publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 18 Junho , 2007, 21:30
O Vilacovense disputa na próxima Sexta-Feira o seu último jogo do Torneio de Futebol de “7” de Coja. Tem que forçosamente ganhar, contando que o seu adversário directo, o Talho Bruno Nunes, possa somar 3 pontos na jornada derradeira.
 
Com efeito, o “Talho Bruno Nunes” conta, após a contabilidade da penúltima jornada, 15 pontos, enquanto o Vilacovense, que é leader, soma 16. Daí que, no caso de vitória dos de Coja, só os 3 pontos podem conferir “aos nossos” o título de campeão.
 
Sugere a lógica que o Vilacovense, a jogar ao seu nível habitual, leve, na sua próxima partida, de vencida o seu adversário, “Os Amigos de Percelada”, equipa nitidamente inferior, em termos tanto tácticos, como técnicos, como físicos. Mas, no futebol há que considerar os imponderáveis e é esse sortilégio que o elege como um dos espectáculos mais apaixonantes do mundo.
 
A equipa do Vilacovense tem na defesa, a menos batida, um dos seus pilares, com um guarda-redes seguro, bem posicionado entre os postes, protegido por defesas atléticos, que jogam em velocidade e fazem a transposição defesa ataque de forma pragmática, com incursões laterais que criam desequilíbrios.
 
Os jogadores a meio campo e os mais avançados têm bom recorte técnico, bom entrosamento e sentido de desmarcação, ainda que falhem por vezes no capítulo do remate. Mas o volumoso caudal ofensivo acaba por colmatar este índice menos positivo.
 
Em resumo, o Vilacovense reúne todas as condições para ganhar o Torneio. Mas, os azares, por vezes acontecem, em especial quando azar é sinónimo de “arbitragem em campo de plano inclinado”.
 
A ver vamos…
 
 
 
 
Artigo do Sector de Desporto do Miradouro

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 17 Junho , 2007, 21:49
A Educação Musical, objectivada a um patamar meramente amador, pode ser adquirida ou na escola, aqui de modo sistematizado, ou em Instituições quase sempre de conteúdo cultural, nomeadamente, bandas de música ou grupos de folclore.
Vila Cova tem o privilégio, através da sua Associação Filarmónica, de proporcionar a aprendizagem e formação musical aos jovens que assim o pretendam.
E, provavelmente, nunca como hoje a “Escola de Música” da Flor do Alva terá granjeado uma tão alta qualidade. O principal obreiro da craveira atingida é sem dúvida o maestro Luís Quaresma.
Jovens, pais e população em geral, claro, agradecem-lhe.      

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 17 Junho , 2007, 01:05
A Filarmónica Flor do Alva desloca-se hoje à Bobadela, concelho de Oliveira
do Hospital, a fim de abrilhantar a festa local.
 
 
 
Notícia: Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 16 Junho , 2007, 23:14
E podiam ser mais…
 
A superioridade que o Vilacovense manifestou durante todo o jogo foi tão evidente que o resultado só peca por escasso. De facto, o Vilacovense poderia ter esmagado o adversário caso tivesse concretizado as muitas oportunidades criadas, em especial na 2ª parte.
Mas  aparte algumas falhas no capítulo do remate, o Vilacovense acabou por realizar uma exibição muito apreciável, com pormenores técnicos a destacar, demarcações bem esquematizadas e bom entrosamento dos jogadores.  Uma equipa a jogar com índole de campeão.
 
O Vilacovense alinhou com:
 
Hélder Esculcas (guarda redes), Carlos Gomes (capitão), Bruno Carvalho, Paulo Ribeiro, Zé-Tó Sérgio Gaspar, Marco Matins , Marco Gonçalves e Luís Carlos.
 
Marcadores dos golos: Marco Gonçalves, Marco Martins, Zé-Tó e Bruno Carvalho.
 
 
 
 
 
 
Marisa Antunes

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 15 Junho , 2007, 23:13
Logo que possível publicaremos crónica do jogo.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 15 Junho , 2007, 23:00
Convidam-se toda a população e amigos para, no dia 16 de Junho, pelas 19 horas,
comparecerem no recinto da antiga escola primária da povoação.
Haverá boa sardinha, caldo verde e o bom vinho da região.
Vem e traz um amigo!!!

Organização do Grupo Recreativo de Vinho
 
 
 
 
 
Notícia: Hugo Lopes

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 15 Junho , 2007, 15:33
Logo, ás 21 horas, vamos apoiar o nosso Vilacovense

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 15 Junho , 2007, 12:17

Pouco ou quase nada existe gravado da história das milhentas aldeias que povoam o nosso Portugal. Vila Cova, contudo, é excepção. Há registos coevos e houve dois importantes homens que, na contemporaneidade, pesquisaram, sistematizaram dados e deixaram informação sobre a história de Vila Cova de Alva.  São eles os Srs. Padre Januário Lourenço dos Santos e Carlos Gabriel.

 

O Miradouro, ainda que noutro registo, vai tentando contribuir para que a História Social de Vila Cova, dos últimos anos, (e o social é quase o todo da história da terra) da “lei da morte se liberte”.

Fotos, apontamentos do quotidiano e do passado, comentários, eis um acervo que permanecerá para o futuro. É que depois, há só que juntar as peças e a história estará no puzle.

 

Vila Cova tem de permanecer com a sua história. Pelo que é hoje, pelo que será no futuro, pela importância que teve no passado. Claro, importância relativizada à dimensão do concelho. Eis, a propósito, um apontamento que repescámos de um “Ecos do Alva” de 1990:

 

Segundo o cadastro da população do Reino, realizado em 1527 por ordem de D. João III, Vila Cova tinha 89 fogos, Vinhó 7, Casal de S. João 4, Barril 10. De notar que Arganil tinha 96 fogos, Coja 83 e Anseriz 43.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 13 Junho , 2007, 23:30
Diz a lenda que Santo António tinha a capacidade de reconciliar casais desavindos. Talvez mais do que lenda haja nesta menção uma pontinha de verdade. Abonam nesta tese a sua bondade, humanismo, sabedoria e autoridade moral.
Propalada esta virtude, daí até à fama de santo casamenteiro foi tudo uma questão de tempo. E hoje, jovem que esteja ansiosa por namorado então que não perca tempo. Há a esperança de que Santo António lhe possa dar uma “ajudazinha”. E o 13 de Junho, por razões óbvias, é dia de forte crença.
Mas, não precisou desta crença a noiva que vemos na foto. Esbelta, como se constata, o mais certo seria ele, o noivo, ter de pedir ao Santo o seu valimento.
 
Paródia à parte, vamos a dados reais. O Santo serviu de pretexto para a introdução da foto. Os noivos são Isabel Oliveira (filha de Abel de Oliveira, falecido, e Alice Gouveia - os dois na foto) e Alfredo Sousa. A foto foi tirada em Moçambique, em 1967. Reconhecem-se muitos vilacovenses no grupo, entre outros, António Parrana, Padre Januário, Manuela Cruz, Artur Leitão, Jorge Gonçalves, Alfredo Lourenço, actual Presidente da Junta, Eng. Alexandre Cruz, Prazeres de Oliveira e outros que não identificamos. Quem o fizer que nos informe. Publicaremos de novo a foto com o nome de todos os presentes.
 
 
 
Nuno Espinal

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 13 Junho , 2007, 17:12

Em tempos, há uns cinquenta anos para aí, recordo um tal “americano”, dando função a uma gaita de beiços e pondo o pessoal em rodopio, em mexidas danças, à moda das modinhas de então.

Uma fogueira de rosmaninho perfumava os ares e perfumava as águas, que ainda hoje teimam em tombar, no velho chafariz de S. Sebastião.

As raparigas novas saltavam a fogueira, a exorcizar adversidades à conquista de um namorado, e eu, nos meus muito reduzidos anos, aguardava algumas tréguas das labaredas, e lá transpunha, envolto em fumos, as pouco mais que minguas brasas, num mero exorcismo ao medo.

Eram assim as noites de Santo António, em cenas distribuídas por outros recantos da aldeia, como o Adro, a Praça ou mesmo as Tílias, com outros tocadores e tocatas, como o Sr. Augusto (o Augustito, como lhe chamavam) no seu bem sonante e afinado saxofone.

Muitos anos são passados, mas a devoção e crença ao Santo permanecem. E, globalização em força, lá se mudaram hábitos. Veio a sardinhada à moda de Lisboa.

Ontem, em Vila Cova, na Praça e em S. Sebastião, vizinhos e amigos assaram sasrdinhas, beberam um bom tinto e celebraram o Santo de Lisboa. De Lisboa? Qual quê!... Santo António de Portugal, porque não?

 

 

 

 

Nuno Espinal


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