publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 24 Dezembro , 2007, 23:41

As portas da velha igreja estão encerradas. Não haverá missa do galo. A nobre Praça está deserta. Não arde o Cepo de Natal.
Que saudades!
Recorro a um poema de Miguel Torga, concebido em Vila Cova, a recordar tempos da tradição dos natais da minha infância:
 
NATIVIDADE
 
Arde no coração da noite
A ritual fogueira que anuncia
O eterno milagre
Do nascimento.
Batida pelo vento,
Que da cinza das brasas faz semente,
É um sol sem firmamento,
Directamente
Aceso
E preso
À terra
Por mãos humanas.
De raízes profanas,
Lume de vida a bafejar a vida,
O seu calor aquece
A única certeza que merece
Ser aquecida
 
Miguel Torga, Dário VIII, Vila Cova, 24 de Dezembro de 1958
 
 
Aos leitores do Miradouro FESTAS FELIZES
 
 
 
Nuno Espinal/Miradouro
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 24 Dezembro , 2007, 09:55

Foi ontem transportada de urgência da sua casa, na Praça, em Vila Cova, onde residia com o seu filho Mário, para os Hospitais da Universidade de Coimbra, Dª Maria dos Prazeres Mendes Esponso, vítima de AVC.

A Dª Prazeres Esponso é utente do Apoio Domciliário da Santa Casa de Misericórdia e conta 91 anos de idade.


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