publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 18 Junho , 2019, 23:34

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Junho , 2019, 09:56

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Nos dias 28 e 29 deste mês de junho, irá decorrer na Casa do Povo de Vila Cova de Alva, o II ENCONTRO DE TEATRO AMADOR da União de Freguesias e Vila Cova de Alva e Anceriz.

Num evento organizado pelos “Gorgulhos/teatro Na Serra”, este ano teremos a presença de dois grupos amadores que gentilmente acederam ao nosso convite – “Teatr’UP” (Pinheiro de Loures) que esteve presente na primeira edição do certame e do “Grupo de Teatro Amador dos Trabalhadores do Município de Odivelas” que nos visita pela primeira vez.

O II Encontro de Teatro Amador abre as suas portas dia 28/6, sexta-feira à noite, terá continuação sábado 29/6, à tarde, com dois espetáculos de curta duração e dedicados ao público mais jovem e terminará sábado à noite com uma ESTREIA pelo grupo Teatr’Up, a que se seguirá um convívio musical entre público e atores, com uma pequena ceia que encerrará o encontro.

Como sempre, as entradas serão livres e todos estão convidados a estarem presentes.

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Junho , 2019, 23:38

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“Uma sardinhada, no dia de Santo António, podia lá faltar?...”

É assim que uma utente do Centro de Dia, nos seus mais de oitenta anos, nos falava do almoço que se aproximava.

E prosseguia no seu parlatório:

“Eu gosto muito de sardinhas e no dia de Santo António ainda me sabem melhor…”

E concluía o seu solilóquio:

“Sabe? É a tradição…”

Confesso que fiquei um pouco aturdido. O Santo António, tradição em Vila Cova?

Ora, de tudo o que sei, de há uns cinquenta anos e mais, nunca o Santo António teve qualquer relevo como festividade e tradição em Vila Cova.

O que acontece é que a globalização tem imposto certas manifestações culturais advindas de centros populacionais de poder e grandeza e recolhidas por populações que antes as ignoravam e que lhes eram estranhas.

É o caso, por exemplo, do Santo António, celebrado em Lisboa, com grande participação popular e do Halloween, um antigo costume anglo-saxão que perdeu o seu estrito sentido religioso para celebrar, de forma pagã, a noite do terror, das bruxas e dos fantasmas.  

Mas, a questão é esta e por aqui estanco qualquer discussão lícita e absolutamente compreensível sobre este assunto: sentem-se as pessoas felizes em celebrações de cunho popular, mesmo que alheias às suas tradições e identidades?

Pelo que consigo perceber, em Vila Cova, na sardinhada do Centro de Dia, a questão nem sentido faz. A sardinhada foi recebida e participada com muito boa disposição, integrada que foi na celebração do Dia de Santo António.

Quem a degustou está-se completamente nas tintas para qualquer polémica sobre o assunto.

Pois assim sendo e porque o bem-estar das pessoas é o fundamental, resta-nos um aplauso à sardinhada e um viva com todo o ímpeto ao Santo António.

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Junho , 2019, 01:16

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O programa das Festas de S. João, em Vila Cova, já consta em cartaz que está divulgado em vários locais, dentro e fora da aldeia.

As Festas estendem-se por três dias, iniciando-se sábado, dia 22, tendo como principal momento a atuação do Grupo “Banda Kappa”, à noite.

Domingo, da parte da tarde, há a destacar a presença do Grupo “Monte Hermínios” e à noite a atuação do grupo “Eash Music”.

Finalmente, segunda-feira, dia 24, o dia de celebração do Santo, a Missa, como é da tradição, celebra-se na Capela do Alqueidão às 10 horas, seguida da Procissão. À tarde a Flor do Alva atuará, na Praça e a Festa  encerra-se com uma sardinhada às 22 horas.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 11 Junho , 2019, 12:08

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Realizou-se, no fim de semana passado, a XIV Mostra Gastronómica de Arganil, popularmente conhecida como Feira das Freguesias, que, para além das tasquinhas, a servirem pratos regionais, contou com a presença de muitos grupos folclóricos e musicais, todos do concelho de Arganil.

A Filarmónica Flor do Alva, atuou no sábado, no palco da Praça da Câmara, ao final da tarde, tendo apresentado um conjunto de peças que mereceram muitos aplausos do público que assistiu ao seu concerto.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 09 Junho , 2019, 17:14

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Alguém, com a melhor das intenções, quis alertar-me sobre o termo “Malta” e do seu sentido injurioso, de gente pertencente a um grupelho de más práticas e maus usos. “Vai ao dicionário e verás” – acrescentou.

Não me disse nada que eu não soubesse. De facto, o vocábulo “Malta” tem, em seus significados, conforme registos em dicionários, uma conotação pejorativa. Os dicionários referem-no com uma sinonímia variada: bando, súcia, corja, malandragem, gente reles e outros termos afins.

Mas, por razões que a semântica explicará, a palavra “Malta”, quase por antinomia, tem também um significado distante dos atrás enunciados. Os dicionários também a referem como, “tout court”, um grupo, uma multidão. 

Ora, “grupo de pessoas”, sem sentido pejorativo, é o significado que, já há bastantes anos, no linguarejar quotidiano, mais uso tem, na significação da palavra “Malta”.

Mal seria para o nosso grupo da “Malta” se assim não fosse. Fica, por isso, claro: somos “Malta”, não, obviamente, no significado depreciativo da palavra, mas sim, num conceito engrandecedor da expressão.

Mas, ser-se de um qualquer grupo que se intitule como “Malta” requer que o grupo se defina sob uma condição, um desígnio, um objetivo, uma finalidade.

Vejamos como nos definimos: Grupo da Malta dos anos 60/70, composto, nesse tempo, por estudantes que, nas férias grandes, se encontravam em Vila Cova.

Somos, pois, de uma época: anos 60/70. Uma época marcante na história mundial, assinalada por uma sucessão de acontecimentos como, entre outros, as descolonizações, a guerra fria entre Estados Unidos e Rússia, a corrida armamentista, as lutas revolucionárias na América Latina, nas quais despontou o célebre revolucionário Che Guevara, as lutas dos subjugados raciais, a emersão do “black power”, o pacifismo de Martin Luther King Jr., a afirmação do feminismo, os movimentos  civis a favor dos homossexuais, o desponte de ideologias e uma vontade imensa de mudança, afirmada nas lutas desencadeadas por uma juventude indomável no Maio de 68, em França.

Nós, jovens, nesses meses de verões em Vila Cova, eramos indícios das diferenças, com os nossos modos de vestir (calças à boca de sino, calçado de tacão alto e bicudo, minissaias) de falar (certas expressões de um jargão muito específico), de gostos musicais (os Beatles, os Rolling Stones), de dançar (o twist, o hully-gully), e um já manifesto entendimento de liberdade  sexual, estranho para a população de toda uma aldeia conformada a usos de antanho.

Proclamávamos o “make love not war”, como proposta, fundamentalmente, à apologia a uma sociedade de concórdia.

E em toda esta adição de procedimentos e crenças criávamos uma identidade.  Frutos da socialização desses tempos, temos marcas indissolúveis. Porventura, o apego à cultura da solidariedade, fraternidade, amizade.

Amizade que vincamos nos Encontros da “Malta”.

Diz um velho ditado: “A amizade é um caminho que desaparece se não for pisado constantemente.”

É essa a razão dos “Encontros”. Sejam os de Maio, de Coimbra, de Lisboa, de Agosto. Nas confraternizações o reforço da amizade.

Viva a Malta, Obrigado Malta.

 

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 04 Junho , 2019, 22:24

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Com o título "Mostra de Sabores e Lavores deu a conhecer o que de melhor se faz na região" a jornalista Isabel Duarte assina um artigo no Diário "As Beiras", que foi publicado ontem, segunda-feira, e que transcrevemos:

Foi com a atuação do Rancho Folclórico “As Flores”, de Casal de S. João, que terminou ontem, domingo, a X Mostra de Sabores e Lavores Tradicionais, que decorreu em Vila Cova de Alva, concelho de Arganil, durante três dias.

Numa organização da União de Freguesias de Vila Cova de Alva e Anceriz - com o apoio do Município de Arganil e das Instituições locais – para além de grupos culturais da região, participaram 25 expositores, que aproveitaram a iniciativa para vender os seus produtos, sobretudo gastronómicos e artesanais.

João Gonçalves, secretário da União de Freguesias, começou por destacar que, para além da população local, estiveram presentes neste certame alguns visitantes que se deslocaram a Vila Cova de Alva, apresentando “o que de melhor têm para oferecer”.

 

Gentes da terra

Paulo Amaral, Presidente da União de Freguesias, começou por referir que esta iniciativa é sobretudo “uma forma de dar a conhecer as nossas gentes”, lembrando que, quando o seu executivo tomou posse, em 2017, “pensámos em dar um ânimo diferente à mostra” e “temos feito algumas alterações que têm sido bem-sucedidas, tanto pelos expositores como pelo público”, assegurou. Agradecendo a quem “iniciou este evento” o presidente da União de Freguesias considerou que “é muito importante para Vila Cova de Alva, para a União de Freguesias e para o concelho”.

Por sua vez, Luís Almeida, vereador da câmara municipal, congratulando-se por se ter assinalado “uma década de um evento que já marca a nossa região”, constatou que esta mostra “há muito que extravasou as fronteiras da União de Freguesias” e “é uma marca do nosso concelho que prima por ter tido ao longo dos anos uma série de melhorias”, sublinhou.

Ressalvando, no entanto, que “a sua matriz mantém-se, o vereador da autarquia arganilense afirmou que “continuamos a potenciar os nossos expositores, os sabores e a arte de fazer, que tanto enriquecem o nosso concelho”.

 

Fotos de Nuno Espinal

Refira-se ainda que, no decorrer deste evento, esteve patente, na Igreja da Misericórdia, uma exposição de fotografias, da autoria de Nuno Espinal, alusiva à história da Sociedade Filarmónica Flor do Alva. Explicando que nesta exposição estiveram patentes fotografias  que vão desde a sua fundação até aos nossos dias, o provedor da Misericórdia de Vila Cova de Alva apresentou um brochura onde fez “uma breve resenha histórica com depoimentos de dois antigos dirigentes da banda, Rogério Fernandes e Alfredo Antunes, e que terá continuidade em futuras edições da mostra, com depoimentos de outros elementos que podem dar-me informações da Filarmónica”, adiantou.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 04 Junho , 2019, 16:36

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O domingo, na “Mostra”, é sempre menos concorrido. A razão tem a ver com a abalada de quase todos os que vieram de fora, principalmente, de Lisboa. Veja-se o caso dos da “Malta”: dos 80 que vieram a Vila Cova não restariam, no domingo, mais do que dez.

Mas, mesmo assim houve gente em bom número na Praça, a assistir aos momentos de música e dança folclórica dos grupos convidados para o certame.

Houve também teatro, ou melhor, “uma brincadeira” escrita e pensada pelo Silvino Lopes, fazendo expressão das suas próprias palavras.

Muito interessante o momento vivido com os nossos amigos “Gorgulhos”, acompanhados, na representação do “pastor e suas ovelhas”, por crianças e mães, que se voluntariaram para esta “brincadeira”, que provocou permanentes sorrisos na bem composta plateia.

Houve, de facto, divertimento, bem percebido em todos os que estiveram presentes neste momentos de representação cénica: atores e plateia.

Mas, o agrado e ludismo dos adultos foi acrescido por um pormenor que a ninguém deve ter escapado: a felicidade e o gozo das crianças que em palco estiveram. Os sorrisos, o ar galhofeiro e o consolo com que representaram as ovelhinhas foram um outro momento, dentro do momento da representação.

Obrigado aos Gorgulhos, obrigado caro Silvino.

Fecharam a “Mostra”, nesta sua décima edição, os dançadores, cantores e instrumentistas do muito afamado Rancho Folclórico “As Flores” de Casal de São João. As suas modas espelham com fidelidade o cancioneiro da região e são um contributo para a afirmação da identidade cultural do povo deste pedaço de território.

Uma palavra final, mais do que merecida aos elementos do Executivo da União de Freguesias.

Trabalharam com afinco, para que a organização da “Mostra” funcionasse em pleno. E funcionou. A programação também foi bem concebida, com expositores variados nos produtos expostos e a parte de diversão e cultura a corresponder aos gostos dos potenciais visitantes da “Mostra”.  

Parabéns, pois, aos três elementos do Executivo, ao Presidente Paulo Amaral, meticuloso coordenador, ao Zé Santos e ao João Gonçalves que foi um excelente “locutor”, sem exagerar nos tempos de apresentação dos grupos, com as palavras certas e elucidativas.

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Junho , 2019, 18:42

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Os sábados da “Mostra” são sempre os que registam, para além de maiores afluências de público, programas mais apelativos. Foi assim com o sábado da “Mostra” na sua edição 2019.

 A tarde de sábado, com um calor abrasador, levou à Praça uma boa presença de público, que pôde assistir à atuação de várias Tunas, que prenderam a assistência com modas bem ao gosto popular.

A noite, com uma programação muito atraente, foi a grande apoteose da “Mostra”, com centenas de pessoas a rodearem o palco, onde se exibiram a Filarmónica Flor do Alva e o Grupo “Fado ao Centro” de Coimbra.

A Flor do Alva exibiu-se com muito acerto, mesmo com peças de certa complexidade, demonstrando, no seu conjunto de instrumentistas, qualidade musical muito apurada.

Depois da Flor do Alva veio o momento mais esperado da Mostra: a atuação do Grupo de Coimbra “Fado ao Centro”, que apresentou em Vila Cova o seu programa “Fado Cruzado”, em que os Fados de Coimbra e de Lisboa são cantados separadamente, para no final do espetáculo deixarem os seus registos numa mesma canção: a célebre “Coimbra” que foi entoada, num coro magistral por artistas e toda a multidão que esteve presente na Praça.

Hugo Martins emprestou a sua voz lírica, possante e com um timbre cativante ao Fado de Coimbra enquanto Filipa Biscaia, já conhecida dos vilacovenses, cantou, com voz garrida e castiça, o Fado de Lisboa.

Estilou quanto baste, em especial nos fins dos fados que interpretou e fê-lo com cunho próprio a merecer os aplausos com que foi brindada.

Filipa já criou uma empatia com os vilacovenses, até porque a sua ligação à aldeia teve um acento muito especial na sua infância, já que vinha passar férias com seu avô, o Dr. Zé Quim.

“Sinto-me também vilacovense” afirmou a certa altura, perante os sorrisos orgulhosos dos vilacovenses, que lhe retribuíram sempre fartos aplausos.

Uma noite em grande, em que o Mondego e o Tejo se cruzaram no nosso Alva, acentuando esta identidade da nossa tão incontornável portugalidade.

 

Nuno Espinal

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Fernando Valle entregou presentes à Flor do Alva, em nome da União de Freguesias

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Junho , 2019, 12:25

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Mais uma “Mostra” em grande! Organização impecável, mesmo com o atraso na inauguração, de resto, por motivos que lhe são alheios, e uma programação bem distribuída nos vários dias de duração do certame.

O primeiro dia, sexta feira, abriu com o cerimonial habitual da inauguração, que contou com as presenças do vereador, Eng. Luís Almeida, representante do Município, do Presidente da União de Freguesias, Paulo Amaral e com representantes das Instituições da União.

Houve depois a visita aos vários stands, cerca de 25, sempre acompanhada pelos gaiteiros “Cassarabos” de Coimbra, visita precedida da apreciação, na Igreja da Misericórdia, de uma exposição de fotografias sobre momentos da Filarmónica “Flor do Alva”, momentos compreendidos entre a data da sua fundação e os dias de hoje. A exposição foi organizada por Nuno Espinal, que a fez acompanhar de um caderno de textos sobre “Momentos da História da Flor do Alva.”

A primeira atuação artística da noite de sexta coube à Filarmónica de Avô, que teve um desmpenho muito aplaudido pelo público, que compareceu em bom número, tendo a Banda Avoense, nas suas interpretações, demostrado um equilíbrio harmónico muito consistente, com um bom naipe de madeiras e metais.

A noite ganhou um tom frenético com a atuação dos “Sons e Suadelas”. Muito ritmo, com os acordeões e as vozes a puxarem ao bailarico e a interpretarem um conjunto de cantigas bem populares. Grande interação com o público, com os da “Malta” a terem um protagonismo especial ao estimularem os presentes à dança e à brincadeira.

 

Guida Simões

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