publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 16 Janeiro , 2020, 23:44

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Participamos o falecimento, em Coimbra, da Sra. Dra.  Maria Teresa Pinto Mendes de 88 anos de idade, viúva do Sr. Dr. José Joaquim Barbosa, já falecido.

A Dra. Maria Teresa Pinto Mendes foi bibliotecária, durante muitos anos, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra e escreveu um importante documento sobre a História de Vila Cova de Alva, que pode ser consultado na página inicial do nosso “site”.

Reconhecia-se-lhe uma enorme paixão por Vila Cova, onde tinha uma moradia no Largo do Adro, em terreno lateral à Igreja Matriz.

Natural de Coimbra, o seu corpo encontra-se em velório, desde hoje, na Capela Mortuária da Igreja de S. José, desta cidade, onde será celebrada Missa, amanhã, sexta feira, pelas 10 h e 30 m.

O funeral realizar-se-á, após a celebração da Missa, para o Crematório Municipal de Coimbra, localizado em Taveiro.

Apresentamos à Família as nossas sentidas condolências.




publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 15 Janeiro , 2020, 10:49

Recebemos do Executivo da União de Freguesias de Vila Cova de Alva e Anceriz  a informação de que estão abertas até às 00H00 do próximo dia 20 de janeiro de 2020 as candidaturas para os apoios aos prejuízos agrícolas causados pelas depressões ELSA e FABIEN.

Os referidos prejuízos poderão ser comunicados na Câmara Municipal, Junta de Freguesia ou através da página disponibilizada pela DRAPCENTRO na Internet, devendo os candidatos sempre que possível apresentar fotografias dos referidos prejuízos.

O Miradouro transcreve, abaixo, o ofício enviado à União de Freguesias, a este propósito, pela Direção Regional da Agricultura e Pescas do Centro:

 

Exmº(a)s Sr(a)s,

 

Na sequência da passagem das depressões Elsa e Fabien pela região centro, que provocou danos em explorações agrícolas, a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro encontra-se a efetuar o levantamento dos prejuízos de âmbito agrícola.

No entanto, para efetuar o levantamento de prejuízos no mais curto espaço de tempo possível, disponibilizou-se na página de internet da DRAPCentro uma plataforma para a submissão online da identificação desses prejuízos, no seguinte link: http://www.drapc.gov.pt/base/especial/elsa/pavii_pp.php

O formulário poderá ser preenchido e submetido on-line, até às 24h00 do dia 20 de janeiro de 2020, pelos agricultores lesados, associações e cooperativas do setor, serviços municipais e serviços das juntas de freguesia, que se disponibilizem para o efeito, devendo anexar ou entregar registo fotográfico digital dos prejuízos, cópia da apólice de seguros, quando aplicável, documentos de parcelário (iE e P3) e quantificar os estragos.

 A identificação dos prejuízos, não confere qualquer apoio aos agricultores lesados, uma vez que se trata de um procedimento exigível para a operacionalização das respetivas medidas de apoio a disponibilizar pelo Ministério de Agricultura, que irão consistir “na atribuição de apoios a fundo perdido no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural PDR2020, que atingem os 100% para prejuízos até 5.000 euros; 85% para prejuízos entre os 5.001 e os 50.000 euros; 50% para prejuízos entre 50.001 e 800.000 euros; caso seja cima de 800.000€, o apoio é atribuído até ao limite desse apoio”. Esta medida abrangerá os “ativos tangíveis e os ativos biológicos que integram o capital produtivo da exploração: animais, plantações plurianuais, máquinas, equipamentos, armazéns e outras construções rurais de apoio à atividade agrícola, incluindo plantas de viveiro, infraestruturas de rega e estufas. Existindo ainda áreas submersas, poderá vir a justificar-se a abertura de uma 2ª fase de candidaturas”.  

No âmbito da operação 6.2.2, do PDR2020, as despesas serão elegíveis a partir da data da ocorrência dos prejuízos e os pagamentos poderão ter lugar após a contratação dos projetos junto do IFAP, contra apresentação da fatura.

Agradecemos a divulgação desta informação através da afixação nos locais habituais e nos canais de comunicação que possuem ao v/ dispor.

 Com os melhores cumprimentos.

 

Direção Regional da Agricultura e Pescas do Centro

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 14 Janeiro , 2020, 16:51

Terá sido pouco explícito, mas o II texto dos "contos e recontos" publicado no "Miradouro", que tem merecido muitos elogios, é da autoria de Henrique Gabriel.

Henrique Gabriel, para além de ser um artista plástico de grande notoriedade, tem, na escrita, dotes que revelam e confirmam a sua enorme alma e sensibilidade artística.

Peço desculpa aos leitores por não ter relevado adequadamente a autoria deste pequeno conto, que expressa eloquentemente aspetos do quotidiano daqueles tempos de uma Vila Cova muito marcada pela ruralidade.

Soberbo este recorte literário no final do texto:

"E a quase todos cabia tal sorte, lá iam saindo à frente delas, desaparecendo nas ruas iluminadas por lâmpadas de 20 velas em casquilhos de porcelana que nunca percebi se serviam para iluminar ou se apenas tinham por missão dar forma às sombras."

Obrigado caro Henrique.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 13 Janeiro , 2020, 23:47

Por Henrique Gabriel

 

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Foto: a velha "Faema" do Café do Vasco

Longos eram os dias de Inverno naqueles finais dos anos 60, para quem tinha sido fadado a permanecer em Vila Cova. Alguns tinham partido em busca de melhores aventuranças, Lisboa de preferência, os mais arrojados rumaram para as Áfricas. Outros, pelo sim pelo não, por falta de vontade ou por aceitação, aqui sabemos com o que contamos e partir era coisa de atrevidos, por cá se ficaram que também era preciso quem amanhasse as terras.

Entre sementeiras e colheitas, as chuvas e as intempéries, as cheias do rio e o manto branco das geadas, "que hoje está cá uma camada!", restava o fumo das chaminés que dava aroma ao nevoeiro.

Havia que matar o tempo e acalmar as necessidades, que de misérias nem se dava conta, era assim e pronto!

Local de encontro, o Café Santa Cruz (por mais tarde Mira Rio) ou Café do Vasco, desde há cem anos que assim era e continuaria a ser, pois do séc. XIX datava a mercearia. Ainda há pouco a Barbearia tinha sido desfeita, que barba e cabelo não era herança a gosto, havia que modernizar, e eis que chega a máquina do café, uma Faema pois então! Brilhante, resplandecente e orgulhosa do seu cromado, coisa moderna.  Bom, na verdade, essa funcionava só no Verão, pois havia que economizar e a clientela não justificava o gasto de eletricidade. Entre copos de vinho, tremoços e amendoins, repasto merecido após a terceira rodada, lá ia saindo o cafezinho de cafeteira do fogão de dois bicos debaixo do lava-louça. 

Mas o "café" tinha clientela certa com hora e mesa marcada, não mais que dois ou três, mas fieis, e até pagavam a bica a 3 tostões. Houve que separar clientelas que uma Faema tão bem cromada não fazia boa vizinhança com o copo de tinto. Como a arte aguça o engenho, obras na cave, e a loja da lenha antes albergue de burros, virou a Cova Funda, taberna de eleição. Local de degustação dos tintos da região e acepipes gastronómicos que iam do tremoço à sardinha albardada passando pelos amendoins e pelos carapaus com molho de escabeche, sala para a suecada e a tulha da salga do porco. E era ver as pipas alinhadas, umas cheias outras vazias, mas todas tratadas com "mecha" e a preceito, Batoques bem arrolhados, não fossem ficar com "vazio" e azedar o vinho.  A um canto, o bidão do petróleo com a sua maquineta de dar á bomba, bem por demais necessário, que eletricidade era coisa para poucos e havia que alimentar as candeias. Por debaixo do lava-louça de mármore escuro, o garrafão da aguardente que naquelas manhãs geladas havia que "matar o bicho".

E era ali, que naquelas meias tardes, meias noites, ou talvez fins de dia que se iniciavam nas madrugadas, que tudo acontecia. Era gente de pouca cama.

Saca de serapilheira ao ombro, ou a cobrir as costas e a cabeça. Era instrumento de muitas funções dependendo do tempo e da tarefa a cumprir. Servia de almofada ao ombro quando carregava a enxada ou molhos de lenha, de capote quando chovia e sempre dava para carregar umas pinhas para a lareira ou trazer alguns "mimos" da horta.

Era vê-los chegar.

-Ó Vasco dá aí um copo. Isto é que está um tempo. Já não é hoje que vou sachar...ó Vasco, olha que eu não sou "careca".*

-Tinha prometido pró Pinheiral, mas assim não dá e amanhã, se não chover, já tenho prometido para o Sr.Teixeira...tu é que lá podias ir desenrascar que eu na posso estar em dois lados....

-Na posso que esta semana ando por conta do Convento....

E chegava o Fernando "Preguiça" e o irmão Manel "Parrana", mais o Augusto "Chamiço" e o Tó "Badalo" e o "Mete-Mete" mais o Luís "Corneta" e o Benjamim "Policia" e ainda o Luís “Manjerico”e o "Giribita", montado na sua égua desde a Digueifel, e o Augusto Lourenço, o António "Rasgado", o Porfírio, o Ti Zé Salazar, o António "Cantoneiro", o Ti Zé "da Laura", o João Vicente com os seus resineiros, vindos também de Anceriz, Digueifel e Vinhó, mais o Sapateiro de Avô, à procura de clientela e armado de lápis e cartão para tirar os moldes ali mesmo, e o Barbeiro Tavares de Vinhó com loja aberta do outro lado da estrada. E tantos, tantos outros....

E entre o "isto está cada vez pior" e brincadeiras de ocasião, lá se ía ouvindo:

- ò Vasco enche aí que agora pago eu....

-È pá, isto é que tá um tempo... e eu que tinha prometido....

----

Ao aproximar da hora da ceia, novas personagens entravam em cena: Elas.

Aí, assentavam os vapores e tudo voltava a ser como realmente era.

Elas, que durante o dia se tinham mantido escondidas nos afazeres da lida da casa, faziam agora as suas aparições.

Uma de cada vez, com intervalos mais ao menos regulares, assomavam à porta da Cova Funda, e era ver a algazarra, os risos e as gargalhadas resultantes dos prazeres de Baco, a transformarem-se em profundos e comprometidos silêncios. E lá havia um que se levantava, tentando dar a entender que acabara de chegar, mas o torpor das pernas logo o desmentia.

-Ráis partam, na devia ter bebido este último....

E lá saía, bico calado, que ela "desta vez" até tem razão, enquanto ia ouvindo nas suas costa, à laia de ladainha:

-É sempre a mesma coisa, na tens vergonha nenhuma, olha lá  a tua figura...na vez que as companhias dão cabo de ti...é sempre a mesma coisa....

E a quase todos cabia tal sorte, lá iam saindo à frente delas, desaparecendo nas ruas iluminadas por lâmpadas de 20 velas em casquilhos de porcelana que nunca percebi se serviam para iluminar ou se apenas tinham por missão dar forma às sombras.

 

* Expressão usada quando os copos iam mal cheios.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 12 Janeiro , 2020, 05:51

 

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Margarida Fernandes foi eleita Presidente da Direção da Sociedade Filarmónica Flor do Alva, sendo sufragada em Assembleia Geral, pela lista, da qual foi proponente, e que obteve 19 votos favoráveis, contra dois, para além de dois votos em branco.

A Assembleia realizou-se este último sábado, na Sede da “Flor do Alva”, tendo decorrido com toda a normalidade, dentro do maior espírito democrático.

Antes do ato eleitoral, o ainda Presidente ainda em exercício, Sr. José Raimundo, apresentou uma síntese das contas referentes ao exercício de 2018/19, concluindo que à data atual a Sociedade dispõe de uma provisão financeira, em depósito bancário, de cerca de 8.000, que se traduz num “cash flow” indicador da boa saúde financeira da “Flor do Alva”.

Os membros da lista eleita serão empossados no próximo sábado, dia 18, no edifício sede da “Flor do Alva”.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 07 Janeiro , 2020, 00:23

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Já lá vão uns quase 60 anos.

Vila Cova, nesse tempo, em agosto, era uma festa.

A malta estudante, em período de férias, vinda de Lisboa, de Coimbra e do Porto, coloria e animava ruas, agitava a pacatez da terra e provocava, nas suas irreverências, morais e costumes de então.

Distribuía o tempo pelo rio, pelas tílias, pelo barranco e, por vezes, em improvisadas discotecas, quantas vezes em espaços abertos e públicos, onde dançava ritmos que mais não eram que os da sua época.

Era então vê-los, pilhas de discos, onde estrelavam, entre outros, Chubby Checker, Sylvie Vartin, Françoise Hardy, Jonhy Halliday, Les Chats Sauvages e os imprescindíveis Beatles.

A grande moda era o twist.

As gentes de Vila Cova, ouvidos feitos a sonoridades caseiras, lá iam estranhando a destoante estrangeirice musical. Mas, quanto à música vá que não vá. Gostos são gostos e não se discutem. Mas aquele jeito de dançar, aquele bamboleio, aquele meneio de ancas, aquele desengonce. E chamavam dançar àquilo? Chamassem-lhe o que quisessem, mas dança? Dar às ancas daquela maneira…tu quê?...tu..iste? Aquilo é mais parecido com um gajo em cima de uma gaja, dizia um mais afoito. Risos gerais em aquiescência ao dito.

Ora, em casa de meus avós era, nessa altura, empregada de servir a Maria, rapariga da terra, de uns 16 a 17 anos. Maria, nome fictício porque o verdadeiro, por razões óbvias, omito-o. Era de uma extrema dedicação, delicada, mas muito simplória e ingénua.

Um dia, minha mãe quis saber onde paravam os filhos. E foi à Maria que se dirigiu, chegada, então, da vila, onde fora a recados.

"Sei onde estão sim, minha senhora. Estão no Posto de Socorros, lá em baixo, na loja. Está lá a estudantada toda. A tarde inteirinha a dançarem aquela valsa… ai… como é que aquilo se chama?…tem nome de homem…ah!...já sei. Roque…a valsa do Roque (Rock)…mas olhe que o povo, aqui em Vila Cova, nem sei porquê, até lhe chama outra coisa…ai como é?...já sei, já sei…o fudiste."

Diz, quem assistiu à cena, que minha mãe ficou petrificada, sem saber o que dizer, enquanto a Maria, tranquila e feliz, lá continuou a sua lida.

 

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Janeiro , 2020, 20:37

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Dormem as casas, dormem os campos!

E, em orações noturnas, um rosário de memórias...

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 31 Dezembro , 2019, 19:02

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Alinhemos na corrente que faz hábito, em final de década, de relevar os principais acontecimentos do decénio. Trata-se, como é óbvio, de uma apuração com ajuizamento subjetivo, ainda que os casos que se referem, pela sua dimensão, mereçam concordância, ao que julgamos, generalizada.

Pela nossa parte vamos fixar-nos, e a condição do “Miradouro” assim o impõe, ainda que sucintamente, em acontecimentos ligados à nossa Vila Cova.

A inauguração das novas instalações do Centro de Dia permanecerá como uma data marcante na História de Vila Cova, pelo seu significado, como uma mais valia no apoio social que é devido por todos aos que dos serviços da Santa Casa precisam.

Outro caso que merece destaque, por todas as razões que a salubridade requer, respeita à inauguração da ETAR, que suprimiu de vez os inconvenientes dos despojos que conspurcavam os ares de Vila Cova, em especial na zona de S. Sebastião.

Outro acontecimento de destaque: a criação da União de Freguesias de Vila Cova e de Anceriz, inserida na Reorganização do Território, marco importante na aproximação e progresso de localidades e da sua gestão administrativa.

Por fim uma tragédia de muito triste memória e que perdurará para sempre: o incêndio de outubro de 2017. Dele já muito se disse. Mas parece que são mais as palavras do que os atos. E a forma como a floresta está a ser tratada (ou não tratada) não augura nada de bom a um prazo que, não sendo longo, nos vai alimentando perspetivas de nova calamidade.

As alterações climáticas são uma evidência que a ciência alerta em constantes avisos. E as consequências vão sendo visivelmente catastróficas, com o desígnio, se nada de substancial for feito, de conduzirem ao fim das civilizações e ao extermínio da natureza.

Nuno Espinal     

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 29 Dezembro , 2019, 21:24

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Falemos dos “Gorgulhos”:

Formados há meia dúzia de anos, pela carolice do Silvino Lopes e da Fernanda Santana, foram, aos poucos, afirmando-se como uma valia de grande destaque na ambiência cultural do concelho de Arganil.  

Aponta-se-lhes uma particularidade especial: todos os textos das peças que interpretam têm a assinatura de Silvino Lopes.

 O casal, Silvino e Fernanda, acompanhados de Acácio, um barrilense de todo os lugares da Terra, são o naipe de atores do grupo, a que se aditam, por vezes, esporádicos voluntários, aderentes e contribuintes para a alegria e bons momentos que o grupo dedica aos espetadores.

E foi assim neste Natal. Os “gorgulhos” poisaram aqui e ali, para apresentarem uma peça alusiva à época, que fez a delícia das crianças, coladas às peripécias passadas no palco, em especial, pela interação de atores com os espetadores.

Uma peça em que o Pai Natal é raptado por um bandido que pede um milhão de prendas para o resgate. O raptor deixa uma carta em que diz que, se não lhe derem um milhão de prendas, as crianças vão ter uma surpresa muito desagradável. E assim acontece, já que as crianças acabam por receber prendas horríveis que lhes provocam as mais desagradáveis reações. Mas tudo acabará em plena harmonização e alegria, com a intervenção da famosa dupla de detetives, “Pompom & Curgete”.

Parabéns aos “Gorgulhos”. E mesmo com a parcimónia dos apoios oficiais terão cada mais admiradores que não lhes regatearão fartos aplausos.

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 27 Dezembro , 2019, 15:48

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CONVOCAÇÃO

 

 

Conforme disposição estatutária, convoco a Assembleia Geral da Sociedade Filarmónica Flor do Alva, de Vila Cova de Alva, a reunir, em sessão ordinária, no edifício da sede da filarmónica, no dia 11 de janeiro, pelas 14 horas, com a seguinte

 

 

ORDEM DE TRABALHOS

 

  • Eleição dos Órgãos Sociais da Sociedade Filarmónica Flor do Alva para o Biénio 2020/2021
  • Apresentação das Contas relativas ao ano de 2019.

 

Não comparecendo número legal de sócios para que a Assembleia Geral possa reunir em primeira convocação, convoco, desde já, a mesma Assembleia Geral para reunir, em segunda convocação, no mesmo local, no mesmo dia, às 15 horas, com a mesma Ordem de Trabalhos, deliberando, então, com qualquer número de sócios presentes.

 

 

Vila Cova do Alva, em 26 de dezembro de 2019   

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral  

Nuno Alberto Fernandes do Couto Espinal


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