publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 03 Novembro , 2007, 01:26

Confesso que não sou nacionalista e (como no menor não cabe o maior) muito menos chauvinista. Mas, sempre tive apreço pelas tradições, pelo que representam como herança legada “de” e “a” gerações.
E este nexo que me (nos) relaciona com o passado e, com o futuro (assim o anseio) dá-me um sentimento de perpetuidade como ser de pertença a um grupo, a uma sociedade, a um povo.
Daí que me inquietem manifestações culturais impostas e estranhas ao grupo a que pertenço, ao povo a que pertenço.
Recolhi de uma dissertação de um sociólogo a seguinte definição:
 “Aculturação é um processo social imposto por uma sociedade distinta, que pode ser objectiva (imposição aberta e colonialista) ou subjectiva (imposição baseada na atracção e consequente desvalorização do sistema cultural materno em detrimento do apresentado) sendo que ambas são igualmente danosas.”
Ora, tudo isto vem a propósito de umas fotos que me foram enviadas pelo colaborador do “Miradouro”, Hugo Lopes, com a seguinte referência: “Comemoração do Dia das Bruxas em Vinhó.”
O quê? Dia das Bruxas em Vinhó? Desde quando e porquê?
Ah, claro, já percebo. Um ou outro inglês na aldeia e o velho mimetismo português.
E, já agora, uma pergunta. Será que eles (os estrangeiros) também participam, partilham e integram as nossas tradições?
 
 
Nuno Espinal

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