publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 20 Outubro , 2007, 20:26

 

Para quem é amigo de um bom petisco ou de um prato bem servido e com sabor a preceito então aqui fica a proposta: uma saltada a Santarém, onde decorre o Festival Nacional de Gastronomia até 6 de Novembro.

Já lá vão 25 anos desde que a capital do Ribatejo passou a receber o Festival, que de ano para ano mais se tem afirmado, constituindo, em gastronomia, a principal manifestação que se realiza no país.

O Festival, para além da gastronomia, oferece ainda demonstrações de folclore e artesanato, e torna-se, nos seus vários eventos, um mostruário diversificado e de ampla cobertura do espaço nacional.

Considerando todos estes ingredientes, a Confraria Gastronómica do Bucho de Arganil decidiu participar numa mostra de produtos gastronómicos, produtos esses que várias Confrarias do país, e foram muitas as presentes, deram ontem a provar, em espaço nobre do certame e atribuído à respectiva Federação das Confrarias.

Na mesa de petiscos desta Confraria do nosso Concelho, lá estava, como vedeta, o Bucho de Vila Cova a par, claro, do de Folques. Tivemos oportunidade de constatar quanto o nosso Bucho é apreciado, e muitos foram os que o provaram em estreia.

A Confraria vai cumprindo, assim, a sua principal função e Vila Cova já muito começa a dever a esta Instituição que divulgando a especialidade que é o nosso bucho divulga também o nome, obviamente, da nossa terra.

Lamenta-se a ausência de quem pudesse representar a empresa familiar que fabrica o Bucho de Vila Cova, mas estamos certos que no futuro situação idêntica não se tornará a registar.

Na foto: Confrades a brindarem por Vila Cova: Zé Carvalho, Nuno Espinal, Carvalhais, Narciso (Confraria do Rabelo) e Fernando Figueiredo.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 20 Outubro , 2007, 03:17

 

Todas as cartas de amor são
Ridículas
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
 
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
 
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
 
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
 
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
 
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
 
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas).
 
 
De “Poesias de Álvaro de Campos”
 
Quadro de Nazaré Pereira (Drª Zita)
Óleo s/ Tela: O Primeiro Namoro

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