publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 06 Março , 2008, 20:19

Não conhecendo este amigo João Gonçalves, perdoe-me que assim o trate, estou inteiramente de acordo consigo ao referir  que a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Vila Cova do Alva,  era merecedora da homenagem de lhe ser atribuída uma rua com a referência do seu nome. Não se trata de uma crítica, nem nada que se pareça, à melhor das intenções  dos órgãos autárquicos da Freguesia. É apenas e só uma opinião de alguém que tem Vila Cova do Alva no coração, e que quer, muito modestamente, contribuir para o reconhecimento das instituições que pertencem à História de Vila Cova e que fizeram igualmente a sua História. Penso também que se devia fazer uma pesquisa sobre personalidades que contribuíram para a sua grandeza, atribuindo a algumas ruas os seus nomes, para que as gerações de Vilacovenses conhecessem alguns dos seus ilustres “avós”. Que são, sem dúvida, merecedores de referência toponímica.

Um abraço para todos.

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 06 Março , 2008, 00:03
De coisas assim, como almas penadas e espíritos a vaguear, hoje todos nós, ou quase todos, nos riremos. Mas, leitor do Miradouro, dê asas à sua imaginação e enfronhe-se no ambiente das noites longas e escuras de Vila Cova, em tempos recuados, de medos, mitos, e crenças em espíritos e almas errantes.
 
Havia a história da “costureira”. Querem-na conhecer? Pois aqui a contamos numa pincelada.
 
Diz a tradição que uma costureira, profanadora do descanso ao Domingo e de outros deveres religiosos, fora condenada a vaguear, após a sua morte, como “alma do outro mundo”, a fim de expiar os pecados cometidos. Vagabundeando, assim, no mundo dos vivos, era familiar ser ouvida, na sua tarefa de costurar, nos lares de muito boa gente, em especial nas longas e escuras noites de antanho.
 
Em Vila Cova a “costureirinha” também fez das suas. Ora aqui vai a notícia, sem que o seu autor se identifique, que respigámos de uma Comarca de Arganil de 20 de Agosto de 1925, com o título “A costureira em Vila Cova?”
 
Vila Cova – É o assunto de todas as conversas, despertando grande admiração a aparição da célebre “costureirinha”, que tem percorrido algumas casas desta terra. Nós, que ainda não assistimos a tal fenómeno, acreditamos a hipótese de sugestão, mas várias pessoas afirmam ouvir o estranho ruído, exactamente como uma máquina a coser.
 
Pois leitores do Miradouro, a partir de agora há que ficar de sobreaviso. É que, de quando em quando, acontecem uns “apagões” que deixam esta Vila Cova do século XXI e arredores em escuridão total que nem breu. E, gaita!…se a costureirinha dá por ela!...
 
 
Nuno Espinal/Palmira Barreiras
 
 
 
 
 
 

comentários recentes
Pode publicar. Achamos importante que o faça. Obri...
É uma informação muito importante.Espero que não s...
O texto relaciona.se, de facto, com minha tia e ma...
Sim, de facto Maria Espiñal, minha tia, era escrit...
Minha Mãe sempre me disse que a madrinha dela era ...
Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
O post anterior é assinado por mim Nuno Espinal
Não estive presente no jogo e nunca afirmo o que n...
Março 2008
D
S
T
Q
Q
S
S

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
14

17

26
29



pesquisar neste blog
 
subscrever feeds