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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 31 Agosto , 2015, 11:46

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Sábado a Filarmónica deslocou-se aos “Pardieiros”, onde colaborou na Festa em honra de São Nicolau e de Nossa Senhora da Saúde e domingo rumou até Pombeiro da Beira para participar na Festa em honra de Nossa Senhora do Loureiro.

Depois da Festa em Pombeiro e na chegada a Vila Cova às Tílias, músicos e dirigentes tiveram uma agradável surpresa, pois eram aguardados pelo seu antigo Maestro Rui Quaresma, que foi efusivamente saudado por todos.

Os componentes da Filarmónica agradecem-lhe e congratulam-se pela visita.

 

Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 29 Agosto , 2015, 01:30

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Nuno Caetano, filho de vilacovenses, expõe em Coimbra, na “Prisão Académica”, fotografias cuja temática está refletida na expressão com que titula este conjunto plástico, de tocante sensibilidade poética: “Olhares de Coimbra”.

Uma exposição que valerá a pena ser visitada, a avaliar pelo que de Nuno Caetano já conhecemos através do que nos tem mostrado, em fotografia, nas redes sociais.

Sobre Nuno Caetano recolhemos este apontamento, elucidativo sobre aspetos importantes de muito do porquê do seu pulsar e sensibilidade artísticas:

 

 

Nasceu em Dezembro de 1974 em Coimbra, Portugal.

Sonhou, cresceu e voltou a sonhar.

Com a infância e memórias familiares enraizadas numa aldeia do concelho de Arganil do distrito de Coimbra, cresceu livre entre a serra e o rio que escondem os seus lugares secretos onde, ainda hoje, se refugia – do “tempo sem tempo” – sempre que precisa fundir-se com a paisagem para respirar.

A luz do dia e a luz do anoitecer, na serra, são únicas: respiram-se e retêm-se na pele e no sentir e fazem com que Nuno regresse aos seus lugares especiais, para além dos momentos a sós com o mar.

O tempo passou e Nuno divide-se entre a cidade e a aldeia, entre os rios e a serra.

Em 1996, em Coimbra, inicia o curso de arquitectura e em Setembro de 2001 inicia o seu percurso profissional

De alma livre, a arquitectura seria o caminho que lhe permitiria continuar a sua expressão artística dando-lhe “asas para voar”.
A plasticidade da arquitectura como arte dava-lhe, então, a liberdade de poder continuar a expressar-se de uma forma livre, criativa, crítica e artística e assim poder embrenhar-se nos meandros da criação da paisagem, ainda que urbana, criando uma ponte de laços afectivos que ligam a paisagem natural à paisagem urbana e a ele próprio.

A arquitectura e o gosto intrínseco pela arte em todas as suas Vertentes levam-no a explorar, entre outras, uma forma única de expressão e de sentir a paisagem e as pessoas: a fotografia.

Desde sempre, presente na vida de Nuno, a fotografia conquistou um lugar especial a partir de 2009 com uma dedicação permanente, especial, íntima. Nascia, assim, uma nova forma de estar e sentir na vida de Nuno.

Para Nuno, a forma de olhar a paisagem pode ser sempre a mesma mas aquilo que vemos e sentimos de cada vez que a olhamos é sempre único e diferente.

A cada olhar, um sentir.

A cada olhar, o registo guardado e – agora – partilhado.

 Nuno passou a partilhar o registo das suas imagens com a família e amigos e, actualmente, nas redes sociais.

O diálogo com a cidade de Coimbra, com as cidades de um modo geral, com o rio, com o mar, com a serra, com o olhar disperso de quem passa são momentos de uma relação profunda de sentimentos traduzidos em cada imagem.

Coimbra tem, em si, todos os sentires do mundo. Encerra estórias da História que se sentem no olhar quente das paredes quietas. Cada rua: um sentir, uma cor, um olhar, um estar e querer ficar: uma imagem retida, guardada...Sem dúvida uma influência presente em cada registo de imagem que influencia todo o trabalho fotográfico de Nuno.

A vida de Nuno divide-se entre a família e os amigos, o trabalho e a fotografia e um momento a sós todos os dias. A câmara fotográfica passou a fazer parte de cada dia, de cada passeio, de cada presença, de cada ausência, de cada silêncio, de cada ousadia, de cada olhar, de cada respirar...

Já não há dia sem imagens, não há imagem sem palavras.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 27 Agosto , 2015, 20:57

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Os da Malta no "aldeamento turístico" de Casal Novo, em plena Serra do Açor

 

Recordo-me bem quando, há cerca de quinze anos, passei um primeiro agosto em Vila Cova, logo após na terra ter assentado arraiais, após uma ausência algo prolongada.

Bem desiludido fiquei na altura, pelo vazio sequente à expectativa de reencontrar amigos, os que antigamente eram meus companheiros das férias escolares dos anos sessenta.

Contudo, ainda que longe das enchentes desses anos, Vila Cova recebeu, neste Agosto que corre, vagas de visitantes, a confirmarem um crescendo que se vem sentido nas últimas temporadas, com os do chamado grupo da “malta” em predominância, a germinar a ideia de que este pequeno “burgo” talvez não seja, assim, tão despropositado para quem se disponha a feriar.

Será que se caminha para um retorno aos tempos áureos dos meses de férias de sessenta?

Vamos aguardar. Mas, tudo leva a crer que, com a praia fluvial em perspetiva, o Agosto que vem seja revelador de um recorde de visitantes que catapultem Vila Cova no roteiro dos bons destinos de férias da região.

Ainda ontem, a atual leva dos da “Malta” visitou a serra do Açor e pôde constatar que, mesmo os mais minúsculos povoados, se encontram apetrechados da sua praia fluvial, atraentes a um bom mergulho em tempos de canícula e locais eleitos a momentos de lazer e convívio.

Vila Cova tardou com a sua praia fluvial. Mas, antes tarde do que nunca. Parabéns, pois, aos da nossa Junta. Que se cuidem, contudo. É que de avisos não podem queixar-se que os não tiveram. Cuidado com as “arquiteturas”. É que quem as escadas do Convento vê…

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 24 Agosto , 2015, 23:35

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 23 Agosto , 2015, 23:07

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 (Foto de arquivo)

 

A "Flor do Alva" viajou hoje até Badamados, concelho do Sabugal, onde participou nas festas dedicadas ao Deus Menino e a S. Bartolomeu.

 

Fábio Leitão

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 22 Agosto , 2015, 17:42

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Durante este mês de agosto, o grupo da “Malta” vai-se alternando, nos parceiros que o compõem, mediante as levas sucessivas dos que vão entrando e dos que vão saindo. E neste vai e vem, parece criar-se uma evidência. Quanto mais avança o mês, mais o “destempero” dos da “malta” aumenta. Claro, tudo isto de uma forma divertida, galhofeira e saudável.

Ainda ontem assim foi. Enquanto o grupo de fados “Artyfadinhos” se exibia, e perante um certo sorumbatismo de alguns vilacovenses residentes, a “Malta” fez a festa, divertiu-se e divertiu os outros. A ponto de uma das fadistas chegar mesmo a dizer: “Quem nos dera ter sempre um público como este!”. De facto, a “Malta” esteve imparável. Cantou, dançou, principalmente quando as guitarras trinavam fados corridos, bateu palmas e terminou a sessão com um muito audível eferreá coimbrão, que se deve ter ouvido lá para os lados de Anseriz e Barril. Ah, um apontamento a registar: o anversário de Alberto Leal, que teve todo o auditório e o grupo de fadistas a cantar-lhe a cantilena dos "Parabéns a Você".

Falemos, entretanto, do Grupo de Fados, sediado em Arganil: Proporciona bons momentos de espetáculo, com um repertório de fados muito apelativo à participação, fados esses uns tradicionais, muito conhecidos na voz de Amália, e outros recentes, em especial da discografia de Ana Moura.

Uma constatação: Afinal, com poucos recursos financeiros é possível fazer-se uma noite de grande diversão.

 

Nuno Espinal

Fotos: Nuno Espinal e Cláudia Lourenço

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 22 Agosto , 2015, 13:34

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A intenção era comemorar as obras já concretizadas na Igreja Matriz. Mas, havia mais. Pretendia-se uma comemoração simples, festiva, sem pavoneios e formalidades.

E, assim foi. Em conformidade com os intentos, tudo foi cumprido.

A abrir, pouco passava das 8 da tarde, os discursos. Curtos e informativos.

O arquiteto Rui Ferrão inaugurou-os, discorrendo sobre a engenharia utilizada nas obras. Depois foi Nuno Espinal, como Provedor da nossa Santa Casa. Enalteceu o desempenho e determinação do Padre Rodolfo Leite e falou dos projetos de obras da Santa Casa: “A atual e improvisada “Casa Mortuária” vai ser intervencionada com obras adequadas, de modo a conferirem-lhe superior qualidade nas suas funcionalidades. Por outro lado, brevemente, assim se espera, estarão em andamento as ampliação e melhoramento das instalações do Centro de Dia, aguardando-se, apenas, pelo concurso próprio de candidaturas a subsídios, que terá lugar em Janeiro”. Retornando às obras na Matriz, Nuno Espinal utilizou uma frase de Pessoa, quando afirmou: “O Homem é do tamanho do seu sonho”. E dirigindo-se ao Padre Rodolfo Leite acrescentou: “O Sr. Padre sonha grande. Eu sei que um dos seus sonhos está ligado aos arranjos dos caixotões do teto da Matriz. Há-de tornar o sonho realidade”.

Terminadas as palavras de Nuno Espinal, foi a vez de António Tavares, Presidente da Junta da União de Freguesias, expor o seu discurso. E projetou-o com grande impacto quando deu uma notícia em primeira mão sobre o negócio de aquisição à “Casa do Convento” do terreno situado na margem direita do Alva, logo a seguir à Ponte, que será aproveitado para espaço da Paria Fluvial de Vila Cova. Uma notícia sublinhada com fortes aplausos, já que a “Praia Fluvial” é uma velha aspiração de muitos Vilacovenses e visitantes da terra no Verão. “Para o ano que vem tudo faremos para que a Praia Fluvial já seja usada no Verão”, sublinhou ainda António Tavares.

A aguardada intervenção do Padre Rodolfo Leite fez-se então ouvir. Agradeceu os elogios que lhe foram feitos, ainda que os não considerasse apropriados. “Faço apenas a minha obrigação como Padre, e mal seria se assim não fosse. A minha entrega é apenas uma exigência do meu dever de Padre”. Quis que todos os seus antecessores fossem considerados, porque todos, sem exceção tiveram importante papel como timoneiros da Paróquia. Fez questão de homenagear uma figura, muito querida dos Vilacovenses: O saudoso Padre Januário Lourenço dos Santos. Quanto ao arranjo dos caixotões em tela do teto da Matriz, o Padre Rodolfo confia que a obra se fará. “Comigo ou com outros esta obra há-de realizar-se”, afirmou. Referiu ainda que o Conselho Económico da Paróquia tem em marcha o arranjo do teto na parte anterior da Igreja, ou seja na zona do Altar, obra que está orçamentada em cerca de dezoito mil euros”.

Fechou esta série de discursos o Presidente da Câmara, Ricardo Pereira Alves. Também ele teceu fortes elogios ao trabalho desenvolvido pelo Padre Rodolfo Leite e frisou a atenção que ao Município merece Vila Cova, pela sua história e beleza. De entre as últimas obras concretizadas em Vila Cova, destacou a ETAR, recentemente concluída.

Com a intervenção do Presidente da Câmara terminou este primeiro “ato” de celebração das obras da Matriz recentemente concretizadas.

Passou-se, então, à confraternização em torno de mesas apetrechadas de iguarias, trazidas por todo o Povo, que acorreu em grande número a estas festividades.

Cerca das nove e meia da noite ouviram-se vozes fadistas, acompanhadas por um “instrumental” muito completo, tanto na quantidade como na qualidade, que agarrou, até depois das onze da noite, uma assistência atenta e participativa.

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 20 Agosto , 2015, 11:25

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 Nélinha com o filho Dr. Pedro Jorge e a nora Drª Raquel

 

Ainda hoje é a Nélinha. É e será. Este diminutivo, no nome, foi, em tempos, diferenciador, para quem assim era tratado, de um outro estatuto social. Estávamos numa aldeia interior e ensimesmada, de há uns cinquenta e mais anos.

Com o tempo, esbatendo-se muito das lógicas que forjavam estas diferenças, os diminutivos perderam sentido e caíram mesmo em desuso.

Permanece, contudo, para a Nélinha. E permitam-me esta apreciação pessoal: Assenta-lhe que nem uma luva. Porque na Manuela Cruz há uma toque de classe, uma elegância no trato, um estilo no saber estar, que lhe dá aquela auréola tão típica do “doce charme da burguesia”.

Rendo-me a este charme. Eu sei, à revelia da ideologia que apregoo. Mas, não há volta a dar. Talvez porque seja um entranhado romântico, um tanto, digo eu, a um certo jeito balzaquiano. É que este charme burguês descose-me, sem defesas, as teias de uma minha postura esquerdizante. Nada a fazer. Rendo-me, pois, repito, a este charme.

Ainda ontem, cara Manuela, compuseste uma mesa simples, de um arroz doce que, de forma sublime, cozinhaste e fizeste acompanhar de um espumante. A mesa salpicaste-a de flores matizadas em vermelho. Sempre o tal toque de classe.

Chamaste uns amigos e celebraste a vida. Afinal, passaste momentos difíceis, e foste sujeita a uma intervenção cirúrgica de alto risco.

Mas, tudo já passou, ganhaste a batalha.

Na mesa as flores, a encherem de vida o branco imaculado da toalha. E tu, Manuela, a dizeres, nas tuas cheias palavras, um verdadeiro hino à vida.

Foi uma festa bonita. Brincámos, divertimo-nos, com aquelas jocosidades que os nossos cabelos brancos refinaram.

Um beijo Manuela, um beijo Nélinha.

 

Texto: Nuno Espinal

Foto: Manuel Fernandes


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 19 Agosto , 2015, 07:45

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Vila Cova tem atrações que a elegem para férias de topo. E nem preciso referir os seus dotes de tranquilidade e paisagem intramuros. Percorram-se locais nas suas proximidades, que nos proporcionam momentos de grande aprovação, sejam paisagísticos, culturais, lúdicos ou gastronómicos.

Ontem, um grupo da “Malta”, em férias por estes dias na nossa vila, pôs-se a caminho, percorreu meia dúzia de quilómetros e, num instante, estava na serra da Atalhada, onde subsistem antigos moinhos de vento, adaptados para residências, em local obviamente altaneiro, o que nos permite descortinar, em todo o seu redor, uma imensa e arrebatadora paisagem.

Depois uma descida até ao Vimieiro, perto de S. Pedro de Alva, em que sobressai um acolhedor restaurante, num pitoresco recanto do Alva de praia fluvial, com uma gastronomia típica da região, bem servida e a preços acessíveis.

Mais uma subida, agora até Lorvão, onde nos pode ser proporcionada uma vista guiada ao seu Convento, que encerra um património histórico e artístico surpreendente.

Por fim, uma passagem por Penacova e o deslumbre da paisagem que nos enfoca no vale em que serpenteia o Mondego.

Um dia bem passado, em locais previamente escolhidos, de entre muitos outros que envolvem Vila Cova, e que são motivadores a agradáveis férias com assento residencial na nossa vila.

 

Nuno Espinal

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Agosto , 2015, 18:10

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O anual piquenique da “Flor do Alva”, que normalmente acontece em Agosto, teve ontem, sábado, a sua realização, em um dia muito preenchido para a Filarmónica. Com efeito, bem cedo, os músicos da “Flor do Alva” percorreram as ruas da vila, concretizando, assim a chamada “arruada”, e recolhendo vários bens, que de tarde seriam leiloados.

Ainda pela manhã, a Filarmónica participou na Missa Cantada, conforme notícia que publicámos, a propósito da celebração na Matriz do ato litúrgico presidido pelo Padre Ricardo Figueiredo.

Da parte da tarde realizou-se, então, o piquenique, com a presença no” largo da capela” (espaço de recreio da escola) de muitos vilacovenses, que tiveram assim oportunidade de ouvir a “Flor do Alva” na execução de algumas peças, e saborear ainda, sardinhas assadas, febras e bifanas e os sempre gulosos bolos lêvedos.

Um leilão, que teve como pregoeiros os Srs. Rogério Fernandes e Bruno Santos, e que prendeu a atenção de todos os que se concentravam no local, com bons remates para a receita que reverteu a favor da Filarmónica.

 

Nuno Espinal

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