publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Dezembro , 2007, 19:17

Vila Cova madruga com temperaturas frias, coberta por um branquíssimo e espesso manto de geada. Os dias são frios, as noites gélidas, e lá se vão repetindo, ano a ano, ciclos na rotina desta implacabilidade da vida. É tempo de Natal, é tempo de Inverno.
Carmina Madeira deixou-nos, na simplicidade do seu legado de escritos, registos do seu despretensioso sentir, mas, por isso mesmo, tão verdadeiros nesta ainda singela vivência do dia a dia de Vila Cova.
 
Eu queria que o Natal
Na minha casa nunca acabasse
O dia em vão não passasse
E houvesse família, alegria
Um presépio, Jesus, José e Maria.
 
Já mergulho no Inverno
Sinto alguma tristeza
Mas a minha Vila Cova
Ainda assim tem beleza
 
A minha casa n’aldeia
Ser não pode d’outra maneira
Tem paredes tão velhinhas
E o calor d’uma lareira
 
(Poemas Simples de Carmina Madeira)
 
 
Nuno Espinal

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