publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 23:51
É o que se pode chamar uma resistente. E ela própria confessa:
 
“Podia ter, como quase todos, abalado ou para Lisboa ou para Coimbra ou para um qualquer outro local. Mas decidi ficar. Não sou eu quem vai contribuir para a chamada desertificação do interior.”
 
E de facto, assim é. Nem ela nem o marido, também ele vilacovense, deixaram a sua Vila Cova. Casados, há cerca de dois anos, fizeram-se à vida onde a sorte lhes proporcionou trabalho, mas mantendo residência na sua terra.
 
A Cláudia Lourenço, é este o seu nome, é hoje cabeleireira em Arganil. O vai e vem diário não é coisa que a perturbe. Afinal, hoje, as distâncias até estão longe de ter as dimensões antigas. “O ir e vir do dia a dia até se faz bem.”
 
Depois é o descanso ao fim de semana. Descanso, quer dizer…é que a lida da casa não lhe dá parança. Folga, essa, só a do cabeleireiro. E às vezes nem isso. Pois é. Algumas, das suas conterrâneas, aproveitam-lhe o saber capilar e a disponibilidade. Uma garagem serve de “Salão”. Algumas, e há que dizê-lo, e alguns. É que a Cláudia também se ajeita e bem na “Arte de Fígaro”.
 
Cabeleireiro “Unisexo” em Vila Cova?  Quem diria?!...
 
 
 
 
 
 
Nuno Espinal/Carla Marques

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 23:46
No próximo Domingo, 29 de Julho, Casal de S. João vai ter uma " TARDE DE CONVIVIO ", a partir das 15.00 horas.
 
Eis o Programa:
 
BAR, JOGO DA MALHA  (chinquilho), SARDINHA ASSADA, FEBRAS, ENTRCOSTO E MÚSICA DE APARELHAGEM.
 
O evento realiza-se no LARGO 1.º DE MAIO.
 
 
 
 
 
Notícia: António Tavares

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 00:53

Em Defesa da Árvore
 
 
O “Princesa do Alva” exibe, de há uns dias para cá, um pequeno filme que pretende consciencializar para os perigos dos incêndios na floresta, em especial no período estival que atravessamos. É mais uma achega a toda a campanha que nesta altura nunca é excessiva perante potenciais riscos, maioritariamente, de responsabilidade humana.
As condições climatéricas têm, contudo, permitido tréguas, ainda que as previsões meteorológicas, para os dias que se aproximam, já deixem admitir, pelas subidas de temperatura, um possível eclodir de fogos generalizados, em especial em zonas potencialmente propícias.
 
As árvores e em especial as florestas são, para além do sustento de uma enorme variedade biológica, os pulmões do planeta.
Ao consumirem CO2 (dióxido de carbono) atenuam as emissões deste gás, e equilibram as suas quantidades existentes na atmosfera. Por outro lado a queima de árvores e da floresta lança para a atmosfera mais CO2. E surge aqui um duplo prejuízo. Mais CO2 e menos sorvedouros deste gás, pois as árvores deixam de existir.
 
É por isso que a árvore assume uma importância vital na normalização do efeito estufa, que, potencializado nos tempos que correm, provoca aumento da temperatura do ar, com as conhecidas consequências, nefastas para o equilíbrio dos ecossistemas.
 
O culto da árvore serve, no mínimo, para que a respeitemos, glorifiquemos e ajamos em sua defesa. O breve apontamento que se segue fomos colhê-lo a um “Ecos do Alva”. Uma notícia que enternece.
 
“Em 9 de Março (de 1913), por deliberação superior, celebrou-se (em Vila Cova) a festa da árvore, que foi abrilhantada pela filarmónica de Avô. Falaram às crianças e à numerosa assistência sobre o significado da festa e do culto que se deve prestar à árvore o Prof. António Nunes de Oliveira e Costa e o pároco da freguesia Reverendo Alfredo Nunes de Oliveira.”
 
De facto, a relação do homem com o ambiente é de gestos e práticas opostas. Umas vezes amigo, e outras, e vezes de mais, inimigo.
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 00:45

Dr. Nuno Mata
 
O sítio “Princesa do Alva” é uma referência não só de Coja como também do concelho de Arganil. Sempre apostado em melhorar conteúdos e imagem, a sua grande excelência é devida, em grande parte, à dedicação e competência do Dr. Nuno Mata.
Ora, pela leitura da sua última crónica, publicada no “Princesa”, ficámos a saber que, por força da sua profissão de docente, o Dr. Nuno Mata vai ser colocado, já a partir do início do próximo ano lectivo, em Guimarães, o que o impossibilitará de prestar ao “Princesa” a mesma colaboração diária que, até agora, sempre lhe dedicou.
Em situações de “saídas”, nunca deixámos de aceitar a velha máxima de que não há homens insubstituíveis. E não duvidamos de que em Coja haverá quem, com forte espírito de solidariedade e de sacrifício, indispensáveis a quem decide manter diariamente um sítio com a dinâmica do “Princesa do Alva”, faça permanecer, sem perda de qualidade, a obra.
Ma, a verdade é esta. O Dr. Nuno Mata, pelas suas capacidades, esteja onde estiver, será sempre uma mais valia. Por isso resta-nos algum consolo. A sua continuidade, ainda que condicionada, está pelo próprio garantida.
Felicidades amigo.
 
 
 
 
Nuno Espinal

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