publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Setembro , 2007, 21:20

 

Eram cerca de quatro e meia da tarde quando a comitiva da Banda Filarmónica de S. Lourenço deixou Vila Cova, num autocarro conduzido pelo Sr. José Raimundo, Presidente da Filarmónica Flor do Alva.
 
A partida dos camacheiros contou com a presença de muitos vilacovenses, rendidos à simpatia que os jovens madeirenses irradiaram nos seis dias em que permaneceram em Vila Cova. 
 
Vila Cova ganhou outra alegria e movimentação com os jovens da Banda de S. Lourenço e os vilacovenses souberam apreciar e retribuir, com a hospitalidade que lhes é tradicional, a convivência e afabilidade que receberam dos madeirenses.
 
Houve abraços, beijos e até uma ou outra lágrima, fruto, por certo de uma ou outra “paixoneta” forjada nos idílicos recantos da vila.
 
Para os da Flor do Alva foi um adeus de “até para o ano…”.
 
Para os restantes, os restantes vilacovenses, um adeus sentido com um “voltem sempre!...”
 
Talvez um dia, quem sabe? Serão sempre bem-vindos.  
 
 
 
 
 
Nuno Espinal
 
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Setembro , 2007, 02:13

 

Os madeirenses continuam a encantar. E de tal modo têm encantado que, a horas da sua partida, já se pressente um vazio. Porque estes dias da sua estada foram dias vividos, cheios, dias de animação. Tudo voltará, em Vila Cova, à pacatez, à velha rotina do dia a dia.
 
Claro, a vida em Vila Cova vai prosseguir. A Flor do Alva, a magnífica Flor do Alva, continuará a afirmar a sua qualidade e o empenhamento em representar com dignidade a sua Vila Cova.
 
E daqui a um ano lá estará na Camacha, a tentar conquistar simpatias tal como os da Camacha as conquistaram em Vila Cova.
O Domingo levou os jovens da banda de S. Lourenço à Igreja do Convento onde, guiados pela Drª Margarida Figueiredo, visitaram a nave central, a sacristia e a zona do coro. Sempre interessados nas histórias que lhe eram contadas alguns, mais afoitos, subiram à torre, o que suscitou que lhes fosse contado o famoso episódio do sino e a valentia dos vilacovenses de então.
 
Depois, e ainda com a Drª Margarida Figueiredo por cicerone, visitaram a Mata, tendo-se a páginas tantas detido num dos tanques, lá metido entre o arvoredo. Foi então que alguém teve a ideia: os iniciados da banda tinham que ser baptizados. E assim foi perante o entusiasmo geral. Mas, o grande gáudio haveria de surgir quando a “sacerdotiza” de serviço, tão embrenhada no acto baptismal, teve uma escorregadela e, num trambolhão monumental, mergulhou “todinha” nas águas do tanque. 
O fim de tarde revelou-nos de novo a arte da banda de S. Lourenço. No espaço da Fonte de S. Sebastião, os madeirenses foram deslumbrantes no concerto que ofereceram ao povo de Vila Cova, que uma vez mais compareceu em massa. Momento espectacular aconteceu quando a Flor do Alva, vinda de uma das suas actuações numa localidade da região, se deteve em toque frente aos seus congéneres da Madeira.
O Maestro da Banda Filarmónica da Madeira dirigiu-se, então, ao Povo de Vila Cova e numa alocução de grande sentimento agradeceu a forma hospitaleira como todos os da Camacha foram recebidos: “O nosso coração abriu-se perante tanta gentileza e amizade do Povo de Vila Cova. Nunca mais esqueceremos esta jornada.”
O concerto terminou com o célebre “Bailinho da Madeira”, que os presentes acompanharam com palmas e ao mesmo tempo cantaram em coro.
 
 
 
 
Nuno Espinal

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