publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 04 Julho , 2007, 21:32

In Diário de Coimbra – 4 de Julho de 2007 
 
Rio Alva e Piódão em destaque nas preocupações dos autarcas
O rio Alva e a aldeia histórica do Piódão foram os assuntos em destaque na última Assembleia Municipal de Arganil, com os deputados e presidentes de junta a manifestarem-se preocupados com a poluição. No que respeita ao Piódão foram inúmeros os problemas levantados

Nuno Mata, começou por se referir ao rio Alva enfatizando o «problema do emissário de esgoto que atravessa o rio em Coja», uma vez que, segundo o deputado municipal do PS, «foi encontrada uma solução provisória, mas passados meses de ruptura, verifica-se de novo emissão de efluentes para o rio». Assim o também professor cojense questiona o executivo de maioria social-democrata «se há alguma possibilidade de resolução deste problema».
Também Eugénio Frois se associou a esta preocupação com o rio Alva, recordando que «falar do turismo em Arganil é falar do rio Alva» que, afirmou, «está doente». Além disso, continuou o deputado socialista «há um problema que se prende com caudais irregulares do rio, que tem grande volume de água e esta irregularidade cria perigo e temos de encontrar solução para o caudal mínimo». Reforçando o que os interlocutores anteriores haviam dito, João Oliveira, presidente da Junta de Freguesia de Coja contou que na última assembleia de freguesia a autarquia arganilense foi criticada porque «não se compreende que a parte que se estragou da passagem do rio continue no rio», referiu, sublinhado que «o sistema para este período transitório está bem concebido mas não é suficiente», afirmando ainda que «as últimas analises das águas são péssimas».
Em resposta, Ricardo Pereira Alves começou por se referir aos esgotos em Coja, lembrando o que já disse em diversas assembleias municipais, ou seja, que a empresa Águas do Mondego «tinha previsto a remodelação da ETAR e dos esgotos», acrescentando que «tive essa garantia e que eu saiba os prazos não se alteraram». Também «já foi feito um estudo sobre caudais e nesta fase consta-se que é necessário reforçar o sistema de bombagem», disse.
Relativamente ao rio Alva e ao turismo, o edil advogou que «é fundamental para o desenvolvimento do concelho». A propósito de «se dizer que não se conhece posição da autarquia sobre o rio Alva», o autarca lembra que quando «entrámos na câmara não havia um investimento em questão de ETAR´S» e agora, prossegue o edil, a «ETAR de Arganil está em construção e pronta no final de Julho, as de Coja e Vila Cova de Alva vão avançar em Setembro ou Outubro, estando também em análise as de Casal de São João e vinho». Pereira Alves mostra assim que a «Câmara Municipal está a fazer o que lhe compete para despoluir o rio», sublinhando que este «é um problema que já se arrasta há muito tempo».  
 
 
Isabel Duarte

 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 04 Julho , 2007, 19:17
03-07-2007 – in Diário das Beiras

 
Góis e Arganil são os concelhos que mais preocupam os bombeiros
Os concelhos de Góis e Arganil são os que mais preocupam os bombeiros em termos da possibilidade de ocorrência de incêndios florestais, disse ontem na Figueira da Foz o Comandante Operacional Distrital (CODIS) de Coimbra. “Góis tem todas as condições para grandes incêndios. Tem uma grande área florestal e não tem grandes incêndios há muitos anos”, afirmou António Martins aos jornalistas, durante uma visita de trabalho do governador civil de Coimbra à serra da Boa Viagem. Deu ainda o exemplo de Arganil, concretamente a zona do vale do rio Ceira e parte da serra no vizinho concelho da Lousã. O CODIS de Coimbra disse ainda que, no distrito, “a preocupação dos bombeiros vai para os concelhos de maior risco, mais no interior do que no litoral”. No distrito, segundo o Governador Civil, todos os 17 concelhos possuem um Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. No caso dos POM, planos estratégicos de operação no terreno, dois municípios, que não identificou, ainda não o entregaram ao Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS). “Os dois estão em processo final de avaliação, mais uma semana e teremos todos”, garantiu Henrique Fernandes, que apelou à “sensibilidade” dos municípios na concretização de uma estratégia e meios de acção que lhes permitam uma postura “pró–activa” no que à defesa da floresta diz respeito.

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