publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 08 Outubro , 2007, 23:44

 

 

Desloca-se hoje, dia 9, a Vila Cova um repórter do Diário das Beiras, a fim de obter, ao que conseguimos apurar, depoimentos sobre o caso do "testamento do Sr. José da Silva" e das repercussões relativamente à Filarmónica Flor do A Filarmónica Flor do Alva.

Recorde-se que o Sr. José da Silva deixou em testamento o valor que tinha nas contas depósito à ordem e a prazo na Caixa Geral de Depósito (constituindo legatário a Santa Casa de Misericórdia) e no Millenium (constituindo legatário a Flor do Alva). Só que a conta a prazo do Millenium foi transformada numa conta de títulos o que impede a Flor do Alva de poder reclamar a respectivo valor desta, já que não consta do testamento.

Acontece que este valor pode ser reclamado por familiares do falecido desde que colaterais até ao 4º grau, o que parece vir a ocorrer.

Argumentam os Dirigentes da Flor do Alva que o Sr. José da Silva morreu no convencimento de que os valores que possuía no Millenium iam, por sua morte, ser legados pela Filarmónica Flor do Alva, Instituição com a qual sempre teve uma relação de grande afectividade, chegando mesmo a ser seu dirigente durante vários anos.

O caso parece vir a "fazer correr muita tinta".

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 08 Outubro , 2007, 19:53

Intervenção no Forum de Pedro Ribeiro.

Assunto: "O Café do Vasquinho"


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 08 Outubro , 2007, 19:18
Deixemos por agora o habitual apontamento aos jogos do Vilacovense. De resto, o apontamento sobre o jogo que no último Domingo o Vilacovense disputou com o Seixo da Beira será apresentado brevemente.
Fixemo-nos, apenas, no ambiente que costuma rodear os jogos, ainda que sucintamente, nos seus aspectos mais relevantes e que lhe adornam alguma tipicidade.
O primeiro, que no imediato irrompe, é o aglomerado de gente em ponto central da cercadura do campo. Trata-se do sítio do improvisado Bar, mesmo ao lado dos vestiários dos jogadores, em situação bem estratégica, ou seja, na embocadura da principal entrada do campo.
O “Bar” é um mundo de encontros, de saudações e de conversas das grandes minudências da vida e entretém mesmo quem lhe queira só perscrutar os meros falares do que lá é dito e conversado.
 
O cabrão tem cá uns cornos, olha que com uns cornos daqueles já nem debaixo da ponte passa…, ouve-se.
 
Um dos balcões do “Bar” põe os que nele se apoiam de costas para o campo. Quando o jogo começa um dos “clientes”, de um grupo que nesse balcão se serve, exclama para os outros, uns quatro ou cinco: “Eh pessoal, parece que já começou o jogo”. Mas nem o próprio nem os outros se parecem impressionar. A mesma postura, costas voltadas e ao jogo a dizerem nada.
Já antes os jogadores do Vilacovense tinham entrando em campo, quase um a um, com camisolas brancas para exercícios de aquecimento. Corridas, sprintes, alongamentos, desentorpecimento muscular.
Os guardas redes exercitam-se à parte. Tudo rigorosamente cumprido, sem falhas na execução dos preceitos que seguem os próprios profissionais da bola.
Depois tornam às cabines para vestir o equipamento representativo. Ouvem uma prelecção do treinador.
Cá fora, facilmente pude escutar: ..avançam na diagonal…o Sr. Taranta acompanha sempre…ouviu Sr. Taranta?...
A prelecção segue com a linguagem típica de treinador de futebol. Tudo nos “conformes”, pode dizer-se.
Depois lá entram em campo, em grupo, com a camisola representativa do Vilacovense. É bonito! Afinal, e mesmo que nem todos sejam de Vila Cova, transportam no dorso o símbolo da nossa terra.
 
Homens de um lado, mulheres do outro lado do campo. Mas porquê? pergunto. Elas é que vão para lá. Mas, até se compreende. Isto é bola…de vez em quando lá sai um c…… ou um f…-.., isto é bola, faz parte. Mas o quê? Elas? São do mais assanhado que há. Puxam bem pela equipa…
 
E zaragata, costuma haver?
 
Não, isto é gente que vem para aqui passar um bom bocado de tempo. Vem aqui gente de todo o lado, Coja, Avô, Barril e até de Lourosa… Mas, porrada não. Já houve em tempos, e foi a sério, porrada de criar bicho…mas ultimamente não. Ah! Mas se aí aparecerem engraçadinhos, a malta não se faz rogada…não saem daqui sem a marca. A marca Vila Cova…
 
Termina o jogo. No tal balcão permanece ainda um do tal grupo.
 
Com voz já embaciada diz: O quê perderam? Ai os gajos! O que eles precisam é de beber uns copos p´ra ganhar força naquelas pernas…
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

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