publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Setembro , 2007, 02:13

 

Os madeirenses continuam a encantar. E de tal modo têm encantado que, a horas da sua partida, já se pressente um vazio. Porque estes dias da sua estada foram dias vividos, cheios, dias de animação. Tudo voltará, em Vila Cova, à pacatez, à velha rotina do dia a dia.
 
Claro, a vida em Vila Cova vai prosseguir. A Flor do Alva, a magnífica Flor do Alva, continuará a afirmar a sua qualidade e o empenhamento em representar com dignidade a sua Vila Cova.
 
E daqui a um ano lá estará na Camacha, a tentar conquistar simpatias tal como os da Camacha as conquistaram em Vila Cova.
O Domingo levou os jovens da banda de S. Lourenço à Igreja do Convento onde, guiados pela Drª Margarida Figueiredo, visitaram a nave central, a sacristia e a zona do coro. Sempre interessados nas histórias que lhe eram contadas alguns, mais afoitos, subiram à torre, o que suscitou que lhes fosse contado o famoso episódio do sino e a valentia dos vilacovenses de então.
 
Depois, e ainda com a Drª Margarida Figueiredo por cicerone, visitaram a Mata, tendo-se a páginas tantas detido num dos tanques, lá metido entre o arvoredo. Foi então que alguém teve a ideia: os iniciados da banda tinham que ser baptizados. E assim foi perante o entusiasmo geral. Mas, o grande gáudio haveria de surgir quando a “sacerdotiza” de serviço, tão embrenhada no acto baptismal, teve uma escorregadela e, num trambolhão monumental, mergulhou “todinha” nas águas do tanque. 
O fim de tarde revelou-nos de novo a arte da banda de S. Lourenço. No espaço da Fonte de S. Sebastião, os madeirenses foram deslumbrantes no concerto que ofereceram ao povo de Vila Cova, que uma vez mais compareceu em massa. Momento espectacular aconteceu quando a Flor do Alva, vinda de uma das suas actuações numa localidade da região, se deteve em toque frente aos seus congéneres da Madeira.
O Maestro da Banda Filarmónica da Madeira dirigiu-se, então, ao Povo de Vila Cova e numa alocução de grande sentimento agradeceu a forma hospitaleira como todos os da Camacha foram recebidos: “O nosso coração abriu-se perante tanta gentileza e amizade do Povo de Vila Cova. Nunca mais esqueceremos esta jornada.”
O concerto terminou com o célebre “Bailinho da Madeira”, que os presentes acompanharam com palmas e ao mesmo tempo cantaram em coro.
 
 
 
 
Nuno Espinal

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 02 Setembro , 2007, 19:10

 

Há um direito inviolável que à Carolina ou a qualquer um não pode ser negado. O Direito ao Nome. Ora, o Miradouro, não sonegando em absoluto, à Carolina, esse direito, cometeu, contudo, um erro. Deturpou-lhe o nome. 
Aconteceu por altura do seu baptizado, em 19 de Agosto passado. Aqui fica a rectificação. Carolina sim, Catarina não. Por isso o pedido de desculpas do Miradouro à Carolina Ribeiro Calado, que na foto aparece ao colo de sua mãe, Srª Dª Ana Cristina Ribeiro.
 
Claro que hoje, a Carolina, deste assunto nada perceberá. Mas quem sabe se daqui a uns anos, uns anitos mais, este registo não lhe chegará ás mãos? Então, até juramos, a Carolina há-de sorrir.
 
Para ti, Carolina, muitos beijinhos do pessoal do Miradouro.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 02 Setembro , 2007, 00:40

 

 

 

 

A pretexto de um piquenique, músicos das duas Bandas Filarmónicas juntaram-se junto ao Rio, com vilacovenses à mistura, no espaço da margem direita entre a ponte e o caneiro, e saborearam uma tarde agradável, salpicada de apelativos mergulhos nas águas tranquilas do Alva, com a canícula a atingir os trinta e tal graus.
 
Houve, naturalmente, convívio e uma vez mais o reconhecimento da simpatia dos madeirenses, que primam pela afabilidade e educação.
 
Um dos motivos de maior interesse da tarde relacionou-se com os jogos tradicionais, em especial o “jogo da malha”, que suscitou o maior número de aderentes. E, se havia experimentados jogadores, outros pouco mostravam no manuseamento do disco. No entanto, apesar de estreante, o Professor Rui Quaresma, maestro da Flor do Alva, até se safou.
 
Como de manhã se safaram os futebolistas da Flor do Alva, num jogo com os amigos da Camacha, em que os de Vila Cova ganharam por 6 a 1.
 
E foi num espírito de grande amizade e boa convivência que mais um dia se passou. Amanhã a tarde será dedicada a uma visita à Igreja Matriz, ao Convento e à Mata. À noite o karaoke promete.
 
 
 
Nuno Espinal
 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 01 Setembro , 2007, 03:12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Apesar da noite fria, as cerca de trezentas pessoas que estiveram no recinto da Santa Casa bem podem dar por bem entregue o seu tempo, pois terão assistido a um dos mais conseguidos espectáculos musicais desde sempre exibidos em Vila Cova.
De facto, as interpretações das duas Bandas Filarmónicas evidenciaram grande qualidade, apesar da juventude da maioria dos seus elementos, em especial dos músicos da formação da Camacha.
Exibiram-se, de facto, em grande nível as duas bandas e o público sublinhou-o, tributando fortes aplausos às várias peças interpretadas. A apoteose musical aconteceu quando os músicos da Flor do Alva e da Banda Filarmónica de S. Lourenço se juntaram e interpretaram peças dirigidas por cada um dos respectivos Maestros.   
Já antes, no entanto, passava das 19 horas quando as duas Bandas Filarmónicas percorreram, em formação conjunta, a estrada da vila, desde a primeira à última casa, no sentido Avô-Coja, acompanhadas por muitos populares, dando por fim entrada no recinto da Santa Casa sob fortes aplausos.
 
O resto da Festa distribuiu-se pelo “porco no espeto”, por uma cerimónia de discursos, com o senão de ser demasiado longa, com intervenções dos Presidentes da Câmara de Arganil, das Juntas de Freguesia de Vila Cova e da Camacha, dos Presidentes das duas Bandas Filarmónicas e do Provedor da Santa Casa.
 
A noite terminou com a actuação do teclista Nuno Filipe, que trouxe à dança muitos dos presentes.
 
 
 
Nuno Espinal
 
 
 
(Numa das fotos: Presidente da Câmara, Eng. Ricardo Pereira Alves e Vereador da Cultura, Dr. António Cardoso. Em outra foto: Prof. Carvalhais, Presidente da Mesa da Ass. Municipal e Dr. Fernando Figueiredo, em representação da Confraria do Bucho)
 
 
 

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