publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 24 Agosto , 2007, 17:37

Os poucos quilómetros que separam Vila Cova de muitas das aldeias envolventes levam a que muitos vilacovenses se desloquem, com alguma frequência, a localidades vizinhas, com o intuito de usufruírem de curiosos eventos, que nesta altura do ano vão acontecendo na região.

 

Coja é, neste domínio, a mais concretizadora no concelho de Arganil. A notícia que retiramos do “Diário de Coimbra” é paradigma de quão apetecível este período é para todos aqueles que gozam férias na região.

 

 

“In Diário de Coimbra”

 

 

“Porco é rei” em Côja
O
principal dia acontece amanhã, com a recriação da tradicional matança do porco, mas hoje
e domingo também é possível comer algumas iguarias tradicionais nos restaurantes da vila, confeccionadas à base de carne de porco

Este fim-de-semana o “Porco é rei” em Côja, no concelho de Arganil. A junta de freguesia local promove uma festa inteiramente dedicada ao porco, cuja carne foi, em tempos, a base da alimentação da população. Amanhã, uma matança tradicional recria o que foram as vivências daquela região em que, por altura do Natal, se matavam os porcos que constituíam a alimentação para o resto do ano.
Com efeito, a matança não começa logo pela manhã e nem será real, como manda a tradição, uma vez que actualmente não é permitida fora dos matadouros. Ainda assim, acontece a partir das 15h00, recriando-se o que é possível, e trocando, no momento em que se espetaria a faca, o animal vivo por um já morto. «O porco vivo vai atravessar a vila, com um cesto de milho a abanar à frente, para o atrairmos para o local que queremos. Chegados ao local do “crime” simulamos o agarrar e o meter no banco do porco e trocamo-lo por um morto», explica o presidente da Junta de Freguesia de Côja, adiantando que, a partir daí, o animal é pendurado «como noutro tempo» para então se dar início à animação e ao jantar.
João Oliveira, que se lança pela primeira vez nesta iniciativa, pretende dar a conhecer a tradição e, ao mesmo tempo, promover os pratos regionais à base de carne de porco e a própria região, atraindo os populares para a festa e os demais visitantes que se queiram juntar. Esta é, sublinha, mais uma iniciativa com vista à «dinamização cultural e recreativa» da vila de Côja que vai decorrer na Fonte Nova, um recinto à beira rio recuperado pela junta de freguesia para a realização deste tipo de iniciativas.
Paralelamente, os quatro restaurantes da vila (Lagar do Alva, Prensa da Ribeira, Varandas do Alva e D. Ramiro II) juntam-se à iniciativa e, durante este fim-de-semana, dão especial destaque aos pratos confeccionados à base de carne de porco, designadamente bucho recheado, uma das iguarias mais típicas do concelho de Arganil, ossos do espinhaço, «a parte da coluna vertebral do porco cozida e servida com couves», cachola com todos, «a parte mais pobre do porco – a cabeça – cozida», febras na brasa, cozido à portuguesa, enchidos, torresmo baqueado e pernil no forno. Tudo isto pratos que era possível comer no dia da festa, ou seja, no dia em que se matava o porco, antigamente por altura do Natal. «Os lombos, couratos, presuntos e pés é que eram conservados em sal ou azeite para o resto do ano», explica o presidente da junta.
O programa do “Porco é rei” tem início hoje, com os restaurantes aderentes a confeccionarem pratos à base de carne de porco. Amanhã a festa tem início às 15h00, com a matança do porco, seguida de um colóquio sobre a importância do porco na alimentação portuguesa, promovido pela Confraria do Bucho, de Arganil. Pelas 17h30 actua um grupo de concertinas e, uma hora depois, tem lugar uma prova de enchidos, seguida de jantar com porco no espeto.  

 

 

Margarida Alvarinhas


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 24 Agosto , 2007, 16:32

 "In Diário de Coimbra" 

 

Mais 14 mil euros mensais para instituições de solidariedade
Durante este ano, a Segurança Social estima gastar 708 mil euros em novos acordos e abranger 610 novos utentes do distrito

Oito instituições particulares de solidariedade social (IPSS’s) do distrito de Coimbra vão receber ainda este ano mais 14 mil euros mensais da Segurança Social, anunciou ontem o director do Centro Distrital de Segurança Social de Coimbra (CDSS), Mário Ruivo.
O montante agora atribuído integra o orçamento de 708.630 euros previsto pelo CDSS para novos contratos com IPSS’s a celebrar durante este ano, o qual deverá abranger 610 novos utentes. Segundo Mário Ruivo, foram adjudicados até Agosto 453 mil euros, perfazendo cerca de 57 por cento da verba estimada.
Os acordos de cooperação foram assinados ontem e abrangem a creche do Centro Social Paroquial de Meãs do Campo, os centros de noite da Casa de Repouso de Coimbra e da Comissão de Melhoramentos de Vilamar e os serviços de apoio domiciliário da Associação Defesa ao Idoso e Crianças da Freguesia de Vilarinho, da Associação Progressiva de Santo António do Alva, do Centro Paroquial Solidariedade Social da Freguesia de Bobadela, do Centro Social Polivalente – Associação Desportiva, Recreativa, Cultural e Social da Ega e da Santa Casa da Misericórdia de Vila Cova do Alva.
Numa cerimónia que contou também com a presença do governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, o CDSS celebrou ainda protocolos no âmbito do Rendimento Social de Inserção com outras duas instituições, a Santa Casa da Misericórdia de Galizes e a Casa de Nossa Senhora do Rosário.
De acordo com Mário Ruivo, o CDSS disponibiliza anualmente às IPSS’s do distrito de Coimbra uma verba de cerca de 73 milhões de euros, abrangendo um universo de 35 mil utentes. Embora reconheça «as dificuldades que o país atravessa», o director do CDSS sublinhou que «o Estado não deixa de ter uma dimensão social», ainda que «assumida sobretudo pela organização livre dos cidadãos».
Quanto à duração dos contratos agora firmados, Mário Ruivo garantiu tratar-se de «casamentos perpétuos», passíveis de serem rectificados consoante a capacidade das instituições e a respectiva procura.  

 

 

Catarina Prelhaz


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 24 Agosto , 2007, 16:28

 

O Provedor da Santa Casa de Misericórdia, Dr. Nuno Espinal e o vogal da Mesa da Administrativa, Sr. José Carvalho estiveram ontem no Governo Civil de Coimbra onde procederam à assinatura, como representantes da Instituição, de um Acordo estabelecido com a Direcção Regional da Segurança Social de Coimbra, para atribuição à Santa Casa da comparticipação de mais 50% sobre a comparticipação atribuída a 14 utentes do Apoio Domiciliário, pela prestação de serviços, por esta Instituição, aos Sábados e Domingos.

Esta comparticipação faz parte de um pacote que contempla outras IPSS do distrito de Coimbra, conforme notícia do Diário de Coimbra supra referida.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 24 Agosto , 2007, 13:08

 

O Picoto, ilha da povoação de Avô, é de facto um local deslumbrante. E excelente foi a visão do Município de Oliveira do Hospital, ao qualificar aquele espaço com uma praia fluvial, onde existe ainda uma piscina para crianças, restaurante e bar.

 

Com águas de qualidade, vindas do Alva e da Ribeira de Avô, aprovadas pelos Serviços de Saúde, a ilha do Picoto proporciona ainda a possibilidade de pitorescos passeios em barcos a remos. Depois toda a paisagem envolvente é fascinante.

 

Com estes atributos não admira que este espaço seja motivo de grande procura por parte dos muitos veraneantes que invadiram este ano a região.

 

Os de Vila Cova não fogem à regra e é vê-los por lá refugiando-se nas convidativas águas do Picoto, em defesa aos calores normais da época.

 

Afinal Avô não fica a mais de uns breves 4 quilómetros. Um senão: a dificuldade de estacionamento. Mas, alguma paciência e lá se encontra sempre um lugar onde o carro pode ficar enfiado.

 

Claro, no meio das várias praias fluviais da região, os vilacovenses continuam a apregoar as suas mágoas.

 

“Porque raio é que Vila Cova não tem uma praia fluvial?”

 

Sabemos do empenhamento da Junta. O nosso total apoio.

 

 

 

 

Texto: Nuno Espinal

Foto: Fernanda Santana

 


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