publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 03 Outubro , 2007, 23:35

 

Chuva e mais chuva, continuadamente, sem parar.
E o cinzento do dia a adensar-se com o cair da noite.
Já fumegam chaminés e o Outono a afirmar-se.
Fico-me a olhar e é só natureza o que vejo.
Que sereno, que deslumbre!
E logo a poesia me toca:
 
 
 
Ó minha terra, nos crepúsculos de outono!
Nuvens do entardecer, doiradas ilusões,
Quando fala comigo a alma do Abandono,
E o vento reza, no ar, penumbras de orações…

Teixeira de Pascoaes

In “Versos Pobres
 
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 03 Outubro , 2007, 10:37
Ontem pelas 20.30 horas, em Coja, aconteceu um grave acidente, na zona da ponte do Barroco, em frene à Clínica Dentária e que acidentou o Sr. António José Silva, de Vinhó, filho do Sr. António Agostinho Madeira da Silva, (funcionário da Junta de Freguesia de Vila Cova de Alva).
O Tozé (nome pelo qual é conhecido o acidentado), conduzia a sua viatura no sentido Coja/Vila Cova, a qual foi contra as cortinas da Ponte, por motivos que desconhecemos, e só parou no fundo do barrouco.
Compareceram no local de imediato os Bombeiros Voluntários de Coja, tendo transportado o Tozé para os Hospitais da Universidade de Coimbra, onde ficou internado.
Para o Tozé as rápidas melhoras.
 
 
 
 
 
 
Notícia: António Tavares

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 03 Outubro , 2007, 00:29

 

Não devo falar por mim, já que por suspeição, tiraria credibilidade ao texto.
Mas digo-o pela voz de muitos vilacovenses , que daqueles fantásticos anos têm vivas recordações.
Aquele grupo de jovens, que nos anos 60 rumava nas férias grandes a Vila Cova, deixou ecos, deixou marcas.
E desses tempos há momentos que ainda hoje são recordados, passados que são mais de quarenta anos.
Por exemplo: os teatros.
Seus Intérpretes: essa malta jovem, a malta estudante.
Habilidades em palco: rábulas, cantigas, música, dança, poesia e até ilusionismo.
Deu brado até, num desses teatros, uma rábula feita aos “Beatles”.
Ao som do tuwist and shout ” eu, o meu irmão, o Zé Oliveira Alves e o António Gabriel de Almeida Toneca ), uma bateria de cartão, violas de cartão, o palco com luz vermelha, tudo em play back ”, contorção dos corpos, e toda aquela gente em delírio, a torcer-se a rir. Um êxito.
E era tudo tão simples, tudo tão divertido!
 
Foto de 1966. Da esquerda para a direita:
De pé: Dalila, José Luís, Elsa Canhão, Nuno Espinal, Amélia Caetano, Manuel António Fonseca, Abílio Vicente, Maria Augusta Vicente, Tó Cruz, Antero Madeira, Isabel Madeira, (não identificada), Padre Januário Lourenço dos Santos, Fernando Vicente.
Sentado: Zé Oliveira Alves.
De cócoras: Quim Espinal, Ana Kaupers , António Gabriel de Almeida Toneca ).
 
Texto: Nuno Espinal
(Ao Antero Madeira um obrigado pela foto).

 

 

 

 

 

 


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