publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 19 Novembro , 2007, 23:55

Há cinquenta anos juravam, numa igreja de Lisboa, amor e partilha.
Sábado, numa outra igreja, algures nos arredores de Lisboa, já nada tiveram para jurar. Apenas a consagrar, com família e amigos, a vivência de todo um caminho, caminho que, nas boas e nas más horas, juntos, sempre juntos, caminharam. Com o muito amor e partilha, com que têm colorido toda uma vida.
Parabéns Jorge e Maria Adelina Ferrão.
Muitos "vilacovenses" presentes...

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 19 Novembro , 2007, 22:48

Concluiu em Coimbra a licenciatura em Arquitectura Joana Gouveia Alves, filha do Dr. José Manuel Oliveira Alves e da Drª Leonor Gouveia Alves.
O Miradouro felicita a novel arquitecta e deseja-lha os maiores êxitos futuros.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 19 Novembro , 2007, 16:16

A Direcção da Filarmónica Flor do Alva agradece à Drª Isabel Madeira a cedência da garagem, situada junto ao terreiro da Santa Casa, que foi utilizada em apoio à festa do Magusto de Domingo passado.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 19 Novembro , 2007, 03:57
Alguém dizia por graça que “filho de chamiço sabe assar castanhas”.  A frase, a parodiar um velho provérbio popular, colhia um misto de saudade e reconhecimento.
É que quem, no magusto de Domingo, chamou a si tarefa de fazer crepitar as castanhas, por sinal bem nutridas, foi o Fernando das Neves, vulgo” chamiço”, que herda do pai uma mestria que muitos quiseram recordar. Era ele, o pai do Fernando, o assador de serviço nos magustos da terra. Honra pois seja prestada, infelizmente póstuma, ao Sr. Augusto das Neves.
O magusto, apesar do frio que a caruma em brasa se esforçava por apoucar, reuniu bastante povo, havendo até amigos forasteiros do Barril e de Avô.
A Flor do Alva, a organizadora da Festa, fez ouvir algumas das suas marchas e rapsódias, sob a direcção, como é habitual, do Professor Rui Quaresma.
 
Bolos lêvedos são elemento já imprescindível em festa que em Vila Cova se preze. E lá estavam a compor o ambiente a par de um bom tinto e de uma muito procurada jeropiga.
 
Talvez por isso houve quem, com a goela já tonificada, cantarolasse sem pejo, em toada de fado, a velhinha quadra que eu tanto ouvi nos tempos da minha Vila Cova de Outrora:
 
Quatro castanhas assadas
Quatro pingos de aguardente
Quatro beijos de uma moça
Fazem um rapaz contente
 
E logo um comentário: Olha hoje, um rapaz contentar-se com quatro beijos duma gaja...aquilo é que eram tempos de miséria!...
 
 
 
Texto: Nuno Espinal
Fotos: José Santos       
 
 

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