publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Agosto , 2007, 23:42

 

A Flor do Alva anda numa roda viva. Convites, muitos, a provar a sua grande projecção. No próximo fim de semana, no Sábado, actuações, de manhã, em Relvas da Teixeira e, a partir das sete e meia da tarde, em Anceriz, no “concerto da confraternização”. Domingo, durante todo o dia, em Esculcas, na celebração da festa local.
 
 
 
 
Notícia: Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Agosto , 2007, 20:23
O nosso assíduo leitor, e por vezes colaborador, Sr. Artur Miguel Fonseca, tem uma intervenção no Fórum em que faz eco de um conjunto de comentários que tem ressoado, desde ontem à tarde, por toda a vila, manifestando a população o seu descontentamento e até indignação perante a descarga de água provocada no rio pela Mini Hídrica e que apanhou desprevenidos alguns jovens banhistas e que não causou acidentes dado serem todos, ao que nos foi dito, “nadadores e de boa destreza física”.
 
A fim de apurar não só as razões do sucedido, mas também as medidas que estão a ser tomadas para evitar situações idênticas, o Miradouro ouviu o Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Alfredo Lourenço, que nos referiu:
 
“Atento à época de calor que atrai ao rio muitos banhistas e informado da presença de um grupo de escuteiros acampados na margem do Alva, alertou o responsável operacional da Mini Hídrica a fim de serem tomadas medidas que assegurassem a passagem do caudal com regularidade e sem alterações de volume que pudessem perigar quem no rio se banha. Ficou, assim, determinado que durante o mês de Agosto a Mini Hídrica, que estará em trabalhos de manutenção, terá sempre abertas as suas portas à passagem do caudal que, nestas circunstâncias, terá sempre o seu volume em dimensões naturais.
Foi informado da descarga de ontem, mas nunca supôs que se verificassem as proporções que veio a assumir, ainda que ache que há exagero em alguns dos comentários que foram proferidos.
Relativamente ao mês de Setembro, mês ainda susceptível de o rio ser visitado por banhistas, a seu tempo irá solicitar junto da Mini Hídrica medidas adequadas”.    
 
 
 
 
 
Nuno Espinal   
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Agosto , 2007, 15:59

Nasceu na África do Sul, em Joanesburgo, no ano de 1982. Em 1993, na companhia da mãe (Manuela Santos Ribeiro), viajou para Portugal, tendo-se fixado em Vila Cova em casa dos avós, Sr. Fernando dos Santos Ribeiro e Dª Emília Georgete dos Santos Ribeiro, também eles regressados, pouco tempo antes, da África do Sul, onde permaneceram vários anos como emigrantes.

 

Falamos da Tanya Charlene Ribeiro Rodrigues, hoje com 25 anos de idade e recentemente licenciada em Gestão e Planeamento em Turismo, na Universidade de Aveiro.

 

O Miradouro regista este facto com satisfação e deseja os maiores êxitos na vida futura à nova Drª.

 

 

 

 

Carla Marques

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Agosto , 2007, 08:34
Diário das Beiras
 
Lurdes Gonçalves
 
Apresentado projecto da Fundação Valle
 
O ante-projecto do futuro edifício da Fundação Beatriz Valle e Centro de Estudos e Documentação Fernando Valle, na Quinta da Tapada, em Côja, foi apresentado a 30 de Julho.

No dia em que se assinalaram os 107 anos do nascimento de Fernando Valle, a 30 de Julho, o Conselho Administrativo da Fundação Beatriz Valle e Centro de Estudos e Documentação Fernando Valle apresentou o projecto para um novo espaço na Quinta da Tapada, em Côja, local onde será colocado o espólio que se encontra na biblioteca da residência da família, para que fique ao dispor de toda a população.
O projecto, elaborado pelos arquitectos Pedro Mendonça e Miguel Pinheiro, visa a requalificação da quinta que pertenceu a Fernando Valle e inclui um auditório, biblioteca, cafetaria e espaços para workshops, exposições e para administração da Fundação.
Para já, a criação deste espaço, que prevê 1200 metros quadrados de construção, está em ante-projecto, e a obra está orçada em cerca de um milhão de euros.
De acordo com o arquitecto Miguel Pinheiro, o objectivo inicial era fazer apenas a requalificação da Quinta da Tapada, mas havia necessidade de criar um espaço físico para instalar a sede da Fundação Beatriz Valle. “O que começou por ser uma abordagem ao edifício existente depressa subiu a sua amplitude”, referiu, considerando que este espaço vem também “preencher um vazio que ainda existe no concelho de Arganil, em termos de uma referência arquitectónica e cultural”.
Durante a apresentação do projecto, o arquitecto Miguel Pinheiro explicou que a Fundação Beatriz Valle e o Centro de Estudos e Documentação Fernando Vale será “um espaço aberto à comunidade, onde as pessoas se podem reunir e assistir a espectáculos”.
O arquitecto enalteceu o trabalho desenvolvido por Pedro Mendonça, que tem “uma grande ligação emocional e profissional ao concelho de Arganil”, advogando que “o conceito está encontrado e este ponto de partida será a base de discussão em termos de licenciamento com a Câmara Municipal”.
“Quanto mais instituições estiverem envolvidas, mais o projecto é de todos nós”, considerou, acrescentando que “esta pode ser a primeira pedra de uma grande obra”.
O arquitecto Pedro Mendonça agradeceu em primeiro lugar “o desafio” que lhe foi colocado pela Fundação, afirmando a sua satisfação por ter desenhado o novo espaço, sobretudo porque surge “em torno do Dr. Fernando Valle”, que teve o prazer de conhecer.
Segundo o responsável pelo projecto, a obra vai albergar “um grande espaço de exposições, uma zona para investigação científica, um anfiteatro e a zona de documentação/biblioteca apoiada por um grande arquivo”.
“Houve preocupação em abrir o projecto para o exterior”, acentuou Pedro Mendonça, acrescentando que “não se consegue imaginar o edifício sem o exterior”. Quanto à estrutura central, “pretende criar um espaço de leitura, reflexão e encontro individual e comunitário”. Para além disso, existem três espaços exteriores, destinadas a acolher diversas iniciativas lúdicas e culturais. “Acredito que este é um projecto excepcional para um enquadramento e programa excepcionais”, concluiu.
Mário Valle, um dos membros do Conselho de Administração da Fundação Beatriz Valle, e filho de Fernando e Beatriz Valle, realçou a dimensão do projecto. “Nunca imaginei que o projecto fosse tão belo, tão bem feito”, afirmou.
Questionado pelo DIÁRIO AS BEIRAS sobre uma previsão para o início das obras, Mário Valle afirmou que ainda não é possível adiantar uma data, mas assegurou que “logo que possível” o projecto será estudado pelo conselho de administração e órgãos da Fundação e depois tem de ser apresentado à Câmara”.

Espólio

Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Mário Valle recordou o seu pai, sublinhando que este foi “conhecido pela sua coerência de vida”, uma vez que “trabalhou sempre para os outros, unca pensando nele”. Embora revelando tratar–se de um dia “difícil” para a família, destacou que se reveste de “grande significado”, razão que levou a que fosse escolhido para a apresentação do futuro projecto da Fundação. De acordo com Mário Valle, a Fundação e o Centro de Estudos e Documentação Fernando Valle vão albergar “tudo aquilo que ele deixou durante os 104 anos que viveu, espólio que vai será exposto ao público” e que inclui, entre outras peças, a correspondência que trocou com várias individualidades e a sua biblioteca.

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