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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 31 Março , 2016, 08:02

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Sempre prontos a representarem o nome da sua terra, eis uma foto de um grupo de jogadores que integrou uma equipa de Vila Cova, que participou, em Coja, num minitorneio de futebol de 7, organizado pela equipa de futebol local, tendo obtido o 5º lugar na classificação final.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 30 Março , 2016, 08:23

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Segunda feira passada a Sr.ª Dª Natália de Figueiredo foi aniversariante. Circunstâncias houve que nos impediram de, na data certa, relatarmos a ocorrência. Fazemo-lo hoje, com os Parabéns atrasados, é certo, mas nem por isso menos voluntariosos na alegria de lhe darmos um grande beijinho e os desejos de muitos, mesmo muitos, anos de vida.

Uma nota a realçar: 90 anos é a marca atingida pela Sr.ª D.ª Natália. Atingido o patamar nonagenário, o mais alto dos “entas”, agora, ano a ano, neste caminho que se faz caminhando, vamos ter em mira os “cem”. Muitos beijinhos Sr.ª Dª Natália.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 30 Março , 2016, 08:21

Até sempre Vasco. A "Malta" ficou mais pobre com a tua partida para essa viagem sem retorno. Brindaremos a ti sempre que nos encontrarmos. A ti e a todos os companheiros desses tempos tão intensamente vividos de franca e sã camaradagem, que teve e tem como pano de fundo Vila Cova que tanto adoravas. Repousarás para sempre nos nossos corações.

 

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 29 Março , 2016, 08:49

Realiza-se amanhã, quarta feira, na Igreja Matriz de Vila Cova, pelas 11h 30m, uma Missa por Alma de Vasco Ramos, que será rezda pelo Padre Doutor Rodolfo Leite.

Entretanto, reiteramos a informaçao de que as cinzas de Vasco Ramos chegarão a Vila Cova nesta mesma quarta feira, após o prcedimento de cremação que ocorrerá hoje, terça feira, no Crematório do Cemitério dos Olivais, em Lisbos, pelas 16 horas.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 28 Março , 2016, 18:05

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Caro Vasco: Hoje és motivo das nossas conversas, tu, um dos da “Malta”, tu, um grande companheirão. A notícia da tua morte não nos terá apanhado, de todo, de surpresa. Sabíamos do seu estado de saúde precário, ainda que alimentássemos a esperança de tudo ser ultrapassado, de nos tornarmos a juntar em agosto, nas nossas noites de cavaqueio no “escuro”, nas passeatas em que tu sempre, tão presente, participavas, ou nas sardinhadas saboreadas no pátio da tua casa em Vila Cova e em que confraternizámos com uma jovialidade que desdenhava dos nossos já brancos cabelos.

Partiste para sempre caro Vasco. Ou melhor, os amigos, de quem tanto gostamos, nunca partem e muito menos para sempre. Vamo-nos encontrar de quando em quando, nas conversas em que te recordaremos, com as saudades do teu companheirismo, do teu espírito amigo.

Até à próxima caro Vasco, quando, todos nós, os que por cá continuamos, brindarmos à tua memória e tu estiveres entre nós, como se em corpo e espírito estivesses, com a tua presença amiga e, saudosamente, tão companheira.

 

A Malta

 

PS: Vasco Ramos tinha 79 anos de idade. Faleceu hoje dia 28, pela madrugada. O velório está marcado na Igreja S. João de Brito, a partir das 18 horas de hoje. Amanhã o corpo será cremado às 16 horas, no Crematório do Cemitério dos Olivais. Antes, haverá Missa de Corpo Presente na Igreja de S. João de Brito.

Entretanto, recebemos a notícia de que as suas cinzas virão para Vila Cova na próxima quarta feira, dia 30, estando prevista uma Missa a ser rezada por sua Alma.

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 28 Março , 2016, 02:41

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 26 Março , 2016, 07:52

 

 

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Cerca das 21 horas, o Padre Manuel Simões, coadjuvado pelo Diácono Rui Tavares e ainda pelo leigo António Santos, deu por iniciadas, na Igreja Matriz, as cerimónias religiosas de “sexta feira santa”, com a entoação de cânticos religiosos alusivos a este período de evocação da morte de Cristo.

 Seguiu-se a procissão da Senhora da Soledade, integrada pela Irmandade da Santa Casa, que se dirigiu ao Largo das Tílias, onde era aguardada pela Filarmónica Flor do Alva que, em formação na escadaria do edifício da Casa do Povo, executou uma marcha fúnebre, a anteceder uma alocução, sobre a morte de Cristo, do Padre Miguel Simões.   

Após o cântico das Ave Marias, tocado e cantado pela Flor do Alva e acompanhado pelo povo presente, o cortejo, sempre em profundo silêncio, dirigiu-se, cumprindo o percurso normal das procissões, para a Igreja Matriz, onde foram dadas por encerradas as cerimónias.

 

Nuno Espinal

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Março , 2016, 22:40

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Na plenitude da juventude, atulhado de delírios ideológicos típicos da idade, defendia a liberdade como algo que se concretizava pela supremacia da liberdade do indivíduo sobre a da sociedade, sociedade esta enquanto organização do Estado.

 Esvoaçava, deste modo, uma bandeira cara ao anarquismo, embora o fizesse sem qualquer consistência e por um certo mimetismo dos que considerava como meus modelos. 

Com o amadurecimento alterei o meu entendimento, já com outra consciência e consistência, e o discurso em que conceituava a liberdade era ditado pelas minhas convicções de homem de esquerda, pelo que a minha conceção da liberdade tinha posicionamentos diferenciados, conformes às circunstâncias e a natureza das questões, com enquadramento na dicotomia esquerda/direita.  

Por exemplo: O terrorismo é hoje uma preocupação que trespassa todo o mundo.  O debate sobre esta questão tem concitado uma clivagem entre conservadores e progressistas. Se a direita elege a segurança como a principal medida que se justifica para o seu combate a esquerda tem entendido que as questões sociais e económicas não devem ser descuradas, antes pelo contrário, devem ser consideradas como muito importantes na consideração do fenómeno e pela preservação de uma atitude humanista.  

Hoje, no largo das tílias, alguém, à conversa comigo, comentava com tristeza e indignado, os últimos acontecimentos na Bélgica. Segurança para aqui, segurança para ali e a incompreensão pela permissão de entrada de refugiados na Europa. Rebati, com argumentos próprios atinentes ao meu enquadramento político. E até lhe disse:” afinal, os terroristas são naturais dos países atingidos e não são refugiados…”

A conversa lá foi prosseguindo, até que lhe ouvi: Sabe? O que nos vale é que estas coisas se passam longe…

E por ali nos ficámos.

Longe? – Pensei, já entregue a mim próprio. Por enquanto… Porque ameaças existem e são assustadoras. Os jhiadistas proclamam violentos ataques à “Al Andalus” (Península Ibérica), tão violentos que farão esquecer o 11 de Setembro, segundo dizem.

Há que estar alerta! Monitorização de todos os jhiadistas, vigilância às comunidades árabes residentes no país, controle das fronteiras, regras específicas de combate ao terrorismo, regras objetivas de segurança.

Mas, que se passa comigo? Segurança, mais segurança e não mais que segurança? Afinal estou como os outros!...

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 23 Março , 2016, 01:16

A pedido de Tiago Raimundo, apagámos uma notícia da qual foi autor. Apresentamos aos leitores do Miradouro as nossas desculpas.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 21 Março , 2016, 08:47

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O Diácono Rui Tavares chamou junto de si o muito povo presente no Átrio da Igreja do Convento e proferiu algumas palavras para situar o ato que se iria realizar: a procissão de domingo de ramos, que simbolizaria a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Benzidos os ramos, foi tempo de se realizar a festiva procissão em direção à Matriz, com o acompanhamento musical da Filarmónica Flor do Alva. Chegado o cortejo à Matriz, um outro tempo: tempo de profundo recolhimento, a marcar o início de uma semana de intenso dramatismo, que terá o seu paroxismo com a evocação da morte de Cristo, a ser comemorada na próxima sexta feira.  

Cenas que se repetem ano a ano e que se perdem nos tempos. Afinal, rituais que conferem um sentimento agregador de identidade, em prol do sentido de pertença ao grupo mais restrito que é a comunidade e ao grande grupo universal que é o da Igreja Católica.

 

Nuno Espinal

 

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