publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 01 Abril , 2007, 21:49
Realizou-se, hoje, a Assembleia Geral Ordinária da Santa Casa de Misericórdia, para deliberação do Relatório e Contas do exercício de 2006, Assembleia que foi presidida pela Drª Palmira Morais.
Antes deste ponto da ordem de trabalhos foram prestadas algumas informações e discutidos vários assuntos apresentados pelo Provedor, Dr. Nuno Espinal, tendo suscitado alguma polémica a questão relacionada com o uso, por parte das Irmãs, de uma Opa, que sempre foi de uso obrigatório para os Irmãos. Ficou então acordado que o Provedor irá endereçar uma carta a todas as Irmãs propondo-lhes a utilização da Opa, ainda que se admita a possibilidade de ficarem desobrigadas deste preceito as Irmãs que neste sentido se manifestarem, não podendo nestas circunstâncias representarem a Irmandade, em actos em que for obrigatório o uso do hábito.
No ponto seguinte, o Provedor apresentou o Relatório sobre as Contas do Exercício de 2006, tendo salientado a positividade do Resultado Líquido, com um saldo confortável, apesar de despesas de monta efectuadas, em especial a compra dos terrenos adjacentes ao Edifício de Centro de Dia.
 Foi depois lido pela Drª Margarida Figueiredo, na sua qualidade de Presidente, o documento do Conselho Fiscal, totalmente abonatório do Relatório e Contas.
Postos à votação o Relatório e Contas e o Parecer, foram estes documentos aprovados por unanimidade.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 01 Abril , 2007, 08:38
Foi com surpresa e grande júbilo que os vilacovenses receberam a notícia, há tantos anos aguardada, de que finalmente os painéis e as armações em talha da Igreja Matriz vão ser intervencionadas no sentido da sua recuperação e restauração.
O IPPAR, através de um programa europeu de intervenção em “Igrejas de valor artístico comprovado”, tem disponibilizada uma verba, que contempla a Igreja de Vila Cova de Alva.
O Miradouro apurou que as obras de restauração dos painéis e de toda a armação em talha da Igreja Matriz serão entregues a artistas da Fundação Espírito Santo, terão início em Julho deste ano e se devem prolongar por cerca dois anos e meio. O custo da obra, de acordo com informação recolhida junto de fonte do IPPAR, é de cerca de 750.000 Euros, comparticipando o Ministério da Cultura com cerca de 25%.
Uma notícia que põe Vila Cova em festa.
O Miradouro já tem pedida uma entrevista a alguém responsável do IPPAR a fim de colher mais informações.

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