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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 31 Dezembro , 2015, 18:36

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Dando continuidade à tradição Natalícia, vai esta União de Freguesias promover no próximo dia de Reis uma tarde de convívio na Praça principal de Coja, pretendendo envolver todas as gerações e muito em especial as crianças das escolas e os idosos dos Centros de Dia e Lares de Acolhimento da nossa freguesia e limítrofes.

 

Pretendemos com esta ação envolver toda a população e aproximar as gerações em redor de uma tradição, propiciando a partilha de histórias e vivências dos mais idosos com os mais jovens numa tarde que esperamos venha a ser agradável e animada, na qual o bolo rei terá o lugar principal.  

 

Gostaríamos assim de poder contar com a participação de todos.

 

Votos de um bom ano!


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 30 Dezembro , 2015, 23:45

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Falemos de futebol. E falar de futebol no Miradouro é falar, quase sempre, do Vilacovense. E é isso que mais uma vez vai acontecer. E com a velha história da memória futura, publicando dados de um jogo já há dias disputado, mas cuja ficha não está ainda registada nas páginas do Miradouro. Mas, já que estamos com a mão na massa (ou na bola), aproveitamos para convosco divagar. Alguém me explica o que se passa com estes negócios do futebol ligados às transmissões de jogos nas televisões? Como é possível este tlintar de tantos milhões de Euros?

E tudo isto quando não há dinheiro para pagar, num fim de semana, a uma equipa de neurocirurgia no Hospital de S. José, um hospital público da capital deste nosso Portugal!

Pelos vistos, a vida de um cidadão vale bem menos do que vale um mero golo de futebol, chutado lá para as bandas da Luz, de Alvalade ou do Dragão…

 

Ficha técnica do jogo Vilacovense 2 Galizes 2

 

Constituição da equipa:

Guarda- redes: Luis Tavares;

Defesa: Pedro Fonseca, Joel, Luis Carlos (capitão) e Mário Reis;

Medios: Bruno, David, Ricardo, Raul e Abdul;

Avançado : Vitor.

 

Substituições: Abdul por Tiago Fernandes aos 55 minutos, Manças por Luis Carlos aos 65 minutos e David por Jorge Raimundo aos 75 minutos.

Suplentes nãoo utilizados: Luis Tavares, Dilan Rodrigues e Hugo

Golos: David aos 2 minutos e Raul aos 50 minutos

.Treinador: António Cruz

Treinador adjunto : BrunoSsantos

Delegado: José Santos

Massagista: Fernando Figueiredo

 

Nuno Espinal/Bruno Santos


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 29 Dezembro , 2015, 01:49

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Aos poucos, as placas toponímicas cobrirão todas as vias públicas de Vila Cova e as casas estarão todas numeradas. Os grandes beneficiados serão os carteiros que ficarão dispensados do ciclópico trabalho de decorar os nomes dos residentes da vila e associá-los, sem qualquer referência a nomes de ruas, aos respetivos locais onde habitam.

Curioso é que o nome administrativo de algumas ruas não seja reconhecido pela população. E, assim, o povo mantém nomes antigos, caso, entre outros, da Rua Direita, do Largo do Adro, da Rua do Outeiro e da Rua do Vale da Fonte. Esta, por exemplo, passou a chamar-se Rua da Casa do Povo, o que parece de todo ilógico.

Mas, a verdade é que em Assembleia de Freguesia os nomes foram propostos e votados. A questão é que a populaça, nestas coisas, desliga-se do poder autárquico e administrativo, impõe a sua vontade e nada há fazer. Como diz a velha palavra de ordem “o povo é quem mais ordena” e pronto!

De resto, esta determinação popular é global, mesmo nos aglomerados populacionais de grande dimensão. Veja-se o caso do Largo D. Pedro IV em Lisboa, que é para todos o “Rossio”, ou da nova Ponte de Coimbra que a edilidade posteriormente decidiu chamar de Ponte Rainha Santa Isabel, mas que muitos conimbricenses teimam em chamá-la pelo nome inicialmente escolhido, ou seja “Ponte Europa”.

E, já agora, retornando a Lisboa: Terreiro do Paço ou Praça do Comércio? Ora, sumariando registos históricos, eis a explicação:

No século XVI, o nosso rei D. Manuel transferiu a sua residência real para o palácio existente na zona a qual veio, por isso mesmo, a chamar-se “Terreiro do Paço”. Mais tarde, destruído o Palácio Real pelo terramoto de 1755, o Terreiro do Paço tornou-se no elemento fundamental do plano de ordenamento urbano do Marquês de Pombal, reconstruindo o local em privilégio da classe comercial, financeira e burguesa da cidade e, por essa razão, atribuindo-lhe o nome de “Praça do Comércio”.

Ora, passados mais de dois séculos e meio, muitos são os lisboetas que, insistentemente, continuam a chamar, à bela Praça de Lisboa, “Terreiro do Paço”.

Repito, nada a fazer. Nestas coisas da toponímia a vontade do povo parce ser soberana.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 26 Dezembro , 2015, 22:17

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Os hábitos e costumes das aldeias têm-se alterado, e muito, ao longo dos últimos cinquenta anos. Tem-se perdido muito da ruralidade da vida dos aldeãos e tendencialmente caminhamos para um tipo de vida globalmente homogéneo.

Quão diferente o Natal de antigamente em Vila Cova! Hoje são as luzinhas tremelicantes em cada casa, pais natais a trepar pelas paredes, as trocas de presentes na noite da consoada, opíparas comezainas de gastronomias sofisticadas, as profusas trocas de mensagens por telemóveis e pelas redes de internet, e por aí fora. Enfim, um sem número de novos usos que, ainda que o não pretendam, afetaram o espirito de partilha e comunhão doutros tempos.

Vila Cova vivia, em verdeira comunidade, as primeiras horas do Dia de Natal, primeiro, assistindo à Missa do Galo e, depois, já madrugada, em volta do cepo que ardia na Praça.

Mas, atenção: Como diz Manuel Alegre, nas “Trovas do Vento que Passa,” “há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.

Em Vila Cova, de facto, ainda há gente que resiste: o cepo, neste ano de 2015, arde na Praça.

Secundando Miguel Torga, “a ritual fogueira que anuncia o eterno milagre do nascimento de Jesus".

O poema, que integra esta tão significativa frase, foi inspirado no cepo que ardia na nossa Vila Cova (repito, nossa Vila Cova), tem a data de 24 de dezembro de 1958, e o poeta intitulou-o “Natividade”.

E eu, uma vez mais, também não resisto a publicá-lo nas “páginas” do Miradouro.

 

Arde no coração da noite

A ritual fogueira que anuncia

O eterno milagre

Do nascimento.

Batida pelo vento,

Que das cinzas das brasas faz semente,

É um sol sem firmamento,

Diretamente

Aceso

E preso

À terra

Por mãos humanas.

De raízes profanas,

Lume de vida a bafejar a vida,

O seu calor aquece

A única certeza que merece

Ser aquecida…

 

 

Texto e foto de Nuno Espinal

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 26 Dezembro , 2015, 01:41

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 26 Dezembro , 2015, 01:10

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Os fiéis acorreram à Matriz, em número elevado, para assistirem à celebração da Missa de Natal. O Padre Rodolfo Leite abordou, na sua homilia, dois temas relacionados com o nascimento e mensagem de Cristo: A “Vida”, e o valor que lhe devemos atribuir, e o Amor e Amizade pelo próximo.

Sobre a vida, Cristo dizia: “Eu vim para que tenhais a Vida e a tenhais em abundância”.

E sobre o Amor pregava Cristo: “Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros”.

Com o acompanhamento vocal e instrumental do grupo de música religiosa, que habitualmente participa nas manifestações litúrgicas em Vila Cova, a cerimónia do “beijo ao menino”, já em final deste ato religioso do Dia de Natal, aconteceu de forma inesperada. O Padre Rodolfo Leite convidou as duas senhoras mais idosas presentes na Igreja, Dª Albertina Gomes e Dª Emília Georgete, a serem elas próprias portadoras da Imagem do “Menino Jesus” e a proporcionarem ao beijo dos fiéis. E assim aconteceu.

Um momento de alto significado, interpretado como uma celebração desde o tempo de um nascimento e um tempo já avolumado de anos e que na mediação decorrente é a tradução daquilo a que chamamos Vida.

 

Nuno Espinal

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Dezembro , 2015, 01:45

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 22 Dezembro , 2015, 23:59

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 Votos dum Santo e Feliz Natal e Ano Novo Muito Próspero para todos os vilacovenses  da Clarinha e dos avós Abílio e Ana Maria Pinto


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 20 Dezembro , 2015, 16:01

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Quem para a assistência olhasse, desta festa de natal realizada, ontem, sábado, no Salão da Casa do Povo de Vila Cova, por transfiguração mental poderia desenhar um gráfico da pirâmide etária de Vila Cova.

Um peso enorme de pessoas a aparentarem mais de 65 anos, não mais que meia dúzia de crianças, uma quase ausência de jovens e, o resto, um grupo de pessoas entre os 40 e os sessenta anos. Afinal, é esta a realidade e nada mais resta que a aceitar e com ela caminhar nos desígnios das nossas aldeias.

A festa era essencialmente para as crianças. Mas, preenchia-se de motivos que agradariam a qualquer um, fossem novos ou mais velhos. E assim foi.

Como primeiro número, uma história narrada do livrinho “os três porquinhos”, exemplarmente lida pela Dª Normélia. A Dª Lídia e o Sr. Vitorino, acompanhados no manuseamento dos fantoches pela Fernanda Santana, no seu papel de diretora cénica e ensaiadora, foram protagonistas desta representação.

Depois o grupo de teatro “os gorgulhos”, com a representação da peça “o Sultão Bonifácio”. Grande interpretação de Fernanda Santana e Silvino Lopes, que serão, sem dúvida alguma, os melhores atores do concelho. O texto é da autoria do Silvino Lopes e tudo o mais que faz mexer a peça em palco passa, exclusivamente, pelo trabalho e criação dos dois, ainda que acompanhados por um jovem ancerizense de nome Diogo.

Surgiu, então, o Pai Natal que presenteou os meninos que se encontravam na Sala com brinquedos e livros de histórias adequadas às suas idades.

A festa terminaria com a atuação de um grupo de música popular vindo de Vila Pouca da Beira.

Registe-se ainda a presença na sala da vereadora da Ação Social da Câmara de Arganil, Professora Graça Lopes, que subiu ao palco antes do início do espetáculo, e fez uma saudação natalícia a toda a população da União de Freguesias, no que foi acompanhada pelo Provedor da Santa Casa e, obviamente, pelo Presidente da União de Freguesias, António Tavares, na sua condição impulsionador e organizador desta festa.

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 20 Dezembro , 2015, 06:09

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Na Santa Casa, um dos acontecimentos mais marcantes em cada ano é o tradicional almoço de Natal, que reúne, em convívio, utentes, dirigentes, trabalhadoras do Centro de Dia e convidados, estes, na sua grande maioria, representantes institucionais.

O almoço deste natal de 2015 realizou-se ontem, sábado, e juntou nas instalações do Centro de Dia, cerca de 60 convivas, entre os quais o Presidente da União de Freguesias de Vila Cova e Anseriz, António Tavares, representantes do Centro Paroquial da Benfeita, António Marinho, da Casa do Povo de Vila Cova, Rogério Fernandes, do Grupo Desportivo Vilacovense, António Raimundo, e da Filarmónica Flor do Alva, Bruno Santos.

Para além do Provedor e da Vice-Provedora da Irmandade da Santa Casa, nomeadamente Nuno Espinal e Margarida Figueiredo, marcaram ainda presença outros membros dos Órgãos Sociais, a saber, António Santos, Alfredo Antunes e Renato Ribeiro.   

Neste almoço convívio participaram ainda reformadas da Instituição, nomeadamente Adelaide Marques, Júlia Fernandes, Judite Ribeiro, e Cila Ribeiro e ainda a ex-Técnica da Ação Social, Carla Marques, sempre muito querida dos Vilcovenses.

Presente ainda o andador da Instituição, e membros do grupo de teatro “Os Gorgulhos”.

Na sua intervenção o Provedor, Nuno Espinal, agradeceu a presença de todos e garantiu aos utentes o maior empenhamento para que os serviços prestados adquiram a todo o momento “crescente qualidade”.

Foram trocados votos de Boas Festas e distribuídos presentes a todos os utentes.

 

 

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