publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Janeiro , 2008, 23:46

 

Claro que se lembram. A imagem ainda é fresca, já que há cerca de cinco anos o Edifício do Centro de Dia ainda tinha aquele degradante aspecto. A foto com que ilustramos este apontamento acompanhava uma notícia saída num dos jornais de Arganil e era uma verdadeira vergonha para Vila Cova. O andar de cima nem tecto tinha! Havia quem lhe chamasse, compreensivelmente, “o galinheiro”.
Hoje o edifício está completamente diferente e, agora sim, uma fotografia sua já pode ser exibida, sem constrangimentos para os vilacovenses, em qualquer jornal ou publicação.
Mas os actuais dirigentes da Santa Casa querem mais. Ou, ainda melhor, os nossos amigos que se servem dos serviços do Centro de Dia merecem mais.
A amplificação das instalações e a sua remodelação estão na forja. Pretende-se uma sala de convívio com o conforto adequado quer seja Verão, quer seja Inverno, quer faça calor, quer faça frio.
Brevemente o projecto será apresentado aos vilacovenses.
 
 
 
Nuno Espinal
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Janeiro , 2008, 00:56

In Diário das Beiras

Um estudo encomendado pela Estradas de Portugal defende a construção de duas estradas a sul da Serra da Estrela, embora reconheça que abrir túneis garante melhores acessibilidades e maior desenvolvimento regional.

O elevado investimento previsto para 12 quilómetros de túneis (704 milhões de euros) face aos benefícios para os utentes (em termos de poupança de tempo e combustíveis, entre outros), faz do cenário o único com uma “taxa de rentabilidade negativa até 2030”. No entanto, o documento refere que esta é a solução que garante melhor ligações em toda a região e que mais promove o desenvolvimento regional ao nível de “emprego, coesão social” e “consolidação do sistema urbano”.
O Estudo de Avaliação Estratégica para a região do Centro Interior foi encomendado pela Estradas de Portugal e está em consulta pública até final do mês e inclui três cenários.

Três cenários

O cenário A prevê a construção de três novas estradas em redor da Serra da Estrela: IC6 entre Coimbra e Covilhã, IC7 entre Venda de Galizes e a A25 (em Celorico da Beira ou Fornos de Algodres) e o IC37 entre Seia e Viseu.
O cenário B prevê a construção do IC7 entre a Covilhã e Viseu, com túneis para atravessar a Serra da Estrela, o maior dos quais com de 8,5 quilómetros entre Manteigas e Seia/Gouveia. Está previsto que o IC6 ligue Coimbra e a A25 no distrito da Guarda.
O cenário C é de uma forma geral a adaptação do perfil em X apresentado no cenário B, mas contornando a Serra da Estrela a sudoeste entre Sandomil, São Gião e Vide, para onde são previstos alguns túneis mais pequenos.
A utilização das vias em estudo é mais intensa no cenário B, com uma previsão de tráfego médio diário anual de 8.500 veículos e menor no Cenário A, com 7.350 veículos. O cenário C apresenta um valor intermédio de 8.050 veículos. “O cenário B é muito extremado, apresentando desempenhos muito positivos mas também muito negativos em aspectos que são estruturantes e têm um peso estratégico na decisão (ambiente e rentabilidade económica)”, refere o documento. “Pelo contrário, os cenários A e C, traduzem um comportamento globalmente muito equilibrado e viável do ponto de vista financeiro”.

12 concelhos afectados

O estudo conclui que “da observação dos pilares da avaliação, análise por troços e consulta às entidades, há alguma convergência em torno das vantagens do cenário C”.
No entanto, ressalva “as virtualidades associadas às outras alternativas, que convidam a uma reflexão em torno de uma possível optimização de componentes e troços que se mostraram menos favoráveis” no cenário C.
Segundo refere o próprio estudo, o trabalho afecta directamente os concelhos de Arganil, Celorico da Beira, Covilhã, Fornos de Algodres, Gouveia, Mangualde, Manteigas, Nelas, Oliveira do Hospital, Seia, Tábua e Viseu.
A Assembleia Municipal de Manteigas já aprovou uma moção de apoio à opção que prevê a construção de túneis na Serra da Estrela. Também a Câmara da Covilhã já deliberou apoiar essa opção.
O presidente da autarquia da Covilhã, Carlos Pinto, preside também à Comunidade Urbana das Beiras (Comurbeiras) e já disse que a estrutura está disponível para lançar a obra em modelo de concepção, construção e exploração.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Janeiro , 2008, 00:28

 

Um pequeno bidão, colocado perto da entrada do Convento, tornou-se motivo de estranheza por parte de todos os vilacovenses que lhe desconheciam a finalidade.
 
O bidão, afinal, era um mero reservatório para recepção de óleos já utilizados e tinha sido mandado colocar, ao que fomos informados, pelos serviços da Câmara.
 
Excelente ideia que se aplaude.
 
D e repente, contudo, o bidão desapareceu. Nova estranheza para quem o deixou de ver e lhe perdeu o rasto. Mas, lá indagámos e foi-nos dada a explicação. É que os óleos começaram a ser aproveitados por alguém que, por processos químicos, o reciclava, tornando-o combustível para utilizações próprias.
 
Desaprovando este aproveitamento, desconforme aos objectivos definidos pelos Serviços Públicos, a Junta de Freguesia interveio e colocou o bidão em local mais resguardado e defendido de tentações alheias.
 
O bidão está agora situado junto ao edifício da própria Junta. Até aí nada a aponatr. Mas surge uma situação que merece ser ponderada.
 
O Centro de Dia começou a tornar-se o “cliente” mais requerente, e quase o único, dos despejos no bidão, quando este se encontrava em local não muito distante das suas instalações. Com a nova localização do bidão, torna-se pouco prático e nada operacional, para as trabalhadores do Centro de Dia, o procedimento destes despejos.
 
Então, fica aqui a pergunta. Não haverá hipótese do um outro bidão ser colocado junto ao edifício do Centro de Dia?
 
Quem, com Poder, que responda, se a tal se dispuser, claro.
 
 
Carla Marques 

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