publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 04 Abril , 2007, 23:05
Nas celebrações litúrgicas o canto ocupa um espaço de interacção dos fiéis, até porque cantar é, muitas vezes, um acto de participação.
Nas missas celebradas em Vila Cova, longe vão os tempos em que o canto se resumia à voz humana e apenas em momentos especiais havia acompanhamento instrumental.
Com o Concílio Vaticano II, as várias alterações introduzidas na liturgia suscitaram a introdução de novos processos de aproximação às pessoas. Foi, então, que o canto nas missas, em várias Igrejas do País, se tornou, por vezes radical e estranho ao ambiente de recolhimento e espiritualidade expectável nos templos religiosos. Afinal, reacções normais em períodos que se seguem a reformas ou a revoluções.
Corrigidos os exageros, o canto litúrgico tornou a características ajustadas ao recolhimento e espiritualidade, ainda que aceitando outras aberturas.
Vem este breve comentário a propósito do “canto” que nas liturgias dominicais, em Vila Cova, nos é proporcionado por um grupo de intérpretes de vozes e instrumentos da comunidade.
Claro, são meros amadores. Daí que a qualidade musical deva ser dimensionada. Mas valem, em especial, pelo momento que causam, de singeleza, de pureza. Mais, até: de harmonia litúrgica.
 
 
 
Nuno Espinal      

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