo m estabelecimento de 3ª classe com os inconvenientes – fumo e perigo de incêndio – são, por isso e em conformidade com as disposições do mesmo decreto, convidadas todas as pessoas interessadas a apresentar, por escrito, na 2ª Circunscrição Industrial, com sede em Coimbra (edifico do Governo Civil) as suas reclamações contra a concessão da licença requerida, no prazo de trinta dias, contados da data de publicação deste edital, podendo na mesma repartição ser examinados os desenhos e mais documentos juntos ao processo nº 3566.
/…/.  
 
O edital, que foi ainda publicado na Comarca d Arganil de 27 de Janeiro, não terá provocado contestação, já que o funcionamento do forno foi autorizado, passando, então, a servir a população em geral. A sua localização era na rua que sai da Praça em direcção à estrada no local da Fonte de Santa Teresa.
O pagamento pela utilização do forno era feito em “género”, ou seja, por cada broa cozinhada era devida uma segunda broa ao proprietário do forno, que era Casa do Convento.
A Casa do Convento, por sua vez, utilizava as broas recebidas para pagamento de serviços prestados em trabalhos agrícolas nas suas terras.
De resto, o pagamento em géneros (vinho, azeite, por exemplo, completado com dinheiro) de serviços na agricultura era corrente nesta época e ainda nos anos sessenta era praticado.
Quanto ao forno, face a novas tecnologias que foram emergindo e que conduziram ao fabrico do pão de trigo a preços acessíveis, perdeu funcionalidade e acabou por se
extinguir a sua própria utilização. Do forno do edital nada mais resta hoje que o local em que funcionou (foto em cima), na rua que vai da Praça à Estrada no local da Fonte de Santa Teresa.
Não muito longe deste funcionou um outro forno, (foto em baixo) na rua que o Povo tem baptizado como Rua do Forno. Ainda hoje existe, ainda que raramente seja utilizado. É propriedade de um particular e desejável seria que a sua existência fosse preservada.
É nossa intenção proximamente apresentar um apontamento, com fotografias deste último forno, sobre fases do fabrico do pão.
 
 
Nuno Espinal
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Abril , 2008, 23:08

 

 

 

"DO NOME DA ROSA..."

Henrique Gabriel, expõe de 17 de Abril a 21 de Maio, na Galeria Municipal Artur Bual, Avª Movimento das Forças Armadas, nº 1 Amadora.

E-mail: gmabual@gmail.com

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Abril , 2008, 21:04
Sociedade Filarmónica Flor do Alva
Vila Cova de Alva
Telefone: 235729745
3305-285 Vila Cova de Alva
 
Almoço de Aniversário da Filarmónica Flor do Alva (90 Anos)
 
Dia 20 de Abril de 2008
 
Ementa
 
Entradas
 
Canja
 
- Bacalhau à “Saborosa”
 
- Batata Fritas c/ lombo de Porco Assado e Salada
 
Sobremesas
 
Arroz Doce
Tigelada
Fruta da Época
Bolo de Aniversário
 
Preço: Sócios:12 €    Não Sócios: 13 €

comentários recentes
Pode publicar. Achamos importante que o faça. Obri...
É uma informação muito importante.Espero que não s...
O texto relaciona.se, de facto, com minha tia e ma...
Sim, de facto Maria Espiñal, minha tia, era escrit...
Minha Mãe sempre me disse que a madrinha dela era ...
Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
O post anterior é assinado por mim Nuno Espinal
Não estive presente no jogo e nunca afirmo o que n...
Abril 2008
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5

6
7
8
9

18


28


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds