publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 23 Setembro , 2007, 23:52

 

De facto, foi um tanto à moda antiga. Ainda que com as diferenças quase imprescindíveis que a distância entre tempos dita. Principal diferença? Claro, um 23 de Setembro a fingir de 8 de Setembro. Mas, no essencial, a tradição a manter-se, a genuinidade traçada no singelo dos sucedimentos.  
 
De manhã cumpriu-se o cerimonial religioso. Missa e evocação à Srª da Natividade. “Natividade é Vida, diria o Padre Cintra. “E Vida é confraternização religiosa. Mas, também é confraternização festiva”.
 
Depois a procissão: O Pendão (seja bem-vindo Sr. Orlando!), o andor da Senhora do Encontro, o palio, a resguardar o Santíssimo Sacramento, a Flor do Alva, a cadenciar os passos e por fim, formado em duas filas, o Povo.
 
À tarde a Festa: quermesse, comes e bebes, leilão (bom esforço Sr. Rogério), jogos tradicionais (um espectáculo o jogo do prego), o Rancho de Vale de Milhazes e a terminar a magnífica e cada vez melhor Flor do Alva (o meu aplauso Prof. Rui Quaresma).
 
Gostei, julgo que gostámos todos, foi um dia bonito…
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

 

 


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